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Detalles Bibliográficos
Autor principal: Priscila Araújo
Formato: Artículo científico
Lenguaje:pt
Publicado: Sociedade de Pediatria de São Paulo 2016
Materias:
Acceso en línea:https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=406046678012
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Tabla de Contenidos:
  • Uso indevido de drogas e função sexual em adolescentes com doenças crônicas Priscila Araújo Márcio Guilherme Nunes Carvalho Marlon van Weelden Benito Lourenco Lígia Bruni Queiroz Clovis Artur Silva Medicina Tabaco Alcoolismo Adolescente Assédio moral Drogas ilícitas Objetivo: Avaliar o uso indevido de álcool/tabaco e/ou de drogas ilícitas em doenc ̧as crônicas (DCs). Métodos: Estudo transversal com 220 adolescentes com DCs e 110 controles saudáveis, incluindo: dados demográficos/antropométricos; marcadores de puberdade; questionário modificado de avaliac ̧ão da func ̧ão sexual, abuso de álcool/tabagismo/drogas ilícitas e assédio moral; e o uso do instrumento CRAFFT (car/relax/alone/forget/friends/trouble) pelo médico para o abuso/dependência de substâncias de alto risco. Resultados: As frequências de uso de álcool/tabaco e/ou drogas ilícitas foram semelhantes em ambos os grupos (30% vs . 34%, p = 0,529), assim como as frequências de assédio moral (42% vs . 41%, p = 0,905). Uma análise mais aprofundada apenas em pacientes com DCs que usaram álcool/tabaco/droga ilícita versus aqueles que não usaram mostrou que a idade mediana atual [15 (11-18) vs . 14 (10-18) anos, p < 0,0001] e os anos de escolaridade [9 (5-14) vs . 8 (3-12) anos, p < 0,0001] foram significativamente maiores no grupo que fazia uso das substâncias. As frequências de Tanner 5 ( p < 0,0001), menarca ( p < 0,0001) e espermarca ( p = 0,001) também foram significativamente maiores em pacientes com DCs que usaram álcool/tabaco/drogas ilícitas, assim como a atividade sexual (23% vs . 3%, p < 0,0001). A tendência de baixa frequência de terapia com medicamentos foi observada em pacientes que usaram substâncias (70% vs . 82%, p = 0,051). Observou-se uma correlac ̧ão positiva entre o score no CRAFFT e a idade atual em pacientes com DCs ( p = 0,005, r =+ 0,189) e controles ( p = 0,018, r = +0,226). Conclusões: A idade mais avanc ̧ada foi demonstrada em pacientes com DCs que relataram uso indevido de drogas lícitas/ilícitas. Em adolescente com DCs, o uso das substâncias resultou em maior propensão à prática de relac ̧ões sexuais. Nosso estudo reforc ̧a que esses pacientes devem ser sistematicamente avaliados pelos pediatras em relac ̧ão a padrões de comportamento de saúde relacionados com drogas. 2016 artículo científico 0103-0582 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=406046678012 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=4060 Revista Paulista de Pediatria application/pdf Sociedade de Pediatria de São Paulo Revista Paulista de Pediatria (Brasil) Num.3 Vol.34