Impacto da troponina I cardíaca sérica na evolução tardia de pacientes submetidos a ressincronização com estimulação biventricular: seguimento de até 59 meses

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Autore principale: João Carlos F. LEAL
Natura: Artículo científico
Lingua:pt
Pubblicazione: Sociedade Brasileira de Cirurgia Cardiovascular 2005
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author João Carlos F. LEAL
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contents Impacto da troponina I cardíaca sérica na evolução tardia de pacientes submetidos a ressincronização com estimulação biventricular: seguimento de até 59 meses João Carlos F. LEAL Valéria BRAILE Achilles ABELAIRA FILHO Luis Ernesto AVANCI Moacir F. GODOY Domingo M. BRAILE Medicina Marca Arritmia Troponina passo artificial Insuficiência cardíacacongestiva Objetivo: Analisar evolução e a influência prognóstica dosníveis séricos da troponina I cardíaca nos pacientes cominsuficiência cardíaca congestiva (ICC) submetidos aressincronização interventricular (RV), com seguimento deaté 59 meses.Método: Foram analisados 33 pacientes commiocardiopatia dilatada idiopática em classe funcional III/IVda NYHA, submetidos a RV. A qualidade de vida (QV) foianalisada pré e pós-operatoriamente com o Minnesota Code ea função ventricular através da ecocardiografia. Os níveisséricos da troponina I foram dosados em 23 pacientes,utilizando o teste exato de Fischer para avaliar sua relaçãocom o evento óbito, e a curva de Kaplan-Meier para análiseda taxa de sobrevivência.Resultados: A QV foi significantemente melhor após a RV,com mediana de 73 pontos, no pré e 36, no pós (p<0,0001). Odiâmetro diastólico do VE (DDVE) apresentou redução de65mm, no pré para 60mm, no pós (p=0,0014), com aumento dafração de ejeção (FEVE) de 37 para 47% (p=0,0004). Nos 15pacientes com valores normais de troponina, não ocorreramóbitos e dos oito pacientes com valores elevados, seis faleceram(p=0,0003). A curva atuarial de livres de óbitos mostrou umataxa de sobrevivência de 47,1±13,3%, ao final de 59 meses.Conclusões: A RV em pacientes com ICC melhora a QV eos parâmetros ecocardiográficos. Constitui uma boaalternativa para os pacientes em classe funcional III/IVNYHA. Os níveis séricos elevados da troponina I cardíacaforam preditores de risco para óbito. 2005 artículo científico 0102-7638 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=398941856009 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=3989 Revista Brasileira de Cirurgia Cardiovascular/Brazilian Journal of Cardiovascular Surgery application/pdf Sociedade Brasileira de Cirurgia Cardiovascular Revista Brasileira de Cirurgia Cardiovascular/Brazilian Journal of Cardiovascular Surgery (Brasil) Num.3 Vol.20
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publishDate 2005
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João Carlos F. LEAL
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Impacto da troponina I cardíaca sérica na evolução tardia de pacientes submetidos a ressincronização com estimulação biventricular: seguimento de até 59 meses João Carlos F. LEAL Valéria BRAILE Achilles ABELAIRA FILHO Luis Ernesto AVANCI Moacir F. GODOY Domingo M. BRAILE Medicina Marca Arritmia Troponina passo artificial Insuficiência cardíacacongestiva Objetivo: Analisar evolução e a influência prognóstica dosníveis séricos da troponina I cardíaca nos pacientes cominsuficiência cardíaca congestiva (ICC) submetidos aressincronização interventricular (RV), com seguimento deaté 59 meses.Método: Foram analisados 33 pacientes commiocardiopatia dilatada idiopática em classe funcional III/IVda NYHA, submetidos a RV. A qualidade de vida (QV) foianalisada pré e pós-operatoriamente com o Minnesota Code ea função ventricular através da ecocardiografia. Os níveisséricos da troponina I foram dosados em 23 pacientes,utilizando o teste exato de Fischer para avaliar sua relaçãocom o evento óbito, e a curva de Kaplan-Meier para análiseda taxa de sobrevivência.Resultados: A QV foi significantemente melhor após a RV,com mediana de 73 pontos, no pré e 36, no pós (p<0,0001). Odiâmetro diastólico do VE (DDVE) apresentou redução de65mm, no pré para 60mm, no pós (p=0,0014), com aumento dafração de ejeção (FEVE) de 37 para 47% (p=0,0004). Nos 15pacientes com valores normais de troponina, não ocorreramóbitos e dos oito pacientes com valores elevados, seis faleceram(p=0,0003). A curva atuarial de livres de óbitos mostrou umataxa de sobrevivência de 47,1±13,3%, ao final de 59 meses.Conclusões: A RV em pacientes com ICC melhora a QV eos parâmetros ecocardiográficos. Constitui uma boaalternativa para os pacientes em classe funcional III/IVNYHA. Os níveis séricos elevados da troponina I cardíacaforam preditores de risco para óbito. 2005 artículo científico 0102-7638 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=398941856009 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=3989 Revista Brasileira de Cirurgia Cardiovascular/Brazilian Journal of Cardiovascular Surgery application/pdf Sociedade Brasileira de Cirurgia Cardiovascular Revista Brasileira de Cirurgia Cardiovascular/Brazilian Journal of Cardiovascular Surgery (Brasil) Num.3 Vol.20
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