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Auteur principal: Diélly Cunha de Carvalho
Format: Artículo científico
Langue:pt
Publié: Sociedade de Pediatria de São Paulo 2008
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Accès en ligne:https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=406038926007
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Table des matières:
  • Uso de medicamentos em crianças de zero a seis anos matriculadas em creches de Tubarão, Santa Catarina Diélly Cunha de Carvalho Fabiana Schuelter Trevisol Bruno Thizon Menegali Daisson José Trevisol Medicina criança automedicação Uso de medicamentos OBJETIVO: Identificar o padrão de utilização de medicamentos, nos últimos seis meses, em crianças entre zero e seis anos, em quatro creches de Tubarão, Santa Catarina, no ano de 2007.MÉTODOS: Estudo transversal realizado por meio de questionário semi-estruturado, aplicado aos pais ou responsáveis pelas 413 crianças incluídas na pesquisa, após consentimento informado. Foram coletados dados sobre utilização de medicamentos e informações de saúde. A análise estatística foi feita com auxílio do programa Statistical Package for the Social Sciences 15.0.RESULTADOS: A média de idade das crianças foi 3,7±1,3 anos, sendo 195 (47%) meninas e 218 (53%) meninos. Dentre os adultos que responderam ao questionário, 75% eram mães e 43% tinham oito anos de estudo. Diante de situação de doença, 47% forneciam os medicamentos que tinham em casa. Das crianças pesquisadas, 82 (20%) apresentavam doença crônica e 75 (18%) portavam doença aguda no momento da pesquisa. Houve histórico de reações adversas aos medicamentos em 82 (20%) crianças, sendo a mais freqüente a alergia. A classe de medicamentos mais utilizada foi a dos analgésicos e antitérmicos (45%) e o motivo de uso principal foi febre (32%). Nos últimos seis meses, haviam sido utilizados 763 medicamentos, com média de 1,8 medicamentos por criança, sendo 41% com prescrição médica e 59% por automedicação.CONCLUSÕES: A prática freqüente de automedicação em crianças é um fenômeno potencialmente nocivo à saúde. Esse estudo mostrou que a maioria dos pais ou responsáveis segue essa prática, podendo mascarar doenças graves, gerar quadros de reações adversas e desenvolver resistência bacteriana, além de outras complicações. 2008 artículo científico 0103-0582 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=406038926007 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=4060 Revista Paulista de Pediatria application/pdf Sociedade de Pediatria de São Paulo Revista Paulista de Pediatria (Brasil) Num.3 Vol.26