Cirurgia cardíaca videoassistida: 6 anos de experiência

Fuente: Redalyc
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Detalles Bibliográficos
Autor principal: Jeronimo Antonio Fortunato Júnior
Formato: Artículo científico
Lenguaje:pt
Publicado: Sociedade Brasileira de Cirurgia Cardiovascular 2012
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author Jeronimo Antonio Fortunato Júnior
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contents Cirurgia cardíaca videoassistida: 6 anos de experiência Jeronimo Antonio Fortunato Júnior Marcelo Luiz Pereira André Luiz M. Martins Daniele de Souza C. Pereira Maria Evangelista Paz Luciana Paludo Alcides Branco Filho Branka Milosewich Medicina cirurgia assistida Cirurgia vídeo Valvas cardíacas Cirurgia torácica vídeo Introdução: A cirurgia cardíaca minimamente invasiva e videoassistida (CCV A) tem aumentado em popularidade nos últimos 15 anos. As pequenas incisões têm sido associadas a um bom efeito estético e menor trauma cirúrgico, consequentemente, menor dor e rápida recuperação pós- operatória. Objetivos: Apr esentar nossa casuística com CCV A, após 6 anos de uso do método. Métodos: Cento e trinta e seis pacientes foram submetidos à CCV A, após consentimento escrito, entr e setembr o de 2005 e outubr o de 201 1, sendo 50% do sexo masculino, com idade de 47,8 ± 15,4 anos, divididos em dois grupos: com circulação extracorpórea (CEC) (GcCEC=105 pacientes): valvopatia mitral (47/105), valvopatia aórtica (39/105) e cardiopatia congênita (19/105) e sem CEC (GsCEC=31 pacientes): ressincronização cardíaca (18/31), tumor cardíaco (4/31) e revascularização miocárdica minimamente invasiva (6/31). No GcCEC, foi realizada minitoracotomia direita (3 a 5 cm) e acesso femoral para canulação periférica. Resultados: No GcCEC, a média de dias em UTI (DUTI) e de internação hospitalar (DH) foi, respectivamente, 2,4 ± 4,5 dias e 5,0 ± 6,8 dias. Doze pacientes apresentaram complicações no pós-operatório e cinco (4,8%) foram a óbito. Noventa e três (88,6%) pacientes evoluíram sem intercorrências, foram extubados no centro cirúrgico, permanecendo 1,8 ± 0,9 DUTI e 3,6 ± 1,3 DH. No GsCEC, foram 1,3 ± 0,7 DUTI e 2,9 ± 1,4 DH, sem intercorrências ou óbitos. Conclusão: Os resultados encontrados nesta casuística são comparáveis aos da literatura mundial e confirmam o método como opção à técnica convencional. 2012 artículo científico 0102-7638 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=398941884006 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=3989 Revista Brasileira de Cirurgia Cardiovascular/Brazilian Journal of Cardiovascular Surgery application/pdf Sociedade Brasileira de Cirurgia Cardiovascular Revista Brasileira de Cirurgia Cardiovascular/Brazilian Journal of Cardiovascular Surgery (Brasil) Num.1 Vol.27
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Cirurgia cardíaca videoassistida: 6 anos de experiência Jeronimo Antonio Fortunato Júnior Marcelo Luiz Pereira André Luiz M. Martins Daniele de Souza C. Pereira Maria Evangelista Paz Luciana Paludo Alcides Branco Filho Branka Milosewich Medicina cirurgia assistida Cirurgia vídeo Valvas cardíacas Cirurgia torácica vídeo Introdução: A cirurgia cardíaca minimamente invasiva e videoassistida (CCV A) tem aumentado em popularidade nos últimos 15 anos. As pequenas incisões têm sido associadas a um bom efeito estético e menor trauma cirúrgico, consequentemente, menor dor e rápida recuperação pós- operatória. Objetivos: Apr esentar nossa casuística com CCV A, após 6 anos de uso do método. Métodos: Cento e trinta e seis pacientes foram submetidos à CCV A, após consentimento escrito, entr e setembr o de 2005 e outubr o de 201 1, sendo 50% do sexo masculino, com idade de 47,8 ± 15,4 anos, divididos em dois grupos: com circulação extracorpórea (CEC) (GcCEC=105 pacientes): valvopatia mitral (47/105), valvopatia aórtica (39/105) e cardiopatia congênita (19/105) e sem CEC (GsCEC=31 pacientes): ressincronização cardíaca (18/31), tumor cardíaco (4/31) e revascularização miocárdica minimamente invasiva (6/31). No GcCEC, foi realizada minitoracotomia direita (3 a 5 cm) e acesso femoral para canulação periférica. Resultados: No GcCEC, a média de dias em UTI (DUTI) e de internação hospitalar (DH) foi, respectivamente, 2,4 ± 4,5 dias e 5,0 ± 6,8 dias. Doze pacientes apresentaram complicações no pós-operatório e cinco (4,8%) foram a óbito. Noventa e três (88,6%) pacientes evoluíram sem intercorrências, foram extubados no centro cirúrgico, permanecendo 1,8 ± 0,9 DUTI e 3,6 ± 1,3 DH. No GsCEC, foram 1,3 ± 0,7 DUTI e 2,9 ± 1,4 DH, sem intercorrências ou óbitos. Conclusão: Os resultados encontrados nesta casuística são comparáveis aos da literatura mundial e confirmam o método como opção à técnica convencional. 2012 artículo científico 0102-7638 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=398941884006 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=3989 Revista Brasileira de Cirurgia Cardiovascular/Brazilian Journal of Cardiovascular Surgery application/pdf Sociedade Brasileira de Cirurgia Cardiovascular Revista Brasileira de Cirurgia Cardiovascular/Brazilian Journal of Cardiovascular Surgery (Brasil) Num.1 Vol.27
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