FATORES ASSOCIADOS À PREVALÊNCIA E INTENSIDADE DE ODONTALGIA EM CRIANÇAS DE MUNICÍPIOS DA REGIÃO DE CAMPINAS, SÃO PAULO

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1. Verfasser: Renata Cristina Guskuma
Format: Artículo científico
Sprache:pt
Veröffentlicht: Sociedade de Pediatria de São Paulo 2017
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author Renata Cristina Guskuma
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contents FATORES ASSOCIADOS À PREVALÊNCIA E INTENSIDADE DE ODONTALGIA EM CRIANÇAS DE MUNICÍPIOS DA REGIÃO DE CAMPINAS, SÃO PAULO Renata Cristina Guskuma Vinícius Aguiar Lages Maylu Botta Hafner Maria Paula Maciel Rando‑Meirelles Silvia Cypriano Maria da Luz Rosário de Sousa Marília Jesus Batista Medicina Criança Odontalgia Absenteísmo Objetivo: Avaliar a prevalência e a intensidade de odontalgia em crianças segundo porte populacional do município, fatores associados e absenteísmo. Métodos: A amostra constituiu‑se de crianças de 12 anos provenientes de escolas públicas e privadas, sorteadas em oito cidades da região de Campinas (SP). Foi aplicado um questionário com dados de odontalgia, demográficos, socioeconômicos bem como foi realizado exame clínico para avaliar a experiência de cárie. Ter dor foi o desfecho para análise de regressão logística e a intensidade da dor para a regressão log‑binomial negativa. Adotou‑se nível de significância de 5%. Resultados: A amostra foi constituída de 1.233 crianças, sendo que 16,7% relataram dor nos últimos seis meses. A odontalgia foi causa de 46,4% do absenteísmo escolar nesse período. A prevalência de dor foi menor entre os de alta renda familiar ( p =0,023) e maior entre não brancos ( p =0,027). A intensidade da dor foi menor nos municípios de médio ( p =0,02) e pequeno porte ( p =0,004) e maior nas crianças cujos pais tinham menor nível de escolaridade ( p =0,003), que procuraram o dentista por dor ( p =0,04) e que apresentavam cárie não tratada ( p =0,04). Conclusões: A prevalência e a intensidade da dor de dente em crianças de 12 anos estão relacionadas com aspectos socioeconômicos da família, como baixa renda e menor escolaridade dos pais, e causam impacto na atividade diária por meio do absenteísmo escolar. A intensidade foi menor em municípios de médio e pequeno porte. Estratégias de promoção de saúde bucal nessa faixa etária devem ser estimuladas para evitar a odontalgia. 2017 artículo científico 0103-0582 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=406052157014 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=4060 Revista Paulista de Pediatria application/pdf Sociedade de Pediatria de São Paulo Revista Paulista de Pediatria (Brasil) Num.3 Vol.35
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Renata Cristina Guskuma
Medicina
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FATORES ASSOCIADOS À PREVALÊNCIA E INTENSIDADE DE ODONTALGIA EM CRIANÇAS DE MUNICÍPIOS DA REGIÃO DE CAMPINAS, SÃO PAULO Renata Cristina Guskuma Vinícius Aguiar Lages Maylu Botta Hafner Maria Paula Maciel Rando‑Meirelles Silvia Cypriano Maria da Luz Rosário de Sousa Marília Jesus Batista Medicina Criança Odontalgia Absenteísmo Objetivo: Avaliar a prevalência e a intensidade de odontalgia em crianças segundo porte populacional do município, fatores associados e absenteísmo. Métodos: A amostra constituiu‑se de crianças de 12 anos provenientes de escolas públicas e privadas, sorteadas em oito cidades da região de Campinas (SP). Foi aplicado um questionário com dados de odontalgia, demográficos, socioeconômicos bem como foi realizado exame clínico para avaliar a experiência de cárie. Ter dor foi o desfecho para análise de regressão logística e a intensidade da dor para a regressão log‑binomial negativa. Adotou‑se nível de significância de 5%. Resultados: A amostra foi constituída de 1.233 crianças, sendo que 16,7% relataram dor nos últimos seis meses. A odontalgia foi causa de 46,4% do absenteísmo escolar nesse período. A prevalência de dor foi menor entre os de alta renda familiar ( p =0,023) e maior entre não brancos ( p =0,027). A intensidade da dor foi menor nos municípios de médio ( p =0,02) e pequeno porte ( p =0,004) e maior nas crianças cujos pais tinham menor nível de escolaridade ( p =0,003), que procuraram o dentista por dor ( p =0,04) e que apresentavam cárie não tratada ( p =0,04). Conclusões: A prevalência e a intensidade da dor de dente em crianças de 12 anos estão relacionadas com aspectos socioeconômicos da família, como baixa renda e menor escolaridade dos pais, e causam impacto na atividade diária por meio do absenteísmo escolar. A intensidade foi menor em municípios de médio e pequeno porte. Estratégias de promoção de saúde bucal nessa faixa etária devem ser estimuladas para evitar a odontalgia. 2017 artículo científico 0103-0582 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=406052157014 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=4060 Revista Paulista de Pediatria application/pdf Sociedade de Pediatria de São Paulo Revista Paulista de Pediatria (Brasil) Num.3 Vol.35
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