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Detalles Bibliográficos
Autor principal: Nathalie Jeanne Magioli BRAVO-VALENZUELA
Formato: Artículo científico
Lenguaje:pt
Publicado: Sociedade Brasileira de Cirurgia Cardiovascular 2011
Materias:
Acceso en línea:https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=398941880013
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author Nathalie Jeanne Magioli BRAVO-VALENZUELA
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contents Recuperação pôndero-estatural em crianças com síndrome de Down e cardiopatia congênita Nathalie Jeanne Magioli BRAVO-VALENZUELA Maria Lucia Bastos PASSARELLI Maria Veronica COATES Luiz Fernando Costa NASCIMENTO Medicina Estatura Estatura Estatura Crescimento Crescimento Objetivo: Avaliar o impacto das cardiopatias congênitas em crianças no crescimento de crianças com síndrome de Down (SD) e a sua recuperação pôndero-estatural após correção cirúrgica. Métodos: Estudo retrospectivo de portadores da SD, entre 1984 e 2007. Excluídos os mosaicos e/ou portadores de morbidades associadas (n=165). Calcularam-se os escores Z para peso (Zpn) e comprimento (Zen) no momento do nascimento. Nos pacientes submetidos à correção cirúrgica (n=60), os escores Zp e Ze foram calculados antes da intervenção cirúrgica e em períodos posteriores, em até cinco anos de pós-operatório (PO). Em relação à população geral, Zp e Ze £ 2,5 foram significativos para déficit de crescimento. Utilizado teste do Qui-Quadrado para verificar relação entre peso/estatura e idade no momento da cirurgia e teste T de Student para avaliar o momento em que ocorreu a recuperação PO (P < 0,05). Resultados: As médias de Zpn (n=162) e Zen (n=156) foram -0,95 ± 1,27 e -1,348 ± 1,02. Da amostra total (n=165), 65,5% (n=108) dos pacientes apresentavam doença cardíaca. Dentre os pacientes submetidos (n=60) à cirurgia cardíaca, Zp era inferior a -2,5 em 55% (n=33) e Ze, em 60% (n=36). Com seis meses de PO, 67,4% alcançaram Zp ³ 2,5. Em um ano, 85,7% atingiram Ze ³ 2,5. Dividindo este grupo por idade, na época da cirurgia, em tercis não ocorreu diferença. Conclusões: Observou-se déficit pôndero-estatural em relação à população geral desde o nascimento, sendo maior nas crianças com cardiopatia de indicação cirúrgica. A recuperação PO ocorreu em seis meses para o peso e em um ano para a estatura, sem diferença quanto à idade no momento cirúrgico. 2011 artículo científico 0102-7638 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=398941880013 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=3989 Revista Brasileira de Cirurgia Cardiovascular/Brazilian Journal of Cardiovascular Surgery application/pdf Sociedade Brasileira de Cirurgia Cardiovascular Revista Brasileira de Cirurgia Cardiovascular/Brazilian Journal of Cardiovascular Surgery (Brasil) Num.1 Vol.26
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Crescimento
Crescimento
Recuperação pôndero-estatural em crianças com síndrome de Down e cardiopatia congênita Nathalie Jeanne Magioli BRAVO-VALENZUELA Maria Lucia Bastos PASSARELLI Maria Veronica COATES Luiz Fernando Costa NASCIMENTO Medicina Estatura Estatura Estatura Crescimento Crescimento Objetivo: Avaliar o impacto das cardiopatias congênitas em crianças no crescimento de crianças com síndrome de Down (SD) e a sua recuperação pôndero-estatural após correção cirúrgica. Métodos: Estudo retrospectivo de portadores da SD, entre 1984 e 2007. Excluídos os mosaicos e/ou portadores de morbidades associadas (n=165). Calcularam-se os escores Z para peso (Zpn) e comprimento (Zen) no momento do nascimento. Nos pacientes submetidos à correção cirúrgica (n=60), os escores Zp e Ze foram calculados antes da intervenção cirúrgica e em períodos posteriores, em até cinco anos de pós-operatório (PO). Em relação à população geral, Zp e Ze £ 2,5 foram significativos para déficit de crescimento. Utilizado teste do Qui-Quadrado para verificar relação entre peso/estatura e idade no momento da cirurgia e teste T de Student para avaliar o momento em que ocorreu a recuperação PO (P < 0,05). Resultados: As médias de Zpn (n=162) e Zen (n=156) foram -0,95 ± 1,27 e -1,348 ± 1,02. Da amostra total (n=165), 65,5% (n=108) dos pacientes apresentavam doença cardíaca. Dentre os pacientes submetidos (n=60) à cirurgia cardíaca, Zp era inferior a -2,5 em 55% (n=33) e Ze, em 60% (n=36). Com seis meses de PO, 67,4% alcançaram Zp ³ 2,5. Em um ano, 85,7% atingiram Ze ³ 2,5. Dividindo este grupo por idade, na época da cirurgia, em tercis não ocorreu diferença. Conclusões: Observou-se déficit pôndero-estatural em relação à população geral desde o nascimento, sendo maior nas crianças com cardiopatia de indicação cirúrgica. A recuperação PO ocorreu em seis meses para o peso e em um ano para a estatura, sem diferença quanto à idade no momento cirúrgico. 2011 artículo científico 0102-7638 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=398941880013 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=3989 Revista Brasileira de Cirurgia Cardiovascular/Brazilian Journal of Cardiovascular Surgery application/pdf Sociedade Brasileira de Cirurgia Cardiovascular Revista Brasileira de Cirurgia Cardiovascular/Brazilian Journal of Cardiovascular Surgery (Brasil) Num.1 Vol.26
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