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| Autor principal: | |
|---|---|
| Formato: | Artículo científico |
| Lenguaje: | pt |
| Publicado: |
Pontifícia Universidade Católica de São Paulo
2010
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| Materias: | |
| Acceso en línea: | https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=399641245017 |
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Tabla de Contenidos:
- Estômago de ostra – notas sobre processos tradutores em Haroldo de Campos, Vilém Flusser e Guimarães Rosa. GABRIELA REINALDO Comunicación Tradução antropofagia Vilém Flusser Guimarães Rosa Haroldo de Campos A partir das ideias de Oswald de Andrade sobre antropofagia (Manifesto Antropófago, 1928), que rivalizando com o bom selvagem de Rousseau revitaliza a noção do canibal insubmisso, irreverente e zombeteiro, se inaugura na tradição brasileira artística e acadêmica a noção de devoração do outro como metáfora epistemológica da tradução entre culturas. Tradução antropofágica ou antropofagia tradutória como encontro, experiência de alteri - dade, mas também como devoração criativa – algumas vezes debochada – e, sobretudo, como transculturação. Experimentos lingüísticos, literários e ensaios de cunho teórico fazem eco a estas ideias. Este artigo debruça-se sobre o pensamento do escritor João Guimarães Rosa, do filósofo e ensaísta tcheco Vilém Flusser e do poeta e tradutor Haroldo de Campos, sublinhando as suas intercessões e também as suas singularidades, a respeito da linguagem e dos processos tradutores. 2010 artículo científico 1982-2553 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=399641245017 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=3996 Galáxia application/pdf Pontifícia Universidade Católica de São Paulo Galáxia (Brasil) Num.19