Benefícios da ventilação não-invasiva após extubação no pós-operatório de cirurgia cardíaca

Fuente: Redalyc
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Autor principal: Célia Regina LOPES
Formato: Artículo científico
Lenguaje:pt
Publicado: Sociedade Brasileira de Cirurgia Cardiovascular 2008
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author Célia Regina LOPES
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contents Benefícios da ventilação não-invasiva após extubação no pós-operatório de cirurgia cardíaca Célia Regina LOPES Carlos Manuel de Almeida BRANDÃO Emília NOZAWA José Otávio Costa AULER JR Medicina Respiração artificial Desmame do respirador Unidades de terapia intensiva Procedimentos cirúrgicos cardíacos Ventilação com pressão positiva intermitente Objetivo: Demonstrar os benefícios da utilização da ventilação não-invasiva (VNI) no processo de interrupção da ventilação mecânica, no pós-operatório de cirurgia cardíaca. Métodos: Estudo prospectivo, randomizado e controlado, com 100 pacientes submetidos a cirurgia de revascularização do miocárdio ou cirurgia valvar. Os pacientes foram admitidos na Unidade de Terapia Intensiva (UTI), sob ventilação mecânica e randomizados posteriormente em grupo estudo (n= 50) que utilizou VNI com dois níveis pressóricos após a extubação por 30 minutos, e grupo controle (n= 50) que fez uso apenas de cateter nasal de O 2 . Foram analisadas as variáveis antropométricas, os tempos correspondentes à anestesia, cirurgia e circulação extracorpórea, bem como o tempo necessário para a supressão da ventilação mecânica invasiva. As variáveis gasométricas e hemodinâmicas também foram avaliadas antes e após a extubação. Resultados: Os grupos controle e estudo evoluíram de forma semelhante e não apresentaram diferença estatisticamente significante na análise das variáveis, exceto para a PaO 2 . A utilização da VNI por 30 minutos após a extubação promoveu melhora na PaO 2 quando comparados os grupos, com p= 0,0009, mas não apresentou diferença estatisticamente significante na PaCO 2 (p=0,557). Conclusão: O uso da VNI por 30 minutos após extubação produziu melhora na oxigenação do pacientes em pós- operatório imediato de cirurgia cardíaca. 2008 artículo científico 0102-7638 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=398941868010 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=3989 Revista Brasileira de Cirurgia Cardiovascular/Brazilian Journal of Cardiovascular Surgery application/pdf Sociedade Brasileira de Cirurgia Cardiovascular Revista Brasileira de Cirurgia Cardiovascular/Brazilian Journal of Cardiovascular Surgery (Brasil) Num.3 Vol.23
format Artículo científico
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publishDate 2008
publisher Sociedade Brasileira de Cirurgia Cardiovascular
spellingShingle Benefícios da ventilação não-invasiva após extubação no pós-operatório de cirurgia cardíaca
Célia Regina LOPES
Medicina
Respiração artificial
Desmame do respirador
Unidades de terapia intensiva
Procedimentos cirúrgicos cardíacos
Ventilação com pressão positiva intermitente
Benefícios da ventilação não-invasiva após extubação no pós-operatório de cirurgia cardíaca Célia Regina LOPES Carlos Manuel de Almeida BRANDÃO Emília NOZAWA José Otávio Costa AULER JR Medicina Respiração artificial Desmame do respirador Unidades de terapia intensiva Procedimentos cirúrgicos cardíacos Ventilação com pressão positiva intermitente Objetivo: Demonstrar os benefícios da utilização da ventilação não-invasiva (VNI) no processo de interrupção da ventilação mecânica, no pós-operatório de cirurgia cardíaca. Métodos: Estudo prospectivo, randomizado e controlado, com 100 pacientes submetidos a cirurgia de revascularização do miocárdio ou cirurgia valvar. Os pacientes foram admitidos na Unidade de Terapia Intensiva (UTI), sob ventilação mecânica e randomizados posteriormente em grupo estudo (n= 50) que utilizou VNI com dois níveis pressóricos após a extubação por 30 minutos, e grupo controle (n= 50) que fez uso apenas de cateter nasal de O 2 . Foram analisadas as variáveis antropométricas, os tempos correspondentes à anestesia, cirurgia e circulação extracorpórea, bem como o tempo necessário para a supressão da ventilação mecânica invasiva. As variáveis gasométricas e hemodinâmicas também foram avaliadas antes e após a extubação. Resultados: Os grupos controle e estudo evoluíram de forma semelhante e não apresentaram diferença estatisticamente significante na análise das variáveis, exceto para a PaO 2 . A utilização da VNI por 30 minutos após a extubação promoveu melhora na PaO 2 quando comparados os grupos, com p= 0,0009, mas não apresentou diferença estatisticamente significante na PaCO 2 (p=0,557). Conclusão: O uso da VNI por 30 minutos após extubação produziu melhora na oxigenação do pacientes em pós- operatório imediato de cirurgia cardíaca. 2008 artículo científico 0102-7638 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=398941868010 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=3989 Revista Brasileira de Cirurgia Cardiovascular/Brazilian Journal of Cardiovascular Surgery application/pdf Sociedade Brasileira de Cirurgia Cardiovascular Revista Brasileira de Cirurgia Cardiovascular/Brazilian Journal of Cardiovascular Surgery (Brasil) Num.3 Vol.23
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Unidades de terapia intensiva
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