Colelitíase no paciente pediátrico portador de doença falciforme

Fuente: Redalyc
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Autore principale: Ana Paula S. Gumiero
Natura: Artículo científico
Lingua:pt
Pubblicazione: Sociedade de Pediatria de São Paulo 2007
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author Ana Paula S. Gumiero
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contents Colelitíase no paciente pediátrico portador de doença falciforme Ana Paula S. Gumiero Maria Ângela B. Brandão Elizete Aparecida L. C. Pinto Ana Claudia dos Anjos Medicina criança colelitíase colecistectomia anemia falciforme Objetivo: Considerando a alta freqüência da colelitíase no paciente pediátrico com doença falciforme e a controvérsia na literatura sobre a abordagem da condição, o presente texto objetiva revisar a literatura disponível. Fontes de dados: Revisão dos estudos sobre colelitíase no paciente falciforme, publicados no período entre 1980 e 2007, em língua inglesa e portuguesa, envolvendo pacientes na faixa etária de zero a 18 anos e utilizando os bancos de dados Medline e Lilacs.Síntese dos dados: A colelitíase é a complicação diges-tiva mais comum no paciente falciforme e sua incidência aumenta com a faixa etária. Os mecanismos fi siopatológicos são conhecidos, assim como os métodos diagnósticos. A conduta terapêutica consensual na colelitíase sintomática é a colecistectomia, preferencialmente por via laparoscópica. Nos casos assintomáticos, a maioria dos autores recomenda a conduta cirúrgica, para evitar complicações, confusão no diagnóstico diferencial de dor abdominal futura e menor risco cirúrgico. Contudo, não existe consenso na literatura, havendo base para a adoção de conduta expectante. Conclusões: A doença falciforme tem grandes variações em sua apresentação clinica, história natural e gravidade da hemólise. Algumas populações podem apresentar menor freqüência de colelitíase e menor número de pacientes sinto-máticos, possivelmente em razão de variações de haplótipos, fatores ambientais e diferentes manejos clínicos. Ainda não existem dados sufi cientes na literatura ou estudos rando-mizados e controlados que possibilitem defi nir o momento ideal para a colecistectomia no paciente falciforme com litíase assintomática. Dessa maneira, dependendo de características individuais e da população, podem ser aceitos o seguimento clínico ou a indicação precoce de colecistectomia. 2007 artículo científico 0103-0582 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=406038923014 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=4060 Revista Paulista de Pediatria application/pdf Sociedade de Pediatria de São Paulo Revista Paulista de Pediatria (Brasil) Num.4 Vol.25
format Artículo científico
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institution Redalyc
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publishDate 2007
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Ana Paula S. Gumiero
Medicina
criança
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Colelitíase no paciente pediátrico portador de doença falciforme Ana Paula S. Gumiero Maria Ângela B. Brandão Elizete Aparecida L. C. Pinto Ana Claudia dos Anjos Medicina criança colelitíase colecistectomia anemia falciforme Objetivo: Considerando a alta freqüência da colelitíase no paciente pediátrico com doença falciforme e a controvérsia na literatura sobre a abordagem da condição, o presente texto objetiva revisar a literatura disponível. Fontes de dados: Revisão dos estudos sobre colelitíase no paciente falciforme, publicados no período entre 1980 e 2007, em língua inglesa e portuguesa, envolvendo pacientes na faixa etária de zero a 18 anos e utilizando os bancos de dados Medline e Lilacs.Síntese dos dados: A colelitíase é a complicação diges-tiva mais comum no paciente falciforme e sua incidência aumenta com a faixa etária. Os mecanismos fi siopatológicos são conhecidos, assim como os métodos diagnósticos. A conduta terapêutica consensual na colelitíase sintomática é a colecistectomia, preferencialmente por via laparoscópica. Nos casos assintomáticos, a maioria dos autores recomenda a conduta cirúrgica, para evitar complicações, confusão no diagnóstico diferencial de dor abdominal futura e menor risco cirúrgico. Contudo, não existe consenso na literatura, havendo base para a adoção de conduta expectante. Conclusões: A doença falciforme tem grandes variações em sua apresentação clinica, história natural e gravidade da hemólise. Algumas populações podem apresentar menor freqüência de colelitíase e menor número de pacientes sinto-máticos, possivelmente em razão de variações de haplótipos, fatores ambientais e diferentes manejos clínicos. Ainda não existem dados sufi cientes na literatura ou estudos rando-mizados e controlados que possibilitem defi nir o momento ideal para a colecistectomia no paciente falciforme com litíase assintomática. Dessa maneira, dependendo de características individuais e da população, podem ser aceitos o seguimento clínico ou a indicação precoce de colecistectomia. 2007 artículo científico 0103-0582 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=406038923014 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=4060 Revista Paulista de Pediatria application/pdf Sociedade de Pediatria de São Paulo Revista Paulista de Pediatria (Brasil) Num.4 Vol.25
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