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Bibliographic Details
Main Author: José de Ribamar Pinheiro Júnior
Format: Artículo científico
Language:pt
Published: Universidade Federal do Paraná 2006
Subjects:
Online Access:https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=393937700013
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Table of Contents:
  • USO DE GEOTECNOLOGIAS COMO SUBSÍDIO À GESTÃO DO PARQUE ESTADUAL DO BACANGA, SÃO LUÍS, MARANHÃO, BRASIL José de Ribamar Pinheiro Júnior Ciencias de la Tierra O presente estudo teve como objetivo subsidiar a gestão ambiental do Parque Estadual do Bacanga utilizando geot ecnologias por meio da estruturação da base cartográfica, utilização de técni cas digitais de classificação de imagens de sensoriamento remoto para classi ficação de uso e cobertura da terra e geração de cenário futuro de uso e ocupação pela modelagem matemática presente em SIG. O Parque Estadual do Bacanga está localizado no município de São Luís, no Estado do Maranhão, com uma área de 2.634ha., estando sua zona de amortecimento ocupada por áreas de forte pressão demográfica e parte do Distrito Industrial de São Luís. Para a estruturação da base cartográfica, utilizou-se o SIG IDRISI KILIMANJAR O fornecendo informações sobre rede viária, hidrografia, pedologia, geologia, geomorfologia, altimetria e declividade. Foram utilizadas imagens do satélite CBERS-2, (CCD) de 2004, bandas 2, 3 e 4 e do satélite SPOT-3 (HRV) de 1995, bandas 3, 4 e 5, já georreferenciada para posterior definição das 7 (s ete) classes de uso e c obertura da terra utilizando classificadores supervisiona dos (Paralelepípedo, Dist ância Mínima das Médias e Máxima Verossimilhança) e não supervisionados (Cluster e Isocluster) para a classificação das imagens e para obtenção da modelagem matemática de uso e ocupação da terra em 2013, utilizou-se o módulo Cadeia de Markov e Celular Autônoma existente no SIG IDRISI, e as duas cartas temáticas de uso e ocupação de 1995 e 2004. Os resultados ob tidos revelaram que a classificação mais eficiente foi a do algoritmo de má xima verossimilhança, com exatidão global de 98%, enquanto as demais aprese ntaram baixo índice de exatidão. As categorias Vegetação Secundária Baixa, Vegetação Secundária Alta, Mata Ciliar e Floresta de Mangue corresponde ram a 80,61% da área total do Parque, com 934,88ha. (35,49%); 595,32ha. (22, 60%); 308,20ha. (11,70%); 285,12ha. (10,82%), respectivamente, e as classes de uso da terra referentes a áreas de atividade humana (agricultura, solo exposto e áreas construídas) representam 16,1% da área com 424,32 hectares. Com re lação ao cenário de uso e ocupação para 2013, pode verificar-se que houve redução das áreas de floresta de mangue de 457,6ha. para 285,12ha., da área de ve getação secundária alta de 815,76ha. para 595,32ha., aumento da área de veget ação secundária baixa, agricultura e área construída com os valores de 682,12ha. para 934,88ha.; 18,44ha. para 85,68ha. e 84,36ha. para 208,96ha., respectivamente. As imagens CBERS-2 revelaram um ótimo desempenho para extr ação das diferentes classes de uso do solo do Parque. Estes resultados evidenciam que as mudanças da paisagem do Parque tendem a continuar caso não haja decisões enérgicas por parte dos gestores para reduzir as ocupações irre gulares nos seus limites, o desmatamento e a retirada de minerais de maneira irregular, os problemas fundiários e estabelecendo ações que contribuam para o fortalecimen 2006 artículo científico 1413-4853 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=393937700013 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=3939 Boletim de Ciências Geodésicas application/pdf Universidade Federal do Paraná Boletim de Ciências Geodésicas (Brasil) Num.2 Vol.12