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| Autore principale: | |
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| Natura: | Artículo científico |
| Lingua: | pt |
| Pubblicazione: |
Sociedade de Pediatria de São Paulo
2018
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| Soggetti: | |
| Accesso online: | https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=406055520018 https://www.redalyc.org/journal/4060/406055520018/ https://www.redalyc.org/journal/4060/406055520018/html/ https://www.redalyc.org/journal/4060/406055520018/406055520018.epub https://www.redalyc.org/journal/4060/406055520018/movil |
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Sommario:
- MARCADORES ULTRASSONOGRÁFICOS DE RISCO CARDIOVASCULAR EM CRIANÇAS OBESAS Karla Cristina Malta Costa Luiz Antonio Del Ciampo Patrícia Silveira Silva Jailson Costa Lima Wellington de Paula Martins Carlos Alberto Nogueira-de-Almeida Medicina Criança Obesidade Endotélio Ultrassonografia Doenças cardiovasculares Objetivo: Avaliar se a obesidade altera os marcadores ultrassonográficos de risco metabólico e cardiovascular em crianças.Métodos: Estudo transversal com 80 crianças entre 6 e 10 anos, comparando 40 crianças obesas com 40 crianças normais. Foram avaliados os seguintes parâmetros: peso; altura; índice de massa corporal; pressão arterial; massa gorda; taxa metabólica basal; HDL-colesterol, LDL-colesterol e colesterol total; insulina de jejum e glicose; índice quantitativo de verificação da sensibilidade à insulina (QUICKI); Homeostase Modell Assessment (HOMA-IR); Diâmetro basal da artéria braquial; Dilatação mediada pelo fluxo da artéria braquial (FMD) e variação do índice de pulsatilidade (PI-C).Resultados: Entre obesos e não obesos, observaram-se diferenças significativas na pressão arterial sistólica (97,7±8,4 vs. 89,0±5,8 mmHg; p<0,01), pressão arterial diastólica (64,3±7,9 vs. 52,9±5.1 mmHg; p<0,01), gordura corporal (45,1±5,9 vs. 21,3±6,0%; p<0,01), taxa metabólica basal (1216,1±102,1 vs. 1072,9±66,4 Kcal; p<0,01), colesterol (164,7±25,2 vs. 153,4±15,8 mg/dL; p=0,03), insulina de jejum (7,1±5,2 vs. 2,8±1,8 pIU/mL; p<0,01), HOMA-IR (1,5±1,1 vs. 0,6±0,4; p<0.01), diâmetro basal da artéria braquial (2,5±0,3 vs. 2,1±0,3 mm; p<0,01); PI-C (-15,5±27,2 vs. -31,9±15,5%; p<0,01), redução de QUICKI (0,4±0,05 vs. 0,4±0,03; p<0,01) e FMD (6,6±3,2 vs. 15,6±7,3%; p<0,01).Conclusões: A obesidade piora os marcadores ultrassonográficos e laboratoriais de risco metabólico e cardiovascular em crianças. 2018 artículo científico 0103-0582 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=406055520018 https://www.redalyc.org/journal/4060/406055520018/ https://www.redalyc.org/journal/4060/406055520018/html/ https://www.redalyc.org/journal/4060/406055520018/406055520018.epub https://www.redalyc.org/journal/4060/406055520018/movil 10.1590/1984-0462/;2018;36;2;00016 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=4060 Revista Paulista de Pediatria application/pdf Sociedade de Pediatria de São Paulo Revista Paulista de Pediatria (Brasil) Num.2 Vol.36