Sibilância tardia em lactentes após infecção pelo vírus sincicial respiratório

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1. Verfasser: Adriana Gut L. Riccetto
Format: Artículo científico
Sprache:pt
Veröffentlicht: Sociedade de Pediatria de São Paulo 2007
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author Adriana Gut L. Riccetto
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contents Sibilância tardia em lactentes após infecção pelo vírus sincicial respiratório Adriana Gut L. Riccetto José Dirceu Ribeiro Marcos Tadeu N. da Silva Clarice Weis Arns Emílio Carlos E. Baracat Medicina lactente Bronquiolite sons respiratórios vírus sincicial respiratório Objetivo: Avaliar a prevalência e a intensidade de sibilância em lactentes no primeiro ano após infecção respiratória aguda baixa. Métodos: Estudo descritivo com lactentes hospitalizados por infecção respiratória aguda baixa em 2004, os quais foram avaliados nos 12 meses posteriores: 41 pacientes que apresen- taram positividade para vírus sincicial respiratório (VSR) em aspirado de nasofaringe ou que foram submetidos à ventilação pulmonar mecânica invasiva (VPMI) foram convocados. Destes, compareceram 26, para os quais foram calculados os riscos rela- tivos associados à infecção pelo VSR, VPMI, atopia na família, re-internações e uso de corticóides inalatórios. Para comparar proporções, foi utilizado o teste do qui-quadrado e o teste exato de Fisher. O nível de signifi cância adotado foi 5%. Resultados: No primeiro ano após a infecção, 80,8% dos pacientes apresentaram pelo menos um episódio de sibilância; 19,2% eram não sibilantes; 57,7% eram sibilantes intermitentes e 23,1% sibilantes persistentes. Na comparação entre os grupos não sibilantes e sibilantes intermitentes, houve diferença signi- fi cativa na variável hospitalização após a alta - ocorrida apenas no segundo grupo de pacientes. Na comparação entre os grupos não sibilantes e sibilantes persistentes leves/moderados, não foram encontradas diferenças signifi cativas nas variáveis analisadas. Conclusões: Na evolução clínica tardia das doenças respi- ratórias agudas, lactentes com pesquisa positiva para VSR e lactentes submetidos à VPMI apresentaram-se como sibilantes intermitentes, sem necessidade de corticoterapia inalatória e com maior número de hospitalizações após a alta. O seguimen- to ambulatorial após a fase aguda destas doenças é necessário pela alta morbidade e pelo maior risco de re-hospitalização. 2007 artículo científico 0103-0582 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=406038920002 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=4060 Revista Paulista de Pediatria application/pdf Sociedade de Pediatria de São Paulo Revista Paulista de Pediatria (Brasil) Num.1 Vol.25
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Sibilância tardia em lactentes após infecção pelo vírus sincicial respiratório Adriana Gut L. Riccetto José Dirceu Ribeiro Marcos Tadeu N. da Silva Clarice Weis Arns Emílio Carlos E. Baracat Medicina lactente Bronquiolite sons respiratórios vírus sincicial respiratório Objetivo: Avaliar a prevalência e a intensidade de sibilância em lactentes no primeiro ano após infecção respiratória aguda baixa. Métodos: Estudo descritivo com lactentes hospitalizados por infecção respiratória aguda baixa em 2004, os quais foram avaliados nos 12 meses posteriores: 41 pacientes que apresen- taram positividade para vírus sincicial respiratório (VSR) em aspirado de nasofaringe ou que foram submetidos à ventilação pulmonar mecânica invasiva (VPMI) foram convocados. Destes, compareceram 26, para os quais foram calculados os riscos rela- tivos associados à infecção pelo VSR, VPMI, atopia na família, re-internações e uso de corticóides inalatórios. Para comparar proporções, foi utilizado o teste do qui-quadrado e o teste exato de Fisher. O nível de signifi cância adotado foi 5%. Resultados: No primeiro ano após a infecção, 80,8% dos pacientes apresentaram pelo menos um episódio de sibilância; 19,2% eram não sibilantes; 57,7% eram sibilantes intermitentes e 23,1% sibilantes persistentes. Na comparação entre os grupos não sibilantes e sibilantes intermitentes, houve diferença signi- fi cativa na variável hospitalização após a alta - ocorrida apenas no segundo grupo de pacientes. Na comparação entre os grupos não sibilantes e sibilantes persistentes leves/moderados, não foram encontradas diferenças signifi cativas nas variáveis analisadas. Conclusões: Na evolução clínica tardia das doenças respi- ratórias agudas, lactentes com pesquisa positiva para VSR e lactentes submetidos à VPMI apresentaram-se como sibilantes intermitentes, sem necessidade de corticoterapia inalatória e com maior número de hospitalizações após a alta. O seguimen- to ambulatorial após a fase aguda destas doenças é necessário pela alta morbidade e pelo maior risco de re-hospitalização. 2007 artículo científico 0103-0582 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=406038920002 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=4060 Revista Paulista de Pediatria application/pdf Sociedade de Pediatria de São Paulo Revista Paulista de Pediatria (Brasil) Num.1 Vol.25
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