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1. Verfasser: Nadia Cristina Valentini
Format: Artículo científico
Sprache:pt
Veröffentlicht: Sociedade de Pediatria de São Paulo 2012
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Online-Zugang:https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=406038962010
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author Nadia Cristina Valentini
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contents Prevalência de déficits motores e desordem coordenativa desenvolvimental em crianças da região Sul do Brasil Nadia Cristina Valentini Mônia Tainá C. Coutinho Simone Maria Pansera Viviane Aparecida P. dos Santos José Luiz L. Vieira Maria Helena Ramalho Marcio Alves de Oliveira Medicina epidemiologia prevenção primária desenvolvimento infantil Transtornos das habilidades motoras Objetivo: Investigar a prevalência de provável desordem coordenativa desenvolvimental e de seu risco e o desenvolvimento típico em meninos e meninas, com quatro a 12 anos de idade. Métodos: Foram avaliadas 1.587 crianças da região Sul do Brasil com o Movement Assessment Battery for Children. Os participantes foram divididos em quatro grupos de acordo com a idade (G1, de quatro a seis anos; G2, de sete a oito; G3, de nove a dez; e G4, de 11 a 12). Resultados: Ao todo, 19,9% das crianças foram identificadas com provável desordem coordenativa desenvolvimental (percentil ≤5%) e 16,8% com risco de tal desordem (percentil ≤15%), todas avaliadas pelo Movement Assessment Battery for Children. Houve interação significativa entre a classificação no Movement Assessment Battery for Children, por grupo de idade e sexo (p<0,0001). A análise por gênero demonstrou maior prevalência de desordem coordenativa desenvolvimental no grupo de meninas nas faixas etárias G3 e G4 (p<0,05). Observaram-se interações significativas para a destreza manual (p=0,0001), habilidades com bola (p<0,0001) e equilíbrio (p<0,0001). Destreza manual foi o item com maior peso nas variações observadas. Conclusões: As dificuldades nas tarefas de destreza manual repercutiram mais fortemente para o diagnóstico de provável desordem coordenativa desenvolvimental e no risco de tal desordem. Os meninos apresentaram pior desempenho nas tarefas de destreza manual e equilíbrio, enquanto as meninas apresentaram maior deficiência nas habilidades com bola. O desempenho motor deficitário foi mais prevalente no grupo etário de crianças mais velhas. 2012 artículo científico 0103-0582 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=406038962010 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=4060 Revista Paulista de Pediatria application/pdf Sociedade de Pediatria de São Paulo Revista Paulista de Pediatria (Brasil) Num.3 Vol.30
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language pt
publishDate 2012
publisher Sociedade de Pediatria de São Paulo
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Nadia Cristina Valentini
Medicina
epidemiologia
prevenção primária
desenvolvimento infantil
Transtornos das habilidades motoras
Prevalência de déficits motores e desordem coordenativa desenvolvimental em crianças da região Sul do Brasil Nadia Cristina Valentini Mônia Tainá C. Coutinho Simone Maria Pansera Viviane Aparecida P. dos Santos José Luiz L. Vieira Maria Helena Ramalho Marcio Alves de Oliveira Medicina epidemiologia prevenção primária desenvolvimento infantil Transtornos das habilidades motoras Objetivo: Investigar a prevalência de provável desordem coordenativa desenvolvimental e de seu risco e o desenvolvimento típico em meninos e meninas, com quatro a 12 anos de idade. Métodos: Foram avaliadas 1.587 crianças da região Sul do Brasil com o Movement Assessment Battery for Children. Os participantes foram divididos em quatro grupos de acordo com a idade (G1, de quatro a seis anos; G2, de sete a oito; G3, de nove a dez; e G4, de 11 a 12). Resultados: Ao todo, 19,9% das crianças foram identificadas com provável desordem coordenativa desenvolvimental (percentil ≤5%) e 16,8% com risco de tal desordem (percentil ≤15%), todas avaliadas pelo Movement Assessment Battery for Children. Houve interação significativa entre a classificação no Movement Assessment Battery for Children, por grupo de idade e sexo (p<0,0001). A análise por gênero demonstrou maior prevalência de desordem coordenativa desenvolvimental no grupo de meninas nas faixas etárias G3 e G4 (p<0,05). Observaram-se interações significativas para a destreza manual (p=0,0001), habilidades com bola (p<0,0001) e equilíbrio (p<0,0001). Destreza manual foi o item com maior peso nas variações observadas. Conclusões: As dificuldades nas tarefas de destreza manual repercutiram mais fortemente para o diagnóstico de provável desordem coordenativa desenvolvimental e no risco de tal desordem. Os meninos apresentaram pior desempenho nas tarefas de destreza manual e equilíbrio, enquanto as meninas apresentaram maior deficiência nas habilidades com bola. O desempenho motor deficitário foi mais prevalente no grupo etário de crianças mais velhas. 2012 artículo científico 0103-0582 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=406038962010 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=4060 Revista Paulista de Pediatria application/pdf Sociedade de Pediatria de São Paulo Revista Paulista de Pediatria (Brasil) Num.3 Vol.30
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