Feocromocitoma: uma causa rara de hipertensão arterial na infância

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1. Verfasser: Georgetti, Flávia Carolina D.
Format: Artículo científico
Sprache:pt
Veröffentlicht: Sociedade de Pediatria de São Paulo 2007
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author Georgetti, Flávia Carolina D.
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contents Feocromocitoma: uma causa rara de hipertensão arterial na infância Georgetti, Flávia Carolina D. Gisela de Rezende Eugênio Medicina renal criança hipertensão medula supra feocromocitoma Objetivo : Relatar o caso de um adolescente com feocromo - citoma, uma causa rara de hipertensão arterial na infância. Descrição : Adolescente internado em unidade de terapia intensiva infantil em decorrência de emergência hipertensiva, conseqüente à presença de feocromocitoma em adrenal esquer - da, diagnosticado por meio de tomografia computadorizada do abdome e pela dosagem de adrenalina e noradrenalina uriná - rias. O paciente foi submetido à adrenalectomia esquerda, após o uso de α -bloqueador para controle do quadro hipertensivo. O anatomopatológico confirmou o diagnóstico do tumor. No pós-operatório, o paciente permaneceu estável, possibilitando a suspensão dos anti-hipertensivos. Comentários : Os feocromocitomas são tumores capazes de produzir catecolaminas, especialmente adrenalina e/ou noradre - nalina. Cerca de 85 a 95% dos tumores são únicos, benignos e encontrados na medula adrenal. O feocromocitoma é um tumor de incidência rara e apenas 10 a 20% ocorrem na infância, re - presentando uma causa rara de hipertensão arterial. Esta última é um sinal freqüente na maioria das crianças (80%), podendo ser acompanhada por cefaléia e sudorese. A encefalopatia hiper - tensiva consiste em uma forma de apresentação excepcional da doença. O diagnóstico pode ser realizado, na maioria dos casos, pela tomografia de abdome e pela dosagem das catecolaminas e seus metabólitos produzidos pelo tumor. O tratamento de escolha consiste na ressecção completa do tumor após o prepa - ro farmacológico do paciente com o uso de α -bloqueador. No pós-operatório, a maioria dos pacientes evolui com controle do quadro de hipertensão arterial. 2007 artículo científico 0103-0582 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=406038922015 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=4060 Revista Paulista de Pediatria application/pdf Sociedade de Pediatria de São Paulo Revista Paulista de Pediatria (Brasil) Num.3 Vol.25
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Georgetti, Flávia Carolina D.
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Feocromocitoma: uma causa rara de hipertensão arterial na infância Georgetti, Flávia Carolina D. Gisela de Rezende Eugênio Medicina renal criança hipertensão medula supra feocromocitoma Objetivo : Relatar o caso de um adolescente com feocromo - citoma, uma causa rara de hipertensão arterial na infância. Descrição : Adolescente internado em unidade de terapia intensiva infantil em decorrência de emergência hipertensiva, conseqüente à presença de feocromocitoma em adrenal esquer - da, diagnosticado por meio de tomografia computadorizada do abdome e pela dosagem de adrenalina e noradrenalina uriná - rias. O paciente foi submetido à adrenalectomia esquerda, após o uso de α -bloqueador para controle do quadro hipertensivo. O anatomopatológico confirmou o diagnóstico do tumor. No pós-operatório, o paciente permaneceu estável, possibilitando a suspensão dos anti-hipertensivos. Comentários : Os feocromocitomas são tumores capazes de produzir catecolaminas, especialmente adrenalina e/ou noradre - nalina. Cerca de 85 a 95% dos tumores são únicos, benignos e encontrados na medula adrenal. O feocromocitoma é um tumor de incidência rara e apenas 10 a 20% ocorrem na infância, re - presentando uma causa rara de hipertensão arterial. Esta última é um sinal freqüente na maioria das crianças (80%), podendo ser acompanhada por cefaléia e sudorese. A encefalopatia hiper - tensiva consiste em uma forma de apresentação excepcional da doença. O diagnóstico pode ser realizado, na maioria dos casos, pela tomografia de abdome e pela dosagem das catecolaminas e seus metabólitos produzidos pelo tumor. O tratamento de escolha consiste na ressecção completa do tumor após o prepa - ro farmacológico do paciente com o uso de α -bloqueador. No pós-operatório, a maioria dos pacientes evolui com controle do quadro de hipertensão arterial. 2007 artículo científico 0103-0582 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=406038922015 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=4060 Revista Paulista de Pediatria application/pdf Sociedade de Pediatria de São Paulo Revista Paulista de Pediatria (Brasil) Num.3 Vol.25
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