PERCEPÇÃO E ENFRENTAMENTO DA DOR EM CRIANÇAS E ADOLESCENTES COM FIBROMIALGIA JUVENIL E ARTRITE IDIOPÁTICA JUVENIL POLIARTICULAR

Fuente: Redalyc
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Autore principale: Melissa Mariti Fraga
Natura: Artículo científico
Lingua:pt
Pubblicazione: Sociedade de Pediatria de São Paulo 2019
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author Melissa Mariti Fraga
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contents PERCEPÇÃO E ENFRENTAMENTO DA DOR EM CRIANÇAS E ADOLESCENTES COM FIBROMIALGIA JUVENIL E ARTRITE IDIOPÁTICA JUVENIL POLIARTICULAR Melissa Mariti Fraga Maria Teresa Terreri Rafael Teixeira Azevedo Maria Odete Esteves Hilário Claudio Arnaldo Len Medicina Fibromialgia Artrite juvenil Percepção da dor Adaptação psicológica Dor musculoesquelética Objetivo: Mensurar e comparar a dor musculoesquelética em pacientes com fibromialgia juvenil (FMJ) e em pacientes com artrite idiopática juvenil poliarticular (AIJ); e avaliar e comparar a percepção e o enfrentamento da dor.Métodos: Foram avaliados, em estudo transversal, 150 crianças e adolescentes (e seus respectivos pais), divididos em três grupos: FMJ, AIJ e controles saudáveis. A mensuração e o enfrentamento da dor foram realizados por meio de instrumentos específicos. Para a avaliação da percepção da dor, desenvolveram-se três vinhetas com simulação de situações que pudessem gerar dor: aplicação de injeção, queda de bicicleta e isolamento social. Os pais e os pacientes responderam individualmente quanto à percepção da dor em cada situação. Resultados: As maiores notas de dor, os menores escores de enfrentamento da dor, as maiores notas para a percepção da dor nas vinhetas e os piores índices de qualidade de vida relacionada à saúde foram observados nos pacientes com FMJ, quando comparados aos pacientes com AIJ e aos controles. O mesmo padrão foi observado com os respectivos pais. Conclusões: Pacientes com AIJ e FMJ se comportam diferentemente em relação à percepção da dor e ao desenvolvimento de técnicas para o enfrentamento da dor. A dor deve ser avaliada sob diferentes perspectivas para um planejamento mais individualizado e efetivo do tratamento desses pacientes. 2019 artículo científico 0103-0582 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=406058402003 https://www.redalyc.org/journal/4060/406058402003/ https://www.redalyc.org/journal/4060/406058402003/html/ https://www.redalyc.org/journal/4060/406058402003/406058402003.epub https://www.redalyc.org/journal/4060/406058402003/movil 10.1590/1984-0462/;2019;37;1;00006 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=4060 Revista Paulista de Pediatria application/pdf Sociedade de Pediatria de São Paulo Revista Paulista de Pediatria (Brasil) Num.1 Vol.37
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Melissa Mariti Fraga
Medicina
Fibromialgia
Artrite juvenil
Percepção da dor
Adaptação psicológica
Dor musculoesquelética
PERCEPÇÃO E ENFRENTAMENTO DA DOR EM CRIANÇAS E ADOLESCENTES COM FIBROMIALGIA JUVENIL E ARTRITE IDIOPÁTICA JUVENIL POLIARTICULAR Melissa Mariti Fraga Maria Teresa Terreri Rafael Teixeira Azevedo Maria Odete Esteves Hilário Claudio Arnaldo Len Medicina Fibromialgia Artrite juvenil Percepção da dor Adaptação psicológica Dor musculoesquelética Objetivo: Mensurar e comparar a dor musculoesquelética em pacientes com fibromialgia juvenil (FMJ) e em pacientes com artrite idiopática juvenil poliarticular (AIJ); e avaliar e comparar a percepção e o enfrentamento da dor.Métodos: Foram avaliados, em estudo transversal, 150 crianças e adolescentes (e seus respectivos pais), divididos em três grupos: FMJ, AIJ e controles saudáveis. A mensuração e o enfrentamento da dor foram realizados por meio de instrumentos específicos. Para a avaliação da percepção da dor, desenvolveram-se três vinhetas com simulação de situações que pudessem gerar dor: aplicação de injeção, queda de bicicleta e isolamento social. Os pais e os pacientes responderam individualmente quanto à percepção da dor em cada situação. Resultados: As maiores notas de dor, os menores escores de enfrentamento da dor, as maiores notas para a percepção da dor nas vinhetas e os piores índices de qualidade de vida relacionada à saúde foram observados nos pacientes com FMJ, quando comparados aos pacientes com AIJ e aos controles. O mesmo padrão foi observado com os respectivos pais. Conclusões: Pacientes com AIJ e FMJ se comportam diferentemente em relação à percepção da dor e ao desenvolvimento de técnicas para o enfrentamento da dor. A dor deve ser avaliada sob diferentes perspectivas para um planejamento mais individualizado e efetivo do tratamento desses pacientes. 2019 artículo científico 0103-0582 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=406058402003 https://www.redalyc.org/journal/4060/406058402003/ https://www.redalyc.org/journal/4060/406058402003/html/ https://www.redalyc.org/journal/4060/406058402003/406058402003.epub https://www.redalyc.org/journal/4060/406058402003/movil 10.1590/1984-0462/;2019;37;1;00006 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=4060 Revista Paulista de Pediatria application/pdf Sociedade de Pediatria de São Paulo Revista Paulista de Pediatria (Brasil) Num.1 Vol.37
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