Operação de Ross com homoenxertos valvares decelularizados: resultados de médio prazo

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Auteur principal: Francisco COSTA
Format: Artículo científico
Langue:pt
Publié: Sociedade Brasileira de Cirurgia Cardiovascular 2007
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author Francisco COSTA
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contents Operação de Ross com homoenxertos valvares decelularizados: resultados de médio prazo Francisco COSTA Pascal DOHMEN Eduardo VIEIRA Sérgio Veiga LOPES Claudinei COLATUSSO Elaine Welk Lopes PEREIRA Camila Naomi MATSUDA Sanderson CAUDURO Medicina Valva aórtica Valvas cardíacas Engenharia tissular Transplante homólogo Objetivo: Avaliar os resultados de médio prazo do uso de homoenxertos decelularizados na Operação de Ross. Métodos: Entre janeiro de 2003 e fevereiro de 2007, 68 pacientes foram submetidos à Operação de Ross com homoenxertos decelularizados. Quarenta e oito pacientes eram do sexo masculino, com idade media de 30,3±11,2 anos. A decelularização foi feita com Ácido Deoxicólico (DOA), em 35 casos, e com Dodecilsulfato de Sódio (SDS), em 33. Para a comparação dos gradientes, foram selecionados 68 pacientes pareados pela idade, e que usaram homoenxertos criopreservados. Todos os pacientes realizaram ecocardiograma antes da alta e estão sendo avaliados anualmente. Oito pacientes tiveram controle por ressonância nuclear. Em dois pacientes reoperados, foi possível fazer análise histológica de um segmento do conduto pulmonar. Resultados: Houve um (1,4%) óbito imediato. Na evolução tardia, houve duas reoperações e um óbito. Os gradientes imediatos variaram de 4 a 29mmHg (m=10,3±5,5), e apresentaram elevação para 16,5± 12,2mmHg (min= 4, max = 45) aos 24 meses. Quando comparados com o grupo criopreservado, não houve diferenças significativas. Entretanto, houve tendência a melhores resultados em homoenxertos decelularizados com SDS após 12 meses de evolução. A análise histológica revelou reendotelização e repovoamento parcial da camada média com células autógenas. Não houve insuficiência pulmonar progressiva. Os dados de ressonância magnética demonstraram menor tendência de retração dos condutos decelularizados. Conclusões: O uso de homoenxertos decelularizados foi seguro, com bons resultados até quatro anos de evolução. Houve tendência a menores gradientes tardios nos homoenxertos decelularizados com SDS após 12 meses. 2007 artículo científico 0102-7638 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=398941865012 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=3989 Revista Brasileira de Cirurgia Cardiovascular/Brazilian Journal of Cardiovascular Surgery application/pdf Sociedade Brasileira de Cirurgia Cardiovascular Revista Brasileira de Cirurgia Cardiovascular/Brazilian Journal of Cardiovascular Surgery (Brasil) Num.4 Vol.22
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Operação de Ross com homoenxertos valvares decelularizados: resultados de médio prazo Francisco COSTA Pascal DOHMEN Eduardo VIEIRA Sérgio Veiga LOPES Claudinei COLATUSSO Elaine Welk Lopes PEREIRA Camila Naomi MATSUDA Sanderson CAUDURO Medicina Valva aórtica Valvas cardíacas Engenharia tissular Transplante homólogo Objetivo: Avaliar os resultados de médio prazo do uso de homoenxertos decelularizados na Operação de Ross. Métodos: Entre janeiro de 2003 e fevereiro de 2007, 68 pacientes foram submetidos à Operação de Ross com homoenxertos decelularizados. Quarenta e oito pacientes eram do sexo masculino, com idade media de 30,3±11,2 anos. A decelularização foi feita com Ácido Deoxicólico (DOA), em 35 casos, e com Dodecilsulfato de Sódio (SDS), em 33. Para a comparação dos gradientes, foram selecionados 68 pacientes pareados pela idade, e que usaram homoenxertos criopreservados. Todos os pacientes realizaram ecocardiograma antes da alta e estão sendo avaliados anualmente. Oito pacientes tiveram controle por ressonância nuclear. Em dois pacientes reoperados, foi possível fazer análise histológica de um segmento do conduto pulmonar. Resultados: Houve um (1,4%) óbito imediato. Na evolução tardia, houve duas reoperações e um óbito. Os gradientes imediatos variaram de 4 a 29mmHg (m=10,3±5,5), e apresentaram elevação para 16,5± 12,2mmHg (min= 4, max = 45) aos 24 meses. Quando comparados com o grupo criopreservado, não houve diferenças significativas. Entretanto, houve tendência a melhores resultados em homoenxertos decelularizados com SDS após 12 meses de evolução. A análise histológica revelou reendotelização e repovoamento parcial da camada média com células autógenas. Não houve insuficiência pulmonar progressiva. Os dados de ressonância magnética demonstraram menor tendência de retração dos condutos decelularizados. Conclusões: O uso de homoenxertos decelularizados foi seguro, com bons resultados até quatro anos de evolução. Houve tendência a menores gradientes tardios nos homoenxertos decelularizados com SDS após 12 meses. 2007 artículo científico 0102-7638 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=398941865012 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=3989 Revista Brasileira de Cirurgia Cardiovascular/Brazilian Journal of Cardiovascular Surgery application/pdf Sociedade Brasileira de Cirurgia Cardiovascular Revista Brasileira de Cirurgia Cardiovascular/Brazilian Journal of Cardiovascular Surgery (Brasil) Num.4 Vol.22
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