Infecção hospitalar em Unidade de Terapia Intensiva Neonatal: há influência do local de nascimento?

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Autore principale: Monica de Souza B. Pinheiro
Natura: Artículo científico
Lingua:pt
Pubblicazione: Sociedade de Pediatria de São Paulo 2009
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author Monica de Souza B. Pinheiro
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contents Infecção hospitalar em Unidade de Terapia Intensiva Neonatal: há influência do local de nascimento? Monica de Souza B. Pinheiro Christiane Nicoletti Icaro Boszczowsk Dilma Mineko T. Puccini Sonia Regina T. S. Ramos Medicina Recém nascido epidemiologia infecção hospitalar Unidade de Terapia Intensiva Objetivo: Analisar comparativamente a incidência e o perfil etiológico da infecção hospitalar em recém-nascidos (RN) de origem interna e externa, admitidos em Unidade de Terapia Intensiva Neonatal (UTIN).Métodos: Estudo de coorte em RN internados na UTIN em 2002 e 2003. A vigilância epidemiológica das infecções hospitalares foi realizada prospectivamente, seguindo-se os métodos do National Nosocomial Infections Surveillance System. Compararam-se as características clínicas, demográficas, a incidência de infecção hospitalar precoce e tardia e o perfil dos microrganismos isolados dos RN com infecção tardia, segundo o local de nascimento. Resultados: Incluíram-se no estudo 426 RN de origem interna (88%) e 60 de origem externa (12%). A incidência de infecção hospitalar precoce foi 10% e tardia, 21%, sem diferença estatística entre os RN internos e externos quanto à ocorrência de infecção hospitalar precoce (p=0,40) e tardia (p=0,41). Entre os micro-organismos isolados na infecção tardia, 52% foram Gram-positivos, com predomínio do Staphylococcus coagulase negativo, tanto para as infecções em RN externos (33%) quanto internos (41%). Dentre os Gram-negativos, Pseudomonas spp. e Enterobacter spp. foram isolados com maior frequência nos RN externos. A sepse (54%) e a pneumonia (20%) foram as infecções mais frequentes. Conclusões: Entre os grupos de RN separados de acordo com o local de nascimento, não houve diferença na incidência de infecção hospitalar precoce e tardia e no agente etiológico predominante da infecção hospitalar tardia. 2009 artículo científico 0103-0582 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=406038928002 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=4060 Revista Paulista de Pediatria application/pdf Sociedade de Pediatria de São Paulo Revista Paulista de Pediatria (Brasil) Num.1 Vol.27
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Infecção hospitalar em Unidade de Terapia Intensiva Neonatal: há influência do local de nascimento? Monica de Souza B. Pinheiro Christiane Nicoletti Icaro Boszczowsk Dilma Mineko T. Puccini Sonia Regina T. S. Ramos Medicina Recém nascido epidemiologia infecção hospitalar Unidade de Terapia Intensiva Objetivo: Analisar comparativamente a incidência e o perfil etiológico da infecção hospitalar em recém-nascidos (RN) de origem interna e externa, admitidos em Unidade de Terapia Intensiva Neonatal (UTIN).Métodos: Estudo de coorte em RN internados na UTIN em 2002 e 2003. A vigilância epidemiológica das infecções hospitalares foi realizada prospectivamente, seguindo-se os métodos do National Nosocomial Infections Surveillance System. Compararam-se as características clínicas, demográficas, a incidência de infecção hospitalar precoce e tardia e o perfil dos microrganismos isolados dos RN com infecção tardia, segundo o local de nascimento. Resultados: Incluíram-se no estudo 426 RN de origem interna (88%) e 60 de origem externa (12%). A incidência de infecção hospitalar precoce foi 10% e tardia, 21%, sem diferença estatística entre os RN internos e externos quanto à ocorrência de infecção hospitalar precoce (p=0,40) e tardia (p=0,41). Entre os micro-organismos isolados na infecção tardia, 52% foram Gram-positivos, com predomínio do Staphylococcus coagulase negativo, tanto para as infecções em RN externos (33%) quanto internos (41%). Dentre os Gram-negativos, Pseudomonas spp. e Enterobacter spp. foram isolados com maior frequência nos RN externos. A sepse (54%) e a pneumonia (20%) foram as infecções mais frequentes. Conclusões: Entre os grupos de RN separados de acordo com o local de nascimento, não houve diferença na incidência de infecção hospitalar precoce e tardia e no agente etiológico predominante da infecção hospitalar tardia. 2009 artículo científico 0103-0582 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=406038928002 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=4060 Revista Paulista de Pediatria application/pdf Sociedade de Pediatria de São Paulo Revista Paulista de Pediatria (Brasil) Num.1 Vol.27
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