Aprotinina preserva plaquetas em crianças com cardiopatia congênita acianogênica operadas com circulação extracorpórea?

Fuente: Redalyc
Saved in:
Bibliographic Details
Main Author: Cesar Augusto FERREIRA
Format: Artículo científico
Language:pt
Published: Sociedade Brasileira de Cirurgia Cardiovascular 2009
Subjects:
Online Access:
Tags: Add Tag
No Tags, Be the first to tag this record!
_version_ 1876468701848403968
author Cesar Augusto FERREIRA
author_facet Cesar Augusto FERREIRA
contents Aprotinina preserva plaquetas em crianças com cardiopatia congênita acianogênica operadas com circulação extracorpórea? Cesar Augusto FERREIRA Walter Villela de Andrade VICENTE Paulo Roberto Barbosa ÉVORA Alfredo José RODRIGUES Jyrson Guilherme KLAMT Ana Paula de Carvalho Panzeli CARLOTTI Fábio CARMONA Paulo Henrique MANSO Medicina Plaquetas Aprotinina Hemostasia Procedimentos cirúrgicos cardiovasculares Circulação extracorpórea com oxigenador de membrana Objetivo: Avaliação dos efeitos hemostáticos e plaquetários em crianças submetidas a correção de cardiopatias congênitas acianogênicas com circulação extracorpórea que receberam aprotinina. Métodos: Estudo prospectivo randomizado em crianças de 30 dias a 4 anos de idade, submetidas a correção de cardiopatia congênita acianogênica, com circulação extracorpórea (CEC) e divididas em dois grupos, um denominado Controle (n=9) e o outro, Aprotinina (n=10). Neste, a droga foi administrada antes e durante a CEC. A disfunção hemostática foi analisada por marcadores clínicos e bioquímicos. Foram consideradas significantes as diferenças com P <0,05. Resultados: Os grupos foram semelhantes quanto às variáveis demográficas e intra-operatórias, exceto por maior hemodiluição no Grupo Aprotinina. Não houve benefício quanto aos tempos de ventilação pulmonar mecânica, permanência no centro de terapia intensiva pediátrica e hospitalar, nem quanto ao uso de inotrópicos e função renal. Ocorreu preservação da concentração plaquetária com a Aprotinina, enquanto no grupo Controle houve plaquetopenia desde o início da CEC. As perdas sanguíneasforam semelhantes nos dois grupos. Não houve complicações com o uso da Aprotinina. Conclusão: A Aprotinina preservou quantitativamente as plaquetas em crianças com cardiopatia congênita acianogênica. 2009 artículo científico 0102-7638 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=398941872018 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=3989 Revista Brasileira de Cirurgia Cardiovascular/Brazilian Journal of Cardiovascular Surgery application/pdf Sociedade Brasileira de Cirurgia Cardiovascular Revista Brasileira de Cirurgia Cardiovascular/Brazilian Journal of Cardiovascular Surgery (Brasil) Num.3 Vol.24
format Artículo científico
id redalyc_398941872018
institution Redalyc
language pt
publishDate 2009
publisher Sociedade Brasileira de Cirurgia Cardiovascular
spellingShingle Aprotinina preserva plaquetas em crianças com cardiopatia congênita acianogênica operadas com circulação extracorpórea?
Cesar Augusto FERREIRA
Medicina
Plaquetas
Aprotinina
Hemostasia
Procedimentos cirúrgicos cardiovasculares
Circulação extracorpórea com oxigenador de membrana
Aprotinina preserva plaquetas em crianças com cardiopatia congênita acianogênica operadas com circulação extracorpórea? Cesar Augusto FERREIRA Walter Villela de Andrade VICENTE Paulo Roberto Barbosa ÉVORA Alfredo José RODRIGUES Jyrson Guilherme KLAMT Ana Paula de Carvalho Panzeli CARLOTTI Fábio CARMONA Paulo Henrique MANSO Medicina Plaquetas Aprotinina Hemostasia Procedimentos cirúrgicos cardiovasculares Circulação extracorpórea com oxigenador de membrana Objetivo: Avaliação dos efeitos hemostáticos e plaquetários em crianças submetidas a correção de cardiopatias congênitas acianogênicas com circulação extracorpórea que receberam aprotinina. Métodos: Estudo prospectivo randomizado em crianças de 30 dias a 4 anos de idade, submetidas a correção de cardiopatia congênita acianogênica, com circulação extracorpórea (CEC) e divididas em dois grupos, um denominado Controle (n=9) e o outro, Aprotinina (n=10). Neste, a droga foi administrada antes e durante a CEC. A disfunção hemostática foi analisada por marcadores clínicos e bioquímicos. Foram consideradas significantes as diferenças com P <0,05. Resultados: Os grupos foram semelhantes quanto às variáveis demográficas e intra-operatórias, exceto por maior hemodiluição no Grupo Aprotinina. Não houve benefício quanto aos tempos de ventilação pulmonar mecânica, permanência no centro de terapia intensiva pediátrica e hospitalar, nem quanto ao uso de inotrópicos e função renal. Ocorreu preservação da concentração plaquetária com a Aprotinina, enquanto no grupo Controle houve plaquetopenia desde o início da CEC. As perdas sanguíneasforam semelhantes nos dois grupos. Não houve complicações com o uso da Aprotinina. Conclusão: A Aprotinina preservou quantitativamente as plaquetas em crianças com cardiopatia congênita acianogênica. 2009 artículo científico 0102-7638 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=398941872018 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=3989 Revista Brasileira de Cirurgia Cardiovascular/Brazilian Journal of Cardiovascular Surgery application/pdf Sociedade Brasileira de Cirurgia Cardiovascular Revista Brasileira de Cirurgia Cardiovascular/Brazilian Journal of Cardiovascular Surgery (Brasil) Num.3 Vol.24
title Aprotinina preserva plaquetas em crianças com cardiopatia congênita acianogênica operadas com circulação extracorpórea?
topic Medicina
Plaquetas
Aprotinina
Hemostasia
Procedimentos cirúrgicos cardiovasculares
Circulação extracorpórea com oxigenador de membrana
url https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=398941872018