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Autore principale: Leila Amaral
Natura: Artículo científico
Lingua:pt
Pubblicazione: Universidade Federal do Rio Grande do Sul 2008
Soggetti:
Accesso online:https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=401976667005
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Sommario:
  • IN CONEXIONE: A IMAGINAÇÃO DO SAGRADO NA CIBERARTE DE DIANA DOMINGUES Leila Amaral Antropología sagrado ciberarte Artes visuais interatividade Tendo como referência os trabalhos da artista plástica Diana Domingues será apresentada uma reflexão sobre a imaginação do sagrado nas artes visuais a partir da interpretação de temas, imagens, materiais e categorias formais que sustentam a linguagem contemporânea quando se trata do corpo em sua relação com as novas tecnologias comunicacionais. O foco da interpretação oferecida recairá sobre o sentido de sagrado (ou daquilo que é espiritual) na “arte interativa” dessa artista. Tal sentido refere-se a um estado de comunicação e conectividade ampliada responsável pela expansão da consciência humana, a partir da experimentação pelo corpo da desestabilização de mundos fixos e acabados propiciada pelas novas tecnologias. O que é espiritual e sagrado para essa vertente artística é a “não essencialidade” da vida e do ser humano ou vida como “pura conectividade”. É justo isso que se torna aparente através de suas “obras-dispositivos”. Por meio delas, a artista explora ritual, performática e esteticamente a capacidade interativa das novas tecnologias na criação de ambientes vivos e na visualização da vida não como ela é, mas como ela pode ser. O que é sagrado é esse poder recebido das tecnologias que, ao serem acionadas por meio da conectividade, fazem aparecer a própria potência humana de intervir no mundo real e de alterar o ambiente. Não é a tecnologia em si mesma que é sagrada, mas a expansão do universo paralela à expansão da consciência por ela possibilitada, através da ampliação das conexões entre sistemas diferentes. O que é espiritual é, então, esse estado constante de transformação da consciência e da criatividade humana para além da subjetividade individual, porque, segundo essa vertente artística, os poderes recebidos pelas novas tecnologias são eles mesmos da ordem do “ultra-humano”, de um “sujeito impessoal ultra-subjetivo”. 2008 artículo científico 0104-7183 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=401976667005 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=4019 Horizontes Antropológicos application/pdf Universidade Federal do Rio Grande do Sul Horizontes Antropológicos (Brasil) Num.29 Vol.14