Há espaço para o tratamento endovascular nas dissecções crônicas da aorta descendente?

Fuente: Redalyc
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Main Author: Ricardo Ribeiro DIAS
Format: Artículo científico
Language:pt
Published: Sociedade Brasileira de Cirurgia Cardiovascular 2007
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author Ricardo Ribeiro DIAS
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contents Há espaço para o tratamento endovascular nas dissecções crônicas da aorta descendente? Ricardo Ribeiro DIAS Gustavo JUDAS Marco A. P. OLIVEIRA Luiz M. S. MALBOUISSON Alfredo I. FIORELLI Noedir A. G. STOLF Medicina Aorta cirurgia Contenedores Aorta torácica Aneurisma aórtico Objetivo: Questões relativas a quais pacientes/doenças que efetivamente deveriam ser submetidos ao tratamento endovascular ainda geram controvérsias. O objetivo deste trabalho visa a questionar o tratamento endovascular nas dissecções crônicas tipo B de Stanford. Métodos: No período de 2003 a 2006, 11 pacientes portadores de dissecção crônica da aorta tipo B de Stanford com dilatação somente no tórax (diâmetro ≥ 5,5cm), foram submetidos à colocação de prótese endovascular autoexpansível pela artéria femoral. Todos os pacientes foram submetidos à angiotomografia de controle com 6 meses, 1 ano e após, anualmente, com o intuito de avaliar a presença de fluxo na falsa luz e estudar a evolução dos diâmetros da aorta torácica descendente e abdominal no decorrer do tempo. Para esta análise foram utilizados os testes Anova de duas vias para medidas repetidas e o qui-quadrado com o programa SPSS 13. Resultados: Não houve mortalidade hospitalar. Nenhum paciente apresentou endoleak imediatamente após a operação. Durante o período de seguimento médio de 28 meses/paciente, não houve óbitos, um paciente foi submetido à substituição da aorta tóraco-abdominal e dois aguardam esta mesma intervenção. A endoprótese interrompeu o fluxo na falsa luz no tórax em 72,7% dos pacientes e, no abdome, somente em 18,2%, porém isto não implicou na redução dos diâmetros da aorta torácica nem abdominal. Conclusão: O tratamento endovascular nas dissecções crônicas tipo B de Stanford parece não ser suficiente para tratar esses pacientes no curto/médio prazo, apesar do tamanho reduzido da amostra estudada. 2007 artículo científico 0102-7638 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=398941865010 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=3989 Revista Brasileira de Cirurgia Cardiovascular/Brazilian Journal of Cardiovascular Surgery application/pdf Sociedade Brasileira de Cirurgia Cardiovascular Revista Brasileira de Cirurgia Cardiovascular/Brazilian Journal of Cardiovascular Surgery (Brasil) Num.4 Vol.22
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publishDate 2007
publisher Sociedade Brasileira de Cirurgia Cardiovascular
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Ricardo Ribeiro DIAS
Medicina
Aorta
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Contenedores
Aorta torácica
Aneurisma aórtico
Há espaço para o tratamento endovascular nas dissecções crônicas da aorta descendente? Ricardo Ribeiro DIAS Gustavo JUDAS Marco A. P. OLIVEIRA Luiz M. S. MALBOUISSON Alfredo I. FIORELLI Noedir A. G. STOLF Medicina Aorta cirurgia Contenedores Aorta torácica Aneurisma aórtico Objetivo: Questões relativas a quais pacientes/doenças que efetivamente deveriam ser submetidos ao tratamento endovascular ainda geram controvérsias. O objetivo deste trabalho visa a questionar o tratamento endovascular nas dissecções crônicas tipo B de Stanford. Métodos: No período de 2003 a 2006, 11 pacientes portadores de dissecção crônica da aorta tipo B de Stanford com dilatação somente no tórax (diâmetro ≥ 5,5cm), foram submetidos à colocação de prótese endovascular autoexpansível pela artéria femoral. Todos os pacientes foram submetidos à angiotomografia de controle com 6 meses, 1 ano e após, anualmente, com o intuito de avaliar a presença de fluxo na falsa luz e estudar a evolução dos diâmetros da aorta torácica descendente e abdominal no decorrer do tempo. Para esta análise foram utilizados os testes Anova de duas vias para medidas repetidas e o qui-quadrado com o programa SPSS 13. Resultados: Não houve mortalidade hospitalar. Nenhum paciente apresentou endoleak imediatamente após a operação. Durante o período de seguimento médio de 28 meses/paciente, não houve óbitos, um paciente foi submetido à substituição da aorta tóraco-abdominal e dois aguardam esta mesma intervenção. A endoprótese interrompeu o fluxo na falsa luz no tórax em 72,7% dos pacientes e, no abdome, somente em 18,2%, porém isto não implicou na redução dos diâmetros da aorta torácica nem abdominal. Conclusão: O tratamento endovascular nas dissecções crônicas tipo B de Stanford parece não ser suficiente para tratar esses pacientes no curto/médio prazo, apesar do tamanho reduzido da amostra estudada. 2007 artículo científico 0102-7638 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=398941865010 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=3989 Revista Brasileira de Cirurgia Cardiovascular/Brazilian Journal of Cardiovascular Surgery application/pdf Sociedade Brasileira de Cirurgia Cardiovascular Revista Brasileira de Cirurgia Cardiovascular/Brazilian Journal of Cardiovascular Surgery (Brasil) Num.4 Vol.22
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