Uso de octreotida na hemorragia digestiva alta secundária à hipertensão portal em pacientes pediátricos: experiência de um serviço terciário

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Auteur principal: Daniela Gois Meneses
Format: Artículo científico
Langue:pt
Publié: Sociedade de Pediatria de São Paulo 2011
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contents Uso de octreotida na hemorragia digestiva alta secundária à hipertensão portal em pacientes pediátricos: experiência de um serviço terciário Daniela Gois Meneses Elizete Aparecida L. C. Pinto Adriana Maria A. de Tommaso Medicina criança Octreotida adolescente hipertensão portal hemorragia digestiva Objetivo : Descrever a evolução clínica dos episódios de hemorragia digestiva em crianças portadoras de hipertensão portal, com e sem cirrose, tratadas com octreotida. Métodos: Estudo retrospectivo e descritivo de 26 epi - sódios de sangramento digestivo em 17 pacientes (média de idade: 8,6 anos; variação: sete meses a 18,9 anos), no período de 1998 a 2006, num hospital terciário universitário. O diagnóstico de hipertensão portal foi estabelecido por ultrassonografia e a cirrose foi confirmada pela histologia e classificada quanto à gravidade pelo escore de Child-Pugh. Resultados: As causas da hipertensão portal foram: obstrução extra-hepática da veia porta em 11/17 casos (65%) e cirrose hepática em 6/17 (35%). O sangramento foi controlado em 14/17 pacientes (82%). O tempo de infusão da droga necessário para controle do sangramento foi semelhante entre cirróticos e não cirróticos, mas o de - clínio nos níveis de hemoglobina, o volume transfusional requerido e o tempo de internação foram maiores nos pacientes com cirrose, embora sem diferença estatística. Essas mesmas variáveis não se modificaram em relação aos dois diferentes esquemas de infusão da droga: com dose de ataque ou iniciando com dose de manutenção. Insucesso terapêutico foi observado com maior frequência entre os pacientes cirróticos (33%). Hiperglicemia foi o único efeito colateral detectado durante a infusão. Conclusões: A administração de octreotida em crianças e adolescentes com sangramento digestivo por hipertensão portal foi segura e efetiva no controle do sangramento agudo, independente da causa da hipertensão portal e do esquema de infusão. 2011 artículo científico 0103-0582 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=406038939021 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=4060 Revista Paulista de Pediatria application/pdf Sociedade de Pediatria de São Paulo Revista Paulista de Pediatria (Brasil) Num.4 Vol.29
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Daniela Gois Meneses
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Uso de octreotida na hemorragia digestiva alta secundária à hipertensão portal em pacientes pediátricos: experiência de um serviço terciário Daniela Gois Meneses Elizete Aparecida L. C. Pinto Adriana Maria A. de Tommaso Medicina criança Octreotida adolescente hipertensão portal hemorragia digestiva Objetivo : Descrever a evolução clínica dos episódios de hemorragia digestiva em crianças portadoras de hipertensão portal, com e sem cirrose, tratadas com octreotida. Métodos: Estudo retrospectivo e descritivo de 26 epi - sódios de sangramento digestivo em 17 pacientes (média de idade: 8,6 anos; variação: sete meses a 18,9 anos), no período de 1998 a 2006, num hospital terciário universitário. O diagnóstico de hipertensão portal foi estabelecido por ultrassonografia e a cirrose foi confirmada pela histologia e classificada quanto à gravidade pelo escore de Child-Pugh. Resultados: As causas da hipertensão portal foram: obstrução extra-hepática da veia porta em 11/17 casos (65%) e cirrose hepática em 6/17 (35%). O sangramento foi controlado em 14/17 pacientes (82%). O tempo de infusão da droga necessário para controle do sangramento foi semelhante entre cirróticos e não cirróticos, mas o de - clínio nos níveis de hemoglobina, o volume transfusional requerido e o tempo de internação foram maiores nos pacientes com cirrose, embora sem diferença estatística. Essas mesmas variáveis não se modificaram em relação aos dois diferentes esquemas de infusão da droga: com dose de ataque ou iniciando com dose de manutenção. Insucesso terapêutico foi observado com maior frequência entre os pacientes cirróticos (33%). Hiperglicemia foi o único efeito colateral detectado durante a infusão. Conclusões: A administração de octreotida em crianças e adolescentes com sangramento digestivo por hipertensão portal foi segura e efetiva no controle do sangramento agudo, independente da causa da hipertensão portal e do esquema de infusão. 2011 artículo científico 0103-0582 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=406038939021 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=4060 Revista Paulista de Pediatria application/pdf Sociedade de Pediatria de São Paulo Revista Paulista de Pediatria (Brasil) Num.4 Vol.29
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