Comparação da perviedade entre artéria radial e veia safena em pacientes em pós-operatório de cirurgia de revascularização miocárdica com retorno dos sintomas

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1. Verfasser: Herbert Coelho HORTMANN
Format: Artículo científico
Sprache:pt
Veröffentlicht: Sociedade Brasileira de Cirurgia Cardiovascular 2010
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author Herbert Coelho HORTMANN
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contents Comparação da perviedade entre artéria radial e veia safena em pacientes em pós-operatório de cirurgia de revascularização miocárdica com retorno dos sintomas Herbert Coelho HORTMANN Homero Geraldo de OLIVEIRA Renato Rocha RABELLO Eduardo Augusto Victor ROCHA Sérgio Caporali de OLIVEIRA Medicina Veia safena Artéria radial Artéria torácica interna Revascularização miocárdica Objetivo: Comparar a perviedade da artéria radial e veiasafena em pacientes com retorno dos sintomas após cirurgiade revascularização do miocárdio (CRVM).Métodos: Estudo retrospectivo. No período de janeiro de1998 a dezembro de 2005, foram realizadas 469 CRVMs com ouso da artéria radial dentre os enxertos, no Hospital Vera Cruz,em Belo Horizonte/MG. Destes, 94 pacientes apresentaramalterações isquêmicas no pós-operatório recente ou tardio eforam reestudados com cineangiocoronariografia. Os enxertosforam divididos em três grupos: artéria torácica interna (ATI),artéria radial (AR) e veia safena (VS), e foram estratificadossegundo a gravidade das lesões: sem lesão grave (<70%),obstrução grave (70% a 99%) e oclusão.Resultados: Nos 94 pacientes reestudados, foramutilizados 86 enxertos de ATI, 94 de AR e 111 de VS. Dos 86enxertos de ATI, 73 (84,88%) se encontravam sem lesõesgraves; dos 94 enxertos de AR eram 55 (58,51%) e dos 111enxertos de VS, 73 (65,76%) estavam livre de lesões graves.Houve diferença estatística (P= 0,001) entre os enxertos deAR e VS com maior perviedade da VS. As mulheresapresentaram pior resultado quanto à perviedade da AR(65,7% e 40,7%) com P= 0,006. Quanto à artéria coronáriarevascularizada, houve diferença entre os enxertos usadospara artéria coronária direita, com melhor resultado da VS(P= 0,036).Conclusão: A AR mostrou-se com pior resultado que a VScomo segundo enxerto na CRVM, principalmente emmulheres e quando anastomosada na coronária direita. 2010 artículo científico 0102-7638 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=398941876014 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=3989 Revista Brasileira de Cirurgia Cardiovascular/Brazilian Journal of Cardiovascular Surgery application/pdf Sociedade Brasileira de Cirurgia Cardiovascular Revista Brasileira de Cirurgia Cardiovascular/Brazilian Journal of Cardiovascular Surgery (Brasil) Num.2 Vol.25
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Herbert Coelho HORTMANN
Medicina
Veia safena
Artéria radial
Artéria torácica interna
Revascularização miocárdica
Comparação da perviedade entre artéria radial e veia safena em pacientes em pós-operatório de cirurgia de revascularização miocárdica com retorno dos sintomas Herbert Coelho HORTMANN Homero Geraldo de OLIVEIRA Renato Rocha RABELLO Eduardo Augusto Victor ROCHA Sérgio Caporali de OLIVEIRA Medicina Veia safena Artéria radial Artéria torácica interna Revascularização miocárdica Objetivo: Comparar a perviedade da artéria radial e veiasafena em pacientes com retorno dos sintomas após cirurgiade revascularização do miocárdio (CRVM).Métodos: Estudo retrospectivo. No período de janeiro de1998 a dezembro de 2005, foram realizadas 469 CRVMs com ouso da artéria radial dentre os enxertos, no Hospital Vera Cruz,em Belo Horizonte/MG. Destes, 94 pacientes apresentaramalterações isquêmicas no pós-operatório recente ou tardio eforam reestudados com cineangiocoronariografia. Os enxertosforam divididos em três grupos: artéria torácica interna (ATI),artéria radial (AR) e veia safena (VS), e foram estratificadossegundo a gravidade das lesões: sem lesão grave (<70%),obstrução grave (70% a 99%) e oclusão.Resultados: Nos 94 pacientes reestudados, foramutilizados 86 enxertos de ATI, 94 de AR e 111 de VS. Dos 86enxertos de ATI, 73 (84,88%) se encontravam sem lesõesgraves; dos 94 enxertos de AR eram 55 (58,51%) e dos 111enxertos de VS, 73 (65,76%) estavam livre de lesões graves.Houve diferença estatística (P= 0,001) entre os enxertos deAR e VS com maior perviedade da VS. As mulheresapresentaram pior resultado quanto à perviedade da AR(65,7% e 40,7%) com P= 0,006. Quanto à artéria coronáriarevascularizada, houve diferença entre os enxertos usadospara artéria coronária direita, com melhor resultado da VS(P= 0,036).Conclusão: A AR mostrou-se com pior resultado que a VScomo segundo enxerto na CRVM, principalmente emmulheres e quando anastomosada na coronária direita. 2010 artículo científico 0102-7638 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=398941876014 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=3989 Revista Brasileira de Cirurgia Cardiovascular/Brazilian Journal of Cardiovascular Surgery application/pdf Sociedade Brasileira de Cirurgia Cardiovascular Revista Brasileira de Cirurgia Cardiovascular/Brazilian Journal of Cardiovascular Surgery (Brasil) Num.2 Vol.25
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