Resultados tardios da plastia mitral em pacientes reumáticos

Fuente: Redalyc
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Main Author: Elaine Soraya Barbosa de Oliveira Severino
Format: Artículo científico
Language:pt
Published: Sociedade Brasileira de Cirurgia Cardiovascular 2011
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author Elaine Soraya Barbosa de Oliveira Severino
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contents Resultados tardios da plastia mitral em pacientes reumáticos Elaine Soraya Barbosa de Oliveira Severino Orlando Petrucci Karlos Alexandre de Souza Vilarinho Carlos Fernando Ramos Lavagnoli Lindemberg da Mota Silveira Filho Pedro Paulo Martins de Oliveira Reinaldo Wilson Vieira Domingo Marcolino Braile Medicina Valva mitral prolapso da valva mitral estenose da valva mitral insuficiência da valva mitral Introdução: Os resultados tardios da plastia mitral em pacientes reumáticos são controversos na literatura. Objetivo: Estudo observacional e prospectivo que avalia os resultados tardios e identifica os fatores associados à reoperação e à mortalidade em pacientes reumáticos submetidos à plastia da valva mitral. Métodos: Incluídos somente os pacientes com valvopatia mitral reumática submetidos a plastia, com insuficiência tricúspide associada ou não. Excluídos os pacientes com outros procedimentos associados. Um total de 104 pacientes foi estudado. Sobrevida e reoperação foram avaliadas pela analise de Kaplan-Meier e regressão logística de Cox. Resultados: O tempo de seguimento foi de 63 ± 39 meses (IC 95% 36 a 74 meses). A classe funcional III e IV estava presente em 65,4% dos pacientes no pré-operatório. Foram realizadas 33 plastias do anel posterior, 21 comissurotomias, 50 comissurotomias e plastias do anel posterior. Não houve mortalidade operatória e a tardia foi de três (2,8%) pacientes. A reoperação tardia esteve associada à insuficiência mitral residual no pós-operatório (P<0,001), presença de hipertensão pulmonar no pré-operatório (P< 0,01), idade (P<0,04) e classe funcional no pós-operatório (P<0,001). No seguimento, a probabilidade de estar livre de reoperação com 5 e 10 anos foi de 91,2 ± 3,4% e 71,1 ± 9,2%, respectivamente. Conclusão: Os resultados tardios do reparo da valva mitral em pacientes reumáticos têm fatores associados à reoperação. O reparo da valva mitral reumática é seguro e com ótima sobrevida a longo prazo. 2011 artículo científico 0102-7638 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=398941883010 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=3989 Revista Brasileira de Cirurgia Cardiovascular/Brazilian Journal of Cardiovascular Surgery application/pdf Sociedade Brasileira de Cirurgia Cardiovascular Revista Brasileira de Cirurgia Cardiovascular/Brazilian Journal of Cardiovascular Surgery (Brasil) Num.4 Vol.26
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Resultados tardios da plastia mitral em pacientes reumáticos Elaine Soraya Barbosa de Oliveira Severino Orlando Petrucci Karlos Alexandre de Souza Vilarinho Carlos Fernando Ramos Lavagnoli Lindemberg da Mota Silveira Filho Pedro Paulo Martins de Oliveira Reinaldo Wilson Vieira Domingo Marcolino Braile Medicina Valva mitral prolapso da valva mitral estenose da valva mitral insuficiência da valva mitral Introdução: Os resultados tardios da plastia mitral em pacientes reumáticos são controversos na literatura. Objetivo: Estudo observacional e prospectivo que avalia os resultados tardios e identifica os fatores associados à reoperação e à mortalidade em pacientes reumáticos submetidos à plastia da valva mitral. Métodos: Incluídos somente os pacientes com valvopatia mitral reumática submetidos a plastia, com insuficiência tricúspide associada ou não. Excluídos os pacientes com outros procedimentos associados. Um total de 104 pacientes foi estudado. Sobrevida e reoperação foram avaliadas pela analise de Kaplan-Meier e regressão logística de Cox. Resultados: O tempo de seguimento foi de 63 ± 39 meses (IC 95% 36 a 74 meses). A classe funcional III e IV estava presente em 65,4% dos pacientes no pré-operatório. Foram realizadas 33 plastias do anel posterior, 21 comissurotomias, 50 comissurotomias e plastias do anel posterior. Não houve mortalidade operatória e a tardia foi de três (2,8%) pacientes. A reoperação tardia esteve associada à insuficiência mitral residual no pós-operatório (P<0,001), presença de hipertensão pulmonar no pré-operatório (P< 0,01), idade (P<0,04) e classe funcional no pós-operatório (P<0,001). No seguimento, a probabilidade de estar livre de reoperação com 5 e 10 anos foi de 91,2 ± 3,4% e 71,1 ± 9,2%, respectivamente. Conclusão: Os resultados tardios do reparo da valva mitral em pacientes reumáticos têm fatores associados à reoperação. O reparo da valva mitral reumática é seguro e com ótima sobrevida a longo prazo. 2011 artículo científico 0102-7638 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=398941883010 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=3989 Revista Brasileira de Cirurgia Cardiovascular/Brazilian Journal of Cardiovascular Surgery application/pdf Sociedade Brasileira de Cirurgia Cardiovascular Revista Brasileira de Cirurgia Cardiovascular/Brazilian Journal of Cardiovascular Surgery (Brasil) Num.4 Vol.26
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