Simultaneidade dos fatores de risco para doenças crônicas não transmissíveis em adolescentes: prevalência e fatores associados

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1. Verfasser: Kelly Samara da Silva
Format: Artículo científico
Sprache:pt
Veröffentlicht: Sociedade de Pediatria de São Paulo 2012
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author Kelly Samara da Silva
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contents Simultaneidade dos fatores de risco para doenças crônicas não transmissíveis em adolescentes: prevalência e fatores associados Kelly Samara da Silva Adair da Silva Lopes Daniel Giordani Vasques Filipe Ferreira da Costa Rosane Carla R. da Silva Medicina adolescente doença crônica Fatores de risco comportamento de risco Objetivo: Estimar a prevalência e os padrões dos fatores de risco para doenças crônicas não transmissíveis segundo o nível socioeconômico e a idade dos adolescentes. Métodos: Estudo transversal de base escolar envolvendo 1.675 adolescentes (53% do sexo feminino), com idades de 11 a 17 anos, de escolas públicas e privadas. O consumo de tabaco e álcool, o alto consumo de gordura na dieta e o baixo nível de atividade física constituíram as variáveis comportamentais. Circunferência da cintura e pressão arterial elevada, assim como e baixa aptidão cardiorrespiratória compuseram as variáveis biológicas. Regressão logística multinomial foi realizada para identificar variáveis associadas à simultaneidade dos fatores de risco para doenças crônicas não transmissíveis. Resultados: Dos adolescentes, 62 e 31% apresentaram baixa aptidão cardiorrespiratória e elevado consumo de gordura, respectivamente. Dois em cada dez adolescentes tinha dois ou mais comportamentos de risco, e um terço deles tinham pelo menos dois fatores de risco biológicos para doenças crônicas não transmissíveis. No total, 62% dos adolescentes tinham pelo menos dois fatores de risco para doenças crônicas não transmissíveis, com maior frequência nos estudantes mais velhos. Na análise simultânea de todas as variáveis, observou-se que o aumento da idade esteve associado ao acúmulo de dois ou mais fatores de risco (sexo masculino com OR 2,10, e feminino com OR 5,74). Conclusões: Seis em cada dez adolescentes tinham pelo menos dois fatores de risco, enquanto a proporção do agrupamento desses fatores aumentou com a idade. Portanto, quanto mais precoce forem as intervenções, provavelmente menos adolescentes estarão acometidos por agravos à saúde em idades mais avançadas. 2012 artículo científico 0103-0582 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=406038962005 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=4060 Revista Paulista de Pediatria application/pdf Sociedade de Pediatria de São Paulo Revista Paulista de Pediatria (Brasil) Num.3 Vol.30
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Kelly Samara da Silva
Medicina
adolescente
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Simultaneidade dos fatores de risco para doenças crônicas não transmissíveis em adolescentes: prevalência e fatores associados Kelly Samara da Silva Adair da Silva Lopes Daniel Giordani Vasques Filipe Ferreira da Costa Rosane Carla R. da Silva Medicina adolescente doença crônica Fatores de risco comportamento de risco Objetivo: Estimar a prevalência e os padrões dos fatores de risco para doenças crônicas não transmissíveis segundo o nível socioeconômico e a idade dos adolescentes. Métodos: Estudo transversal de base escolar envolvendo 1.675 adolescentes (53% do sexo feminino), com idades de 11 a 17 anos, de escolas públicas e privadas. O consumo de tabaco e álcool, o alto consumo de gordura na dieta e o baixo nível de atividade física constituíram as variáveis comportamentais. Circunferência da cintura e pressão arterial elevada, assim como e baixa aptidão cardiorrespiratória compuseram as variáveis biológicas. Regressão logística multinomial foi realizada para identificar variáveis associadas à simultaneidade dos fatores de risco para doenças crônicas não transmissíveis. Resultados: Dos adolescentes, 62 e 31% apresentaram baixa aptidão cardiorrespiratória e elevado consumo de gordura, respectivamente. Dois em cada dez adolescentes tinha dois ou mais comportamentos de risco, e um terço deles tinham pelo menos dois fatores de risco biológicos para doenças crônicas não transmissíveis. No total, 62% dos adolescentes tinham pelo menos dois fatores de risco para doenças crônicas não transmissíveis, com maior frequência nos estudantes mais velhos. Na análise simultânea de todas as variáveis, observou-se que o aumento da idade esteve associado ao acúmulo de dois ou mais fatores de risco (sexo masculino com OR 2,10, e feminino com OR 5,74). Conclusões: Seis em cada dez adolescentes tinham pelo menos dois fatores de risco, enquanto a proporção do agrupamento desses fatores aumentou com a idade. Portanto, quanto mais precoce forem as intervenções, provavelmente menos adolescentes estarão acometidos por agravos à saúde em idades mais avançadas. 2012 artículo científico 0103-0582 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=406038962005 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=4060 Revista Paulista de Pediatria application/pdf Sociedade de Pediatria de São Paulo Revista Paulista de Pediatria (Brasil) Num.3 Vol.30
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