O ATIVISMO TRANSNACIONAL PELA AMAZÔNIA: ENTRE A ECOLOGIA POLÍTICA E O AMBIENTALISMO DE RESULTADOS
Fuente:
Redalyc
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| Autor principal: | |
|---|---|
| Formato: | Artículo científico |
| Lenguaje: | pt |
| Publicado: |
Universidade Federal do Rio Grande do Sul
2006
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| Materias: | |
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|---|---|
| author | Andréa Zhouri |
| author_facet | Andréa Zhouri |
| contents | O ATIVISMO TRANSNACIONAL PELA AMAZÔNIA: ENTRE A ECOLOGIA POLÍTICA E O AMBIENTALISMO DE RESULTADOS Andréa Zhouri Antropología ONGs Amazônia certificação campanhas globais A Amazônia tem constituído um dos mais relevantes temas para o ativismo transnacional desde a década de 1970. Nos anos 1980, partindo do princípio de que o consumo de madeira pelos países do Norte seria a principal causa do desflorestamento amazônico, as campanhas centraram foco primordialmente no comércio madeireiro, com ênfase especial no boicote à madeira tropical por parte de consumidores europeus e norte-americanos. Os anos 1990, contudo, registraram uma mudança paradigmática, a qual vem orientando, desde então, as políticas florestais. Influenciados por determinado discurso hegemônico sobre “desenvolvimento sustentável”, ambientalistas treinados no campo da engenharia florestal e em áreas correlatas foram guiados pela crença de que poderiam influenciar o comércio madeireiro em direção a práticas menos predatórias. Com isso, as ONGs associaramse ao setor madeireiro para o desenvolvimento de um esquema de certificação florestal conhecido como Forest Stewardship Council – FSC, ou Conselho de Manejo Florestal, destinado a melhorar as práticas florestais em todo o mundo. Influente junto ao Banco Mundial, o foco na chamada “vocação florestal” da Amazônia tem, no entanto, apresentado resultados questionáveis no que diz respeito à sustentabilidade das sociedades e ecossistemas locais. Este artigo discute algumas das dimensões dessa nova política para a Amazônia que, orientada por uma perspectiva de mercado, torna invisível a diversidade de culturas e ecossistemas locais, distanciando-se, nesse sentido, de uma racionalidade ambiental que se pauta na justiça ambiental como vetor da sustentabilidade. 2006 artículo científico 0104-7183 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=401976663008 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=4019 Horizontes Antropológicos application/pdf Universidade Federal do Rio Grande do Sul Horizontes Antropológicos (Brasil) Num.25 Vol.12 |
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| institution | Redalyc |
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| publishDate | 2006 |
| publisher | Universidade Federal do Rio Grande do Sul |
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