FATORES ASSOCIADOS À MORTALIDADE INFANTIL EM MUNICÍPIO COM ÍNDICE DE DESENVOLVIMENTO HUMANO ELEVADO

Fuente: Redalyc
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Autore principale: Maria Volpato Kropiwiec
Natura: Artículo científico
Lingua:pt
Pubblicazione: Sociedade de Pediatria de São Paulo 2017
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author Maria Volpato Kropiwiec
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contents FATORES ASSOCIADOS À MORTALIDADE INFANTIL EM MUNICÍPIO COM ÍNDICE DE DESENVOLVIMENTO HUMANO ELEVADO Maria Volpato Kropiwiec Selma Cristina Franco Augusto Randüz do Amaral Medicina Fatores de risco Estudo de coorte Mortalidade infantil Desenvolvimento econômico Objetivo: Identificar os fatores associados à mortalidade infantil em município com bom desenvolvimento socioeconômico. Métodos: Estudo de coorte retrospectivo com 7.887 nascidos vivos do ano de 2012 registrados no Sistema de Informação sobre Nascidos Vivos (SINASC) e associados por meio de linkage com o Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM) para identificação dos óbitos ocorridos no primeiro ano de vida. Os fatores de risco foram hierarquizados em três níveis de determinação: distal, intermediário e proximal. Os modelos de regressão logística binomial e o modelo multivariado quantificaram o impacto individual das variáveis testadas e ajustaram o efeito das variáveis de confundimento. A magnitude do efeito das variáveis explicativas foi estimada pelo cálculo do Odds Ratio (OR) bruta e ajustada e de seus respectivos intervalos de confiança de 95% (IC95%), sendo significante p <0,05. Resultados: Identificou‑se 61 óbitos na coorte e o coeficiente de mortalidade infantil foi de 7,7 por mil nascidos vivos. Mãe adolescente (ORaj 3,75; IC95% 1,40–10,02), duração da gestação <32 semanas (ORaj 12,08; IC95% 2,30–63,38), peso ao nascer <1.500 g (ORaj 8,20; IC95% 1,52–44,23), Apgar no 1º e no 5º minuto de vida <7 (ORaj 4,82; IC95% 2,01–11,55 e ORaj 6,26; IC95% 1,93–20,30, respectivamente) e presença de malformação congênita (ORaj 21,49; IC95% 7,72–59,82) constituíram fatores de risco para os óbitos. Conclusões: A menor relevância dos fatores socioeconômicos e assistenciais e a maior importância dos fatores biológicos na determinação dos óbitos infantis podem refletir o efeito protetor do elevado desenvolvimento econômico e social dessa localidade. 2017 artículo científico 0103-0582 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=406053589006 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=4060 Revista Paulista de Pediatria application/pdf Sociedade de Pediatria de São Paulo Revista Paulista de Pediatria (Brasil) Num.4 Vol.35
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Maria Volpato Kropiwiec
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FATORES ASSOCIADOS À MORTALIDADE INFANTIL EM MUNICÍPIO COM ÍNDICE DE DESENVOLVIMENTO HUMANO ELEVADO Maria Volpato Kropiwiec Selma Cristina Franco Augusto Randüz do Amaral Medicina Fatores de risco Estudo de coorte Mortalidade infantil Desenvolvimento econômico Objetivo: Identificar os fatores associados à mortalidade infantil em município com bom desenvolvimento socioeconômico. Métodos: Estudo de coorte retrospectivo com 7.887 nascidos vivos do ano de 2012 registrados no Sistema de Informação sobre Nascidos Vivos (SINASC) e associados por meio de linkage com o Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM) para identificação dos óbitos ocorridos no primeiro ano de vida. Os fatores de risco foram hierarquizados em três níveis de determinação: distal, intermediário e proximal. Os modelos de regressão logística binomial e o modelo multivariado quantificaram o impacto individual das variáveis testadas e ajustaram o efeito das variáveis de confundimento. A magnitude do efeito das variáveis explicativas foi estimada pelo cálculo do Odds Ratio (OR) bruta e ajustada e de seus respectivos intervalos de confiança de 95% (IC95%), sendo significante p <0,05. Resultados: Identificou‑se 61 óbitos na coorte e o coeficiente de mortalidade infantil foi de 7,7 por mil nascidos vivos. Mãe adolescente (ORaj 3,75; IC95% 1,40–10,02), duração da gestação <32 semanas (ORaj 12,08; IC95% 2,30–63,38), peso ao nascer <1.500 g (ORaj 8,20; IC95% 1,52–44,23), Apgar no 1º e no 5º minuto de vida <7 (ORaj 4,82; IC95% 2,01–11,55 e ORaj 6,26; IC95% 1,93–20,30, respectivamente) e presença de malformação congênita (ORaj 21,49; IC95% 7,72–59,82) constituíram fatores de risco para os óbitos. Conclusões: A menor relevância dos fatores socioeconômicos e assistenciais e a maior importância dos fatores biológicos na determinação dos óbitos infantis podem refletir o efeito protetor do elevado desenvolvimento econômico e social dessa localidade. 2017 artículo científico 0103-0582 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=406053589006 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=4060 Revista Paulista de Pediatria application/pdf Sociedade de Pediatria de São Paulo Revista Paulista de Pediatria (Brasil) Num.4 Vol.35
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