AS AMERICAN GIRLS: MIGRAÇÃO, SEXO E STATUS IMPERIAL EM 1918

Fuente: Redalyc
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Main Author: Thaddeus Gregory Blanchette
Format: Artículo científico
Language:pt
Published: Universidade Federal do Rio Grande do Sul 2009
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author Thaddeus Gregory Blanchette
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contents AS AMERICAN GIRLS: MIGRAÇÃO, SEXO E STATUS IMPERIAL EM 1918 Thaddeus Gregory Blanchette Ana Paula da Silva Antropología Brasil Estados Unidos Escravidão branca tráfi co das mulheres O presente trabalho, baseado em pesquisas históricas nos documentos do Consulado Americano no Rio de Janeiro, analisa um caso envolvendo a prostituição de mulheres estadunidenses naquela cidade, em 1918. Taxadas pelo cônsul americano como “escravas brancas”, as dançarinas da companhia de burlesque Baxter and Willard Company quase foram expulsas do Brasil por causa de suas atividades como prostitutas. Analisamos a história delas à luz das pressões políticas e sociais da época. Dedicamos atenção particular sobre como as novas tecnologias de controle da circulação internacional (passaportes) se combinavam com o pânico social sobre a escravidão branca e os projetos políticos dos EUA frente às Américas. Nesse caso, a retórica sobre a proteção das vulneráveis foi utilizada para tentar bloquear a migração de mulheres “impuras” cujas ações e atitudes expuseram os Estados Unidos ao ridículo. 2009 artículo científico 0104-7183 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=401976530004 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=4019 Horizontes Antropológicos application/pdf Universidade Federal do Rio Grande do Sul Horizontes Antropológicos (Brasil) Num.31 Vol.15
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publishDate 2009
publisher Universidade Federal do Rio Grande do Sul
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AS AMERICAN GIRLS: MIGRAÇÃO, SEXO E STATUS IMPERIAL EM 1918 Thaddeus Gregory Blanchette Ana Paula da Silva Antropología Brasil Estados Unidos Escravidão branca tráfi co das mulheres O presente trabalho, baseado em pesquisas históricas nos documentos do Consulado Americano no Rio de Janeiro, analisa um caso envolvendo a prostituição de mulheres estadunidenses naquela cidade, em 1918. Taxadas pelo cônsul americano como “escravas brancas”, as dançarinas da companhia de burlesque Baxter and Willard Company quase foram expulsas do Brasil por causa de suas atividades como prostitutas. Analisamos a história delas à luz das pressões políticas e sociais da época. Dedicamos atenção particular sobre como as novas tecnologias de controle da circulação internacional (passaportes) se combinavam com o pânico social sobre a escravidão branca e os projetos políticos dos EUA frente às Américas. Nesse caso, a retórica sobre a proteção das vulneráveis foi utilizada para tentar bloquear a migração de mulheres “impuras” cujas ações e atitudes expuseram os Estados Unidos ao ridículo. 2009 artículo científico 0104-7183 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=401976530004 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=4019 Horizontes Antropológicos application/pdf Universidade Federal do Rio Grande do Sul Horizontes Antropológicos (Brasil) Num.31 Vol.15
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