Diagnóstico da faringoamigdalite estreptocócica em crianças e adolescentes: limitações do quadro clínico

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1. Verfasser: Aurelino Rocha Barbosa Júnior
Format: Artículo científico
Sprache:pt
Veröffentlicht: Sociedade de Pediatria de São Paulo 2014
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author Aurelino Rocha Barbosa Júnior
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contents Diagnóstico da faringoamigdalite estreptocócica em crianças e adolescentes: limitações do quadro clínico Aurelino Rocha Barbosa Júnior Cláudia Di Lorenzo Oliveira Maria Jussara Fernandes Fontes Laura Maria de Lima Bezário Facury Lasmar Paulo Augusto Moreira Camargos Medicina Criança Faringite Diagnóstico Adolescente Streptococcus Objetivo: Avaliar a utilidade do quadro clínico para o diagnóstico da faringoamigdalite estreptocócica na faixa pediátrica. Métodos: 335 indivíduos de 1 a 18 anos com quadro clínico de faringoamigdalite foram submetidos a anamnese, exame clínico, cultura e teste de aglutinação de partículas do látex (TAPL) para o estreptoco β-hemolítico do grupo A (EBHGA) em swab orofaríngeo. Os sinais e sintomas foram comparados ao resultado da cultura e do TAPL e, em segui - da, também o foi o agrupamento de sinais e sintomas definido por regressão logística multivariada, utilizado para gerar um escore clínico. Para o diagnóstico definitivo de faringoamigdalite estreptocócica, o padrão de referência foi a cultura e o TAPL, em paralelo. Resultados: 78 indivíduos (23,4%) apresentaram resultados positivos para EBHGA em pelo menos um dos testes. Ausência de coriza (OR=1,80; p =0,04); ausência de conjuntivite (OR=2,44; p =0,029); hiperemia de orofaringe (OR=3,99; p =0,006); exsudato de orofa - ringe (OR=2,02; p =0,011) e hipertrofia de amígdalas (OR=2,60; p =0,007) apresentaram associação significante com a faringoamigdalite estreptocócica. A pontuação máxima no escore clínico, no qual figuram três características (ausência de coriza, exsudato de orofaringe e hiperemia de orofaringe) correspondeu a uma sensibilidade de 45,6%, uma especificidade de 74,5% e uma likelihood ratio de 1,79 para a presença de faringoamig - dalite estreptocócica. Conclusão: O quadro clínico não deve ser usado isoladamente para confirmar o episódio de faringoamigdalite estreptocócica por apresentar um baixo desempenho diagnóstico. 2014 artículo científico 0103-0582 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=406034052003 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=4060 Revista Paulista de Pediatria application/pdf Sociedade de Pediatria de São Paulo Revista Paulista de Pediatria (Brasil) Num.4 Vol.32
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Diagnóstico da faringoamigdalite estreptocócica em crianças e adolescentes: limitações do quadro clínico Aurelino Rocha Barbosa Júnior Cláudia Di Lorenzo Oliveira Maria Jussara Fernandes Fontes Laura Maria de Lima Bezário Facury Lasmar Paulo Augusto Moreira Camargos Medicina Criança Faringite Diagnóstico Adolescente Streptococcus Objetivo: Avaliar a utilidade do quadro clínico para o diagnóstico da faringoamigdalite estreptocócica na faixa pediátrica. Métodos: 335 indivíduos de 1 a 18 anos com quadro clínico de faringoamigdalite foram submetidos a anamnese, exame clínico, cultura e teste de aglutinação de partículas do látex (TAPL) para o estreptoco β-hemolítico do grupo A (EBHGA) em swab orofaríngeo. Os sinais e sintomas foram comparados ao resultado da cultura e do TAPL e, em segui - da, também o foi o agrupamento de sinais e sintomas definido por regressão logística multivariada, utilizado para gerar um escore clínico. Para o diagnóstico definitivo de faringoamigdalite estreptocócica, o padrão de referência foi a cultura e o TAPL, em paralelo. Resultados: 78 indivíduos (23,4%) apresentaram resultados positivos para EBHGA em pelo menos um dos testes. Ausência de coriza (OR=1,80; p =0,04); ausência de conjuntivite (OR=2,44; p =0,029); hiperemia de orofaringe (OR=3,99; p =0,006); exsudato de orofa - ringe (OR=2,02; p =0,011) e hipertrofia de amígdalas (OR=2,60; p =0,007) apresentaram associação significante com a faringoamigdalite estreptocócica. A pontuação máxima no escore clínico, no qual figuram três características (ausência de coriza, exsudato de orofaringe e hiperemia de orofaringe) correspondeu a uma sensibilidade de 45,6%, uma especificidade de 74,5% e uma likelihood ratio de 1,79 para a presença de faringoamig - dalite estreptocócica. Conclusão: O quadro clínico não deve ser usado isoladamente para confirmar o episódio de faringoamigdalite estreptocócica por apresentar um baixo desempenho diagnóstico. 2014 artículo científico 0103-0582 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=406034052003 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=4060 Revista Paulista de Pediatria application/pdf Sociedade de Pediatria de São Paulo Revista Paulista de Pediatria (Brasil) Num.4 Vol.32
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