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Main Author: Emanuel Sávio Cavalcanti Sarinho
Format: Artículo científico
Language:pt
Published: Sociedade de Pediatria de São Paulo 2019
Subjects:
Online Access:https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=406058402002
https://www.redalyc.org/journal/4060/406058402002/
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https://www.redalyc.org/journal/4060/406058402002/406058402002.epub
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author Emanuel Sávio Cavalcanti Sarinho
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contents EXISTE ASSOCIAÇÃO ENTRE O USO DE GLICOCORTICOIDES E A PRESENÇA DE FRATURAS? ESTUDO COMPARATIVO EM UM HOSPITAL DE TRAUMA Emanuel Sávio Cavalcanti Sarinho Verônica Maria Pinho Pessôa Melo Marcelo Tavares Viana Marina Maria Pessôa Melo Medicina Trauma Fraturas Crianças Adolescentes Glicocorticoides Objetivo: Avaliar se houve associação entre a ocorrência de fratura após trauma físico e o uso de glicocorticoides nos 12 meses precedentes ao trauma, em crianças e adolescentes atendidos em uma emergência.Métodos: No período de abril a outubro de 2015 foi conduzido em uma emergência pediátrica um estudo tipo caso controle, em pacientes de 3 a 14 anos incompletos, vitimados por trauma físico, com e sem fratura. Os dados analisados foram obtidos pela consulta dos prontuários, pelo exame físico dos pacientes e por entrevista dos responsáveis, comparando-se uso de glicocorticoides nos últimos 12 meses, características demográficas, índice de massa corpórea, ingesta de leite, intensidade do trauma, prática de exercício físico e tabagismo passivo domiciliar nos dois grupos de pacientes.Resultados: Estudaram-se 104 pacientes com trauma físico, 50 com fratura e 54 sem fratura. O uso de glicocorticoides ocorreu em 15,4% dos pacientes estudados, sem diferença estatisticamente significante entre os dois grupos. A faixa etária de 10 a 14 anos incompletos, o trauma grave e a prática de exercício físico predominaram entre os pacientes com fratura.Conclusões: Este estudo não mostrou associação entre o uso prévio de glicocorticoides e a ocorrência de fraturas em crianças e adolescentes. A faixa etária de 10 a 14 anos incompletos, o trauma grave e a prática de exercício físico associaram-se com maior risco para fraturas. 2019 artículo científico 0103-0582 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=406058402002 https://www.redalyc.org/journal/4060/406058402002/ https://www.redalyc.org/journal/4060/406058402002/html/ https://www.redalyc.org/journal/4060/406058402002/406058402002.epub https://www.redalyc.org/journal/4060/406058402002/movil 10.1590/1984-0462/;2019;37;1;00001 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=4060 Revista Paulista de Pediatria application/pdf Sociedade de Pediatria de São Paulo Revista Paulista de Pediatria (Brasil) Num.1 Vol.37
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publisher Sociedade de Pediatria de São Paulo
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Emanuel Sávio Cavalcanti Sarinho
Medicina
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EXISTE ASSOCIAÇÃO ENTRE O USO DE GLICOCORTICOIDES E A PRESENÇA DE FRATURAS? ESTUDO COMPARATIVO EM UM HOSPITAL DE TRAUMA Emanuel Sávio Cavalcanti Sarinho Verônica Maria Pinho Pessôa Melo Marcelo Tavares Viana Marina Maria Pessôa Melo Medicina Trauma Fraturas Crianças Adolescentes Glicocorticoides Objetivo: Avaliar se houve associação entre a ocorrência de fratura após trauma físico e o uso de glicocorticoides nos 12 meses precedentes ao trauma, em crianças e adolescentes atendidos em uma emergência.Métodos: No período de abril a outubro de 2015 foi conduzido em uma emergência pediátrica um estudo tipo caso controle, em pacientes de 3 a 14 anos incompletos, vitimados por trauma físico, com e sem fratura. Os dados analisados foram obtidos pela consulta dos prontuários, pelo exame físico dos pacientes e por entrevista dos responsáveis, comparando-se uso de glicocorticoides nos últimos 12 meses, características demográficas, índice de massa corpórea, ingesta de leite, intensidade do trauma, prática de exercício físico e tabagismo passivo domiciliar nos dois grupos de pacientes.Resultados: Estudaram-se 104 pacientes com trauma físico, 50 com fratura e 54 sem fratura. O uso de glicocorticoides ocorreu em 15,4% dos pacientes estudados, sem diferença estatisticamente significante entre os dois grupos. A faixa etária de 10 a 14 anos incompletos, o trauma grave e a prática de exercício físico predominaram entre os pacientes com fratura.Conclusões: Este estudo não mostrou associação entre o uso prévio de glicocorticoides e a ocorrência de fraturas em crianças e adolescentes. A faixa etária de 10 a 14 anos incompletos, o trauma grave e a prática de exercício físico associaram-se com maior risco para fraturas. 2019 artículo científico 0103-0582 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=406058402002 https://www.redalyc.org/journal/4060/406058402002/ https://www.redalyc.org/journal/4060/406058402002/html/ https://www.redalyc.org/journal/4060/406058402002/406058402002.epub https://www.redalyc.org/journal/4060/406058402002/movil 10.1590/1984-0462/;2019;37;1;00001 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=4060 Revista Paulista de Pediatria application/pdf Sociedade de Pediatria de São Paulo Revista Paulista de Pediatria (Brasil) Num.1 Vol.37
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