Oxigenoterapia inalatória em pacientes pediátricos internados em hospital universitário

Fuente: Redalyc
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Autore principale: Paula Angeleli B. de Camargo
Natura: Artículo científico
Lingua:pt
Pubblicazione: Sociedade de Pediatria de São Paulo 2008
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author Paula Angeleli B. de Camargo
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contents Oxigenoterapia inalatória em pacientes pediátricos internados em hospital universitário Paula Angeleli B. de Camargo Amanda Tavares Pinheiro Ana Carolina R. Hercos Gisela Fleischer Ferrari Medicina criança Oxigênio oxigenoterapia unidades hospitalares Objetivo: Avaliar o uso da oxigenoterapia inalatória em crianças internadas em hospital universitário. Metódos: Estudo prospectivo de crianças atendidas no Pronto-Socorro Pediátrico do Hospital das Clínicas da Fa - culdade de Medicina de Botucatu e que receberam oxigeno - terapia durante a internação, de maio a setembro de 2005. Indicou-se oxigenoterapia se saturação de oxigênio inferior a 90% e frequência respiratória elevada para idade. Crianças em uso crônico de oxigênio ou com necessidade de ventilação mecânica foram excluídas. Foram avaliados: sintomas respira - tórios, diagnósticos clínicos, saturação de oxigênio, método e tempo de oxigenoterapia e responsável pela prescrição. Resultados: Foram atendidas 8.709 crianças no pronto- socorro, sendo que 2.769 (32%) apresentaram doenças respi - ratórias e 97 necessitaram de internação na enfermaria. Destas, 62 (64%) receberam oxigenoterapia. Das 62 crianças, 37 eram do sexo masculino e a idade variou de 2 meses a 14 anos (mediana: 8 meses). A causa de hipóxia foi pneumonia em 52 crianças (84%), asma em cinco, bronquiolite em quatro e tra - queomalácia em uma. As prescrições de oxigenoterapia foram feitas por médicos, com monitoração de saturação de oxigênio por oxímetro de pulso. O tempo mediano de administração de O 2 foi 6 dias e o cateter nasal foi usado em 94% dos casos, sendo raro o uso de máscaras ou capuz de oxigênio. Conclusões: A oxigenoterapia inalatória foi mais frequente em crianças com menor idade e em pacientes com pneumonia, sendo sua indicação compatível com critérios internacionais. O uso do cateter nasal mostrou-se seguro, simples, efetivo e de baixo custo. 2008 artículo científico 0103-0582 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=406038924007 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=4060 Revista Paulista de Pediatria application/pdf Sociedade de Pediatria de São Paulo Revista Paulista de Pediatria (Brasil) Num.1 Vol.26
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Oxigenoterapia inalatória em pacientes pediátricos internados em hospital universitário Paula Angeleli B. de Camargo Amanda Tavares Pinheiro Ana Carolina R. Hercos Gisela Fleischer Ferrari Medicina criança Oxigênio oxigenoterapia unidades hospitalares Objetivo: Avaliar o uso da oxigenoterapia inalatória em crianças internadas em hospital universitário. Metódos: Estudo prospectivo de crianças atendidas no Pronto-Socorro Pediátrico do Hospital das Clínicas da Fa - culdade de Medicina de Botucatu e que receberam oxigeno - terapia durante a internação, de maio a setembro de 2005. Indicou-se oxigenoterapia se saturação de oxigênio inferior a 90% e frequência respiratória elevada para idade. Crianças em uso crônico de oxigênio ou com necessidade de ventilação mecânica foram excluídas. Foram avaliados: sintomas respira - tórios, diagnósticos clínicos, saturação de oxigênio, método e tempo de oxigenoterapia e responsável pela prescrição. Resultados: Foram atendidas 8.709 crianças no pronto- socorro, sendo que 2.769 (32%) apresentaram doenças respi - ratórias e 97 necessitaram de internação na enfermaria. Destas, 62 (64%) receberam oxigenoterapia. Das 62 crianças, 37 eram do sexo masculino e a idade variou de 2 meses a 14 anos (mediana: 8 meses). A causa de hipóxia foi pneumonia em 52 crianças (84%), asma em cinco, bronquiolite em quatro e tra - queomalácia em uma. As prescrições de oxigenoterapia foram feitas por médicos, com monitoração de saturação de oxigênio por oxímetro de pulso. O tempo mediano de administração de O 2 foi 6 dias e o cateter nasal foi usado em 94% dos casos, sendo raro o uso de máscaras ou capuz de oxigênio. Conclusões: A oxigenoterapia inalatória foi mais frequente em crianças com menor idade e em pacientes com pneumonia, sendo sua indicação compatível com critérios internacionais. O uso do cateter nasal mostrou-se seguro, simples, efetivo e de baixo custo. 2008 artículo científico 0103-0582 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=406038924007 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=4060 Revista Paulista de Pediatria application/pdf Sociedade de Pediatria de São Paulo Revista Paulista de Pediatria (Brasil) Num.1 Vol.26
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