Prevalência e características clínicas da sibilância em crianças no primeiro ano de vida, residentes na cidade de Cuiabá, Mato Grosso, Brasil

Fuente: Redalyc
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Autore principale: Lillian Sanchez Lacerda Moraes
Natura: Artículo científico
Lingua:pt
Pubblicazione: Sociedade de Pediatria de São Paulo 2014
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author Lillian Sanchez Lacerda Moraes
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contents Prevalência e características clínicas da sibilância em crianças no primeiro ano de vida, residentes na cidade de Cuiabá, Mato Grosso, Brasil Lillian Sanchez Lacerda Moraes Olga Akiko Takano Javier Mallol Dirceu Solé Medicina Asma Lactente Prevalência Sons respiratórios Objetivo: Determinar a prevalência e as características clínicas da sibilância em lacten - tes (12-15 meses) residentes em Cuiabá (MT). Métodos: Pais e/ou responsáveis pela criança foram entrevistados e responderam ao questionário escrito padronizado do “ Estudio Internacional de Sibilancia en Lactantes ” (EISL) - fase 3, em unidades básicas de saúde por ocasião da vacinação de rotina ou durante visitas nos domicílios de crianças matriculadas nos programas de saúde da famí - lia no período de agosto de 2009 a novembro de 2010. Resultados: 1060 pais e/ou responsáveis responderam ao questionário escrito, sendo 514 (48,5%) lactentes do sexo masculino. Dos lactentes, 294 (27,7%) tiveram pelo menos um episódio de sibilância no primeiro ano de vida, com início aos 5,8±3,0 meses e pre - domínio em meninos. A prevalência de sibilância ocasional (<3 episódios de sibilância) foi 15% e a recorrente (≥3 episódios) foi 12,7%. Entre estes, o uso de broncodilatador inalado, corticosteroide oral, antileucotrieno, presença de sintomas noturnos, dificul - dade para respirar e internação por sibilância foram significantemente mais frequentes. Diagnóstico médico de asma foi evidenciado em 28 (9,5%) dos lactentes sibilantes. Dos lactentes sibilantes, 80 (27,7%) relataram ocorrência prévia de pneumonia, sendo que 33 (11,2%) necessitaram internação para tratamento, porém não houve diferença entre os grupos de sibilantes. Conclusão: A prevalência de sibilância recorrente em lactentes foi mais baixa em compa - ração a outros estudos brasileiros, assim como o diagnóstico médico de asma. Sibilância recorrente teve início precoce e alta morbidade. 2014 artículo científico 0103-0582 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=406034052007 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=4060 Revista Paulista de Pediatria application/pdf Sociedade de Pediatria de São Paulo Revista Paulista de Pediatria (Brasil) Num.4 Vol.32
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Medicina
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Prevalência e características clínicas da sibilância em crianças no primeiro ano de vida, residentes na cidade de Cuiabá, Mato Grosso, Brasil Lillian Sanchez Lacerda Moraes Olga Akiko Takano Javier Mallol Dirceu Solé Medicina Asma Lactente Prevalência Sons respiratórios Objetivo: Determinar a prevalência e as características clínicas da sibilância em lacten - tes (12-15 meses) residentes em Cuiabá (MT). Métodos: Pais e/ou responsáveis pela criança foram entrevistados e responderam ao questionário escrito padronizado do “ Estudio Internacional de Sibilancia en Lactantes ” (EISL) - fase 3, em unidades básicas de saúde por ocasião da vacinação de rotina ou durante visitas nos domicílios de crianças matriculadas nos programas de saúde da famí - lia no período de agosto de 2009 a novembro de 2010. Resultados: 1060 pais e/ou responsáveis responderam ao questionário escrito, sendo 514 (48,5%) lactentes do sexo masculino. Dos lactentes, 294 (27,7%) tiveram pelo menos um episódio de sibilância no primeiro ano de vida, com início aos 5,8±3,0 meses e pre - domínio em meninos. A prevalência de sibilância ocasional (<3 episódios de sibilância) foi 15% e a recorrente (≥3 episódios) foi 12,7%. Entre estes, o uso de broncodilatador inalado, corticosteroide oral, antileucotrieno, presença de sintomas noturnos, dificul - dade para respirar e internação por sibilância foram significantemente mais frequentes. Diagnóstico médico de asma foi evidenciado em 28 (9,5%) dos lactentes sibilantes. Dos lactentes sibilantes, 80 (27,7%) relataram ocorrência prévia de pneumonia, sendo que 33 (11,2%) necessitaram internação para tratamento, porém não houve diferença entre os grupos de sibilantes. Conclusão: A prevalência de sibilância recorrente em lactentes foi mais baixa em compa - ração a outros estudos brasileiros, assim como o diagnóstico médico de asma. Sibilância recorrente teve início precoce e alta morbidade. 2014 artículo científico 0103-0582 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=406034052007 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=4060 Revista Paulista de Pediatria application/pdf Sociedade de Pediatria de São Paulo Revista Paulista de Pediatria (Brasil) Num.4 Vol.32
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