Guardado en:
| Autor principal: | |
|---|---|
| Formato: | Artículo científico |
| Lenguaje: | pt |
| Publicado: |
Universidade de São Paulo
2016
|
| Materias: | |
| Acceso en línea: | https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=405646788003 |
| Etiquetas: |
Agregar Etiqueta
Sin Etiquetas, Sea el primero en etiquetar este registro!
|
Tabla de Contenidos:
- Quando o carnaval chegou: ativismo político no anverso histórico do Homo ludens Francisco Mata Machado Tavares Ellen Ribeiro Veloso Lengua y Literatura ativismo alienação Homo ludens Vilém Flusser greve dos garis O debate filosófico sobre a pertinência da categoria hegelo-marxista da alienação, em terras brasileiras, não se contém no âmbito estritamente conceitual, revelando-se de maneira significativa sua dimensão fática. O filósofo Vilém Flusser, por exemplo, valeu-se dos atributos sócio-históricos da sociedade brasileira para tecer uma crítica ao conceito de alienação e, assim, justificar a sua tese de que há no marxismo hegeliano um universalismo que não contempla realidades como a do Brasil. Este artigo se propõe a reavaliar o diagnóstico apresentado por Flusser, de modo a infirmar, a partir de um estudo de caso centrado na greve dos garis de 2014 no Rio de Janeiro, a generalização de que o brasileiro seria o Homo ludens, cuja realidade se manifesta na alienação. Sugere-se, assim, uma interpretação alternativa para a relação entre o lúdico e o político no Brasil e, por via oblíqua, a reabilitação da noção hegeliana de alienação em face da crítica fenomenológica que Flusser lhe confere. 2016 artículo científico 0020-3874 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=405646788003 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=4056 Revista do Instituto de Estudos Brasileiros application/pdf Universidade de São Paulo Revista do Instituto de Estudos Brasileiros (Brasil) Num.64