ETNOGRAFIA COMO PRÁTICA E EXPERIÊNCIA

Fuente: Redalyc
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Main Author: José Guilherme Cantor Magnani
Format: Artículo científico
Language:pt
Published: Universidade Federal do Rio Grande do Sul 2009
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author José Guilherme Cantor Magnani
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contents ETNOGRAFIA COMO PRÁTICA E EXPERIÊNCIA José Guilherme Cantor Magnani Antropología NAU surdos etnografi a Antropologia urbana Este artigo, a partir de alguns usos pouco ortodoxos da etnografi a, fora do campo da antropologia, propõe uma discussão sobre a especifi cidade desse método de pesquisa, com base em pesquisas e refl exões realizadas sobre o tema no Núcleo de Antropologia Urbana da USP (NAU). Tomando como ponto de partida uma citação de Lévi-Strauss, repassa alguns autores – Goldman, Peirano, DaMatta, FavretSaada, entre outros – para estabelecer parâmetros na busca de traços que considera específi cos do fazer etnográfi co e assim chega a três considerações principais: etnografi a como experiência, como prática e com base numa certa noção de totalidade. O relato de uma etnografi a sobre jovens surdos é apresentado para oferecer um suporte empírico àquelas conclusões. 2009 artículo científico 0104-7183 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=401976669002 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=4019 Horizontes Antropológicos application/pdf Universidade Federal do Rio Grande do Sul Horizontes Antropológicos (Brasil) Num.32 Vol.15
format Artículo científico
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institution Redalyc
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publishDate 2009
publisher Universidade Federal do Rio Grande do Sul
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ETNOGRAFIA COMO PRÁTICA E EXPERIÊNCIA José Guilherme Cantor Magnani Antropología NAU surdos etnografi a Antropologia urbana Este artigo, a partir de alguns usos pouco ortodoxos da etnografi a, fora do campo da antropologia, propõe uma discussão sobre a especifi cidade desse método de pesquisa, com base em pesquisas e refl exões realizadas sobre o tema no Núcleo de Antropologia Urbana da USP (NAU). Tomando como ponto de partida uma citação de Lévi-Strauss, repassa alguns autores – Goldman, Peirano, DaMatta, FavretSaada, entre outros – para estabelecer parâmetros na busca de traços que considera específi cos do fazer etnográfi co e assim chega a três considerações principais: etnografi a como experiência, como prática e com base numa certa noção de totalidade. O relato de uma etnografi a sobre jovens surdos é apresentado para oferecer um suporte empírico àquelas conclusões. 2009 artículo científico 0104-7183 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=401976669002 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=4019 Horizontes Antropológicos application/pdf Universidade Federal do Rio Grande do Sul Horizontes Antropológicos (Brasil) Num.32 Vol.15
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