Experiência inicial e pioneira do implante de valva aórtica transcateter (Inovare) por via femoral ou ilíaca

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1. Verfasser: José Carlos Dorsa Vieira Pontes
Format: Artículo científico
Sprache:pt
Veröffentlicht: Sociedade Brasileira de Cirurgia Cardiovascular 2013
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author José Carlos Dorsa Vieira Pontes
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contents Experiência inicial e pioneira do implante de valva aórtica transcateter (Inovare) por via femoral ou ilíaca José Carlos Dorsa Vieira Pontes João Jackson Duarte Augusto Daige da Silva Neimar Gardenal Amaury Mont’Serrat Ávila Souza Dias Ricardo Adala Benfatti Guilherme Viotto Rodrigues da Silva Amanda Ferreira Carli Benfatti Medicina Stents métodos cirurgia Valva aórtica Cateterismo cardíaco Objetivo: O presente trabalho tem por objetivo demonstrar a experiência inicial e pioneira do implante da prótese Inovare pela via transfemoral ou ilíaca. Métodos: Seis pacientes foram submetidos ao implante valvar aórtico transcateter. A via de acesso foi femoral ou ilíaca, por onde foi inserido o dispositivo de entrega, que consiste em um cateter balão de látex com a prótese "crimpada" sobre o mesmo. Com auxílio de introdutor femoral da marca Gore ® DrySeal 24 Fr, posicionava- se uma guia extrarrígida com a ponta atraumática no ventrículo esquerdo, passando-se pelo anel valvar. Após valvuloplastia com cateter balão nos casos de estenose valvar nativa, implante da prótese foi realizado após hipotensão induzida por taquicardia controlada por marcapasso temporário. O posicionamento da valva foi orientado por ecocardiograma transesofágico (ETE) e radioscopia, objetivando posicionar um terço da extensão da prótese para dentro da cavidade ventricular esquerda. Resultados: O implante valvar com sucesso foi possível nos 6 casos. Não houve necessidade de conversão para cirurgia convencional por impossibilidade de acesso ou migração da prótese. Não houve mortalidade intraoperatória ou hospitalar. Houve redução significativa do gradiente médio pré-operatório de 66,84±15,46 mmHg para 19,74±10,61 mmHg, no pós- operatório ( P =0,002), significando redução de 70,46%. Conclusão: A prótese Inovare, implantada por via femoral ou ilíaca, foi factível do ponto de vista técnico, apresentando adequado desempenho hemodinâmico no seguimento pós- operatório e não apresentando mortalidade nesta pequena casuística. 2013 artículo científico 0102-7638 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=398941889009 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=3989 Revista Brasileira de Cirurgia Cardiovascular/Brazilian Journal of Cardiovascular Surgery application/pdf Sociedade Brasileira de Cirurgia Cardiovascular Revista Brasileira de Cirurgia Cardiovascular/Brazilian Journal of Cardiovascular Surgery (Brasil) Num.2 Vol.28
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publisher Sociedade Brasileira de Cirurgia Cardiovascular
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José Carlos Dorsa Vieira Pontes
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Valva aórtica
Cateterismo cardíaco
Experiência inicial e pioneira do implante de valva aórtica transcateter (Inovare) por via femoral ou ilíaca José Carlos Dorsa Vieira Pontes João Jackson Duarte Augusto Daige da Silva Neimar Gardenal Amaury Mont’Serrat Ávila Souza Dias Ricardo Adala Benfatti Guilherme Viotto Rodrigues da Silva Amanda Ferreira Carli Benfatti Medicina Stents métodos cirurgia Valva aórtica Cateterismo cardíaco Objetivo: O presente trabalho tem por objetivo demonstrar a experiência inicial e pioneira do implante da prótese Inovare pela via transfemoral ou ilíaca. Métodos: Seis pacientes foram submetidos ao implante valvar aórtico transcateter. A via de acesso foi femoral ou ilíaca, por onde foi inserido o dispositivo de entrega, que consiste em um cateter balão de látex com a prótese "crimpada" sobre o mesmo. Com auxílio de introdutor femoral da marca Gore ® DrySeal 24 Fr, posicionava- se uma guia extrarrígida com a ponta atraumática no ventrículo esquerdo, passando-se pelo anel valvar. Após valvuloplastia com cateter balão nos casos de estenose valvar nativa, implante da prótese foi realizado após hipotensão induzida por taquicardia controlada por marcapasso temporário. O posicionamento da valva foi orientado por ecocardiograma transesofágico (ETE) e radioscopia, objetivando posicionar um terço da extensão da prótese para dentro da cavidade ventricular esquerda. Resultados: O implante valvar com sucesso foi possível nos 6 casos. Não houve necessidade de conversão para cirurgia convencional por impossibilidade de acesso ou migração da prótese. Não houve mortalidade intraoperatória ou hospitalar. Houve redução significativa do gradiente médio pré-operatório de 66,84±15,46 mmHg para 19,74±10,61 mmHg, no pós- operatório ( P =0,002), significando redução de 70,46%. Conclusão: A prótese Inovare, implantada por via femoral ou ilíaca, foi factível do ponto de vista técnico, apresentando adequado desempenho hemodinâmico no seguimento pós- operatório e não apresentando mortalidade nesta pequena casuística. 2013 artículo científico 0102-7638 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=398941889009 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=3989 Revista Brasileira de Cirurgia Cardiovascular/Brazilian Journal of Cardiovascular Surgery application/pdf Sociedade Brasileira de Cirurgia Cardiovascular Revista Brasileira de Cirurgia Cardiovascular/Brazilian Journal of Cardiovascular Surgery (Brasil) Num.2 Vol.28
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