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Main Author: Letícia Borges Nedel
Format: Artículo científico
Language:pt
Published: Universidade Federal do Rio Grande do Sul 2005
Subjects:
Online Access:https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=401976661003
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author Letícia Borges Nedel
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contents BREVIÁRIO DE UM MUSEU MUTANTE Letícia Borges Nedel Antropología memória Folclore regionalismo Rio Grande do Sul O artigo aborda a implantação de um aparato burocrático de gestão da cultura no Rio Grande do Sul, privilegiando a trajetória do Museu Julio de Castilhos, primeiro museu criado na capital, em 1903. A análise recai sobre os fatores que condicionaram o afastamento da referência naturalista inicial, inspirada no modelo de funcionamento dos museus etnográficos do início do século passado, em direção à adoção de uma perspectiva regionalista de reconstrução do passado, assumida oficialmente no regimento de 1954. Entre 1952 e 1958, sob a direção do historiador e folclorista Dante de Laytano, o museu torna-se trincheira de sócios dissidentes do Instituto Histórico e Geográfico do Rio Grande do Sul (IHGRS) e núcleo de arregimentação da Comissão Gaúcha de Folclore, representante oficial da Campanha de Defesa do Folclore Brasileiro no estado. Nesse momento ele passa a concorrer na partilha institucional do governo com os tradicionalistas, agrupados em torno do Instituto de Tradições e Folclore, criado em 1954. 2005 artículo científico 0104-7183 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=401976661003 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=4019 Horizontes Antropológicos application/pdf Universidade Federal do Rio Grande do Sul Horizontes Antropológicos (Brasil) Num.23 Vol.11
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publisher Universidade Federal do Rio Grande do Sul
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BREVIÁRIO DE UM MUSEU MUTANTE Letícia Borges Nedel Antropología memória Folclore regionalismo Rio Grande do Sul O artigo aborda a implantação de um aparato burocrático de gestão da cultura no Rio Grande do Sul, privilegiando a trajetória do Museu Julio de Castilhos, primeiro museu criado na capital, em 1903. A análise recai sobre os fatores que condicionaram o afastamento da referência naturalista inicial, inspirada no modelo de funcionamento dos museus etnográficos do início do século passado, em direção à adoção de uma perspectiva regionalista de reconstrução do passado, assumida oficialmente no regimento de 1954. Entre 1952 e 1958, sob a direção do historiador e folclorista Dante de Laytano, o museu torna-se trincheira de sócios dissidentes do Instituto Histórico e Geográfico do Rio Grande do Sul (IHGRS) e núcleo de arregimentação da Comissão Gaúcha de Folclore, representante oficial da Campanha de Defesa do Folclore Brasileiro no estado. Nesse momento ele passa a concorrer na partilha institucional do governo com os tradicionalistas, agrupados em torno do Instituto de Tradições e Folclore, criado em 1954. 2005 artículo científico 0104-7183 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=401976661003 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=4019 Horizontes Antropológicos application/pdf Universidade Federal do Rio Grande do Sul Horizontes Antropológicos (Brasil) Num.23 Vol.11
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