Táticas e técnicas endovasculares para retirada de corpos estranhos intravenosos

Fuente: Redalyc
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Auteur principal: Joaquim Maurício da MOTTA-LEAL FILHO
Format: Artículo científico
Langue:pt
Publié: Sociedade Brasileira de Cirurgia Cardiovascular 2010
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author Joaquim Maurício da MOTTA-LEAL FILHO
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contents Táticas e técnicas endovasculares para retirada de corpos estranhos intravenosos Joaquim Maurício da MOTTA-LEAL FILHO Francisco Cesar CARNEVALE Felipe NASSER Aline Cristine Barbosa SANTOS Wilson de Oliveira SOUSA JUNIOR Charles Edouard ZURSTRASSEN Breno Boueri AFFONSO Airton Mota MOREIRA Medicina Embolia Cateteres de demora Remoção de dispositivo Migração de corpoestranho Introdução:A incidência da embolização de cateteresintravenosos, na literatura mundial, é de 1% dentre todas ascomplicações descritas. Porém, possui taxa de mortalidadepodendo variar de 24 a 60%. O não funcionamento do cateteré a suspeita diagnóstica principal da embolização, visto que,habitualmente, os pacientes são assintomáticos.Objetivo: Relatar o manejo na extração de corpos estranhosintravenosos, com o uso de táticas e técnicas endovascularesdiversas.Métodos: Estudo retrospectivo com 12 pacientes, no períodode dois anos. Sete pacientes eram do sexo feminino e cincodo sexo masculino, com média de idade de 29 anos (dois mesesa 65 anos).Resultados: Sucesso técnico foi obtido em 100% dos casos.Foram extraídos 10 port-a-caths, um intra-cath e um PICC. Oslocais mais frequentes de alojamento de uma dasextremidades dos corpos estranhos intravenosos foram o átriodireito (41,6%) e o ventrículo direito (33,3%). Em 100% doscasos se utilizou um único acesso venoso. O acesso femoralfoi o mais utilizado, em 91,6% dos casos (11 cateteres).Utilizou-se o laço (loop-snare) em 10 (83,3%) casos. O motivomais frequente da presença do corpo estranho intravascularfoi a fratura do cateter, que ocorreu em 66,6% dos casos (oitopacientes). Houve uma complicação, fibrilação atrial (8,3%),relacionada à extração de corpo estranho intravenoso. A taxade mortalidade em 30 dias foi igual a zero.Conclusão: A retirada de corpos estranhos intravenosospor via percutânea é considerada tratamento padrão ouro,por se tratar de procedimento minimamente invasivo,relativamente simples, seguro e com baixas taxas decomplicações quando comparada ao tratamento cirúrgicoconvencional. 2010 artículo científico 0102-7638 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=398941876012 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=3989 Revista Brasileira de Cirurgia Cardiovascular/Brazilian Journal of Cardiovascular Surgery application/pdf Sociedade Brasileira de Cirurgia Cardiovascular Revista Brasileira de Cirurgia Cardiovascular/Brazilian Journal of Cardiovascular Surgery (Brasil) Num.2 Vol.25
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Joaquim Maurício da MOTTA-LEAL FILHO
Medicina
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Cateteres de demora
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Táticas e técnicas endovasculares para retirada de corpos estranhos intravenosos Joaquim Maurício da MOTTA-LEAL FILHO Francisco Cesar CARNEVALE Felipe NASSER Aline Cristine Barbosa SANTOS Wilson de Oliveira SOUSA JUNIOR Charles Edouard ZURSTRASSEN Breno Boueri AFFONSO Airton Mota MOREIRA Medicina Embolia Cateteres de demora Remoção de dispositivo Migração de corpoestranho Introdução:A incidência da embolização de cateteresintravenosos, na literatura mundial, é de 1% dentre todas ascomplicações descritas. Porém, possui taxa de mortalidadepodendo variar de 24 a 60%. O não funcionamento do cateteré a suspeita diagnóstica principal da embolização, visto que,habitualmente, os pacientes são assintomáticos.Objetivo: Relatar o manejo na extração de corpos estranhosintravenosos, com o uso de táticas e técnicas endovascularesdiversas.Métodos: Estudo retrospectivo com 12 pacientes, no períodode dois anos. Sete pacientes eram do sexo feminino e cincodo sexo masculino, com média de idade de 29 anos (dois mesesa 65 anos).Resultados: Sucesso técnico foi obtido em 100% dos casos.Foram extraídos 10 port-a-caths, um intra-cath e um PICC. Oslocais mais frequentes de alojamento de uma dasextremidades dos corpos estranhos intravenosos foram o átriodireito (41,6%) e o ventrículo direito (33,3%). Em 100% doscasos se utilizou um único acesso venoso. O acesso femoralfoi o mais utilizado, em 91,6% dos casos (11 cateteres).Utilizou-se o laço (loop-snare) em 10 (83,3%) casos. O motivomais frequente da presença do corpo estranho intravascularfoi a fratura do cateter, que ocorreu em 66,6% dos casos (oitopacientes). Houve uma complicação, fibrilação atrial (8,3%),relacionada à extração de corpo estranho intravenoso. A taxade mortalidade em 30 dias foi igual a zero.Conclusão: A retirada de corpos estranhos intravenosospor via percutânea é considerada tratamento padrão ouro,por se tratar de procedimento minimamente invasivo,relativamente simples, seguro e com baixas taxas decomplicações quando comparada ao tratamento cirúrgicoconvencional. 2010 artículo científico 0102-7638 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=398941876012 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=3989 Revista Brasileira de Cirurgia Cardiovascular/Brazilian Journal of Cardiovascular Surgery application/pdf Sociedade Brasileira de Cirurgia Cardiovascular Revista Brasileira de Cirurgia Cardiovascular/Brazilian Journal of Cardiovascular Surgery (Brasil) Num.2 Vol.25
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Cateteres de demora
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