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| Main Author: | |
|---|---|
| Format: | Artículo científico |
| Language: | pt |
| Published: |
Sociedade Brasileira de Cirurgia Cardiovascular
2005
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| Subjects: | |
| Online Access: | https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=398941854007 |
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Table of Contents:
- Comparação entre o pericárdio bovino decelularizado e o pericárdio bovino convencional utilizado na confecção de biopróteses valvares cardíacas Jean Newton Lima COSTA Pablo Maria Alberto POMERANTZEFF Domingo Marcolino BRAILE Vladimir Aparecido RAMIREZ Gilberto GOISSIS Noedir Antônio Groppo STOLF Medicina Bioprótese Pericárdio Estudo comparativo Prótese das valvas cardíacas Objetivo: Neste estudo, tivemos como objetivo comparar aresistência mecânica do pericárdio decelularizado com opericárdio convencional, assim como avaliar sua capacidadede induzir resposta inflamatória em modelo experimentalcom ratos.Método: Dividimos os pericárdios em: Grupo I – pericárdiosubmetido a tratamento convencional com glutaraldeído eGrupo II – pericárdio submetido a tratamento dedecelularização, previamente ao tratamento convencional.Após o processamento químico, as amostras do Grupo II foramhistologicamente avaliadas para confirmar a eficácia dadecelularização. A seguir, apenas para análise da resistênciamecânica por testes de tração e de desnaturação térmica, ospericárdios foram divididos em: grupo 1 (pericárdioconvencional com critérios de aprovação), grupo 2 (pericárdioconvencional com critérios de reprovação) e grupo 3(pericárdio decelularizado). A capacidade de induzir respostainflamatória foi avaliada em estudo experimental em 50 ratosWistar, os quais foram submetidos a implante subcutâneo defragmentos dos pericárdios. Nossa terceira etapa de avaliaçãoconsistiu em confeccionar três biopróteses com o pericárdiodecelularizado e que foram submetidas à avaliaçãohidrodinâmica, juntamente com uma bioprótese convencionalde teste.Resultados: A análise histológica inicial demonstroudecelularização completa. A resistência mecânica mostroudiferença significativa com relação às variáveis “tensão deruptura” e “índice de tenacidade”. Não encontramos diferençaquanto à atividade inflamatória em modelo experimental comratos. O desempenho hidrodinâmico foi semelhante e todasbiopróteses atingiram a marca de 150 milhões de ciclos. Aavaliação histológica ao fim da ciclagem mostrou padrãomicroscópico habitual, não havendo ruptura ou fragmentaçãoanormal induzida por estresse mecânico.Conclusão: A decelularização mantém a resistência físicado pericárdio, além de não induzir resposta inflamatóriadiferente daquela habitualmente encontrada no pericárdioconvencional. 2005 artículo científico 0102-7638 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=398941854007 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=3989 Revista Brasileira de Cirurgia Cardiovascular/Brazilian Journal of Cardiovascular Surgery application/pdf Sociedade Brasileira de Cirurgia Cardiovascular Revista Brasileira de Cirurgia Cardiovascular/Brazilian Journal of Cardiovascular Surgery (Brasil) Num.1 Vol.20