“Bandido bom é bandido morto”: violência policial, tortura e execuções em Tropa de Elite

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Autore principale: SIMONE MARIA ROCHA
Natura: Artículo científico
Lingua:pt
Pubblicazione: Pontifícia Universidade Católica de São Paulo 2010
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author SIMONE MARIA ROCHA
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contents “Bandido bom é bandido morto”: violência policial, tortura e execuções em Tropa de Elite SIMONE MARIA ROCHA ÂNGELA CRISTINA SALGUEIRO MARQUES Comunicación repre sentações violência Tropa de Elite Análise cultural O propósito deste artigo é investigar como os filmes brasileiros usam representações da violência e da opressão simbólica para evidenciar as tensões que se estabelecem no confronto entre traficantes e policiais. Analisaremos o filme Tropa de Elite (2007), no qual métodos de tortura são usados – tanto por policiais quanto pelos traficantes -, para obtenção de confissões e execuções por vingança. Abordaremos a brutalidade que rege as relações entre policiais, traficantes e moradores de favelas, que reafirma a naturalização de padrões simbólicos que perpetuam máximas como “bandido bom é bandido morto”, bem como a violação dos direitos. Metodologicamente, nossa análise está baseada na “crítica diagnóstica da cultura” (Kellner, 2001) que enfatiza duas dim ensões: i) o horizonte social do filme; e ii) seu campo discursivo (análise da mensagem e de outros recursos visuais e expressivos). 2010 artículo científico 1982-2553 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=399641245002 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=3996 Galáxia application/pdf Pontifícia Universidade Católica de São Paulo Galáxia (Brasil) Num.19
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“Bandido bom é bandido morto”: violência policial, tortura e execuções em Tropa de Elite SIMONE MARIA ROCHA ÂNGELA CRISTINA SALGUEIRO MARQUES Comunicación repre sentações violência Tropa de Elite Análise cultural O propósito deste artigo é investigar como os filmes brasileiros usam representações da violência e da opressão simbólica para evidenciar as tensões que se estabelecem no confronto entre traficantes e policiais. Analisaremos o filme Tropa de Elite (2007), no qual métodos de tortura são usados – tanto por policiais quanto pelos traficantes -, para obtenção de confissões e execuções por vingança. Abordaremos a brutalidade que rege as relações entre policiais, traficantes e moradores de favelas, que reafirma a naturalização de padrões simbólicos que perpetuam máximas como “bandido bom é bandido morto”, bem como a violação dos direitos. Metodologicamente, nossa análise está baseada na “crítica diagnóstica da cultura” (Kellner, 2001) que enfatiza duas dim ensões: i) o horizonte social do filme; e ii) seu campo discursivo (análise da mensagem e de outros recursos visuais e expressivos). 2010 artículo científico 1982-2553 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=399641245002 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=3996 Galáxia application/pdf Pontifícia Universidade Católica de São Paulo Galáxia (Brasil) Num.19
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