TRANSTORNO MENTAL E ESTRESSORES NO TRABALHO ENTRE PROFESSORES UNIVERSITÁRIOS DA ÁREA DA SAÚDE

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Auteur principal: Raquel Conceição Ferreira
Format: Artículo científico
Langue:pt
Publié: Fundação Oswaldo Cruz 2015
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author Raquel Conceição Ferreira
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contents TRANSTORNO MENTAL E ESTRESSORES NO TRABALHO ENTRE PROFESSORES UNIVERSITÁRIOS DA ÁREA DA SAÚDE Raquel Conceição Ferreira Alessandra Pastore da Silveira Maria Aparecida Barbosa de Sá Sara de Barros Lima Feres João Gabriel Silva Souza Andréa Maria Eleutério de Barros Lima Martins Educación docentes Saúde mental qualidade de vida saúde do trabalhador esgotamento profissional Os professores universitários estão expostos a um aumento de tensão no trabalho pela fragmentação da sua atividade e as responsabilidades exigidas, sem que, em muitas situações, tenham as condições necessárias para responder adequadamente. Tal situação pode representar condições estressoras, aumentando o risco de transtornos mentais. Investigou-se a associação entre transtornos mentais comuns e estressores no trabalho entre professores de nove cursos da área da saúde de uma universidade particular em Minas Gerais. A variável dependente foi a presença de transtornos mentais, avaliada pelo Questionário de Saúde Geral 12. Os estressores no trabalho foram avaliados pelo modelo Esforço-Recompensa e Comprometimento excessivo. As demais variáveis foram: sociodemográficas, história ocupacional, comportamentais e referentes à saúde geral. Os dados foram submetidos à análise descritiva, análise bivariada e regressão de Poisson. Participaram 175 professores (80,0%), e 19,5% apresentaram transtornos mentais comuns. A prevalência desses transtornos foi maior entre professores com maior esforço no trabalho (RP= 1,8; IC95%= 1,01-3,46) e menor naqueles com maior qualidade de vida no domínio físico (RP= 0,95, IC95%= 0,93-0,97). Conclui- se que há uma prevalência considerável de transtornos mentais comuns entre professores universitários, sendo maior naqueles que se esforçam mais no trabalho e com pior qualidade de vida no domínio físico. 2015 artículo científico 1678-1007 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=406756986009 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=4067 Trabalho, Educação e Saúde application/pdf Fundação Oswaldo Cruz Trabalho, Educação e Saúde (Brasil) Num.1 Vol.13
format Artículo científico
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institution Redalyc
language pt
publishDate 2015
publisher Fundação Oswaldo Cruz
spellingShingle TRANSTORNO MENTAL E ESTRESSORES NO TRABALHO ENTRE PROFESSORES UNIVERSITÁRIOS DA ÁREA DA SAÚDE
Raquel Conceição Ferreira
Educación
docentes
Saúde mental
qualidade de vida
saúde do trabalhador
esgotamento profissional
TRANSTORNO MENTAL E ESTRESSORES NO TRABALHO ENTRE PROFESSORES UNIVERSITÁRIOS DA ÁREA DA SAÚDE Raquel Conceição Ferreira Alessandra Pastore da Silveira Maria Aparecida Barbosa de Sá Sara de Barros Lima Feres João Gabriel Silva Souza Andréa Maria Eleutério de Barros Lima Martins Educación docentes Saúde mental qualidade de vida saúde do trabalhador esgotamento profissional Os professores universitários estão expostos a um aumento de tensão no trabalho pela fragmentação da sua atividade e as responsabilidades exigidas, sem que, em muitas situações, tenham as condições necessárias para responder adequadamente. Tal situação pode representar condições estressoras, aumentando o risco de transtornos mentais. Investigou-se a associação entre transtornos mentais comuns e estressores no trabalho entre professores de nove cursos da área da saúde de uma universidade particular em Minas Gerais. A variável dependente foi a presença de transtornos mentais, avaliada pelo Questionário de Saúde Geral 12. Os estressores no trabalho foram avaliados pelo modelo Esforço-Recompensa e Comprometimento excessivo. As demais variáveis foram: sociodemográficas, história ocupacional, comportamentais e referentes à saúde geral. Os dados foram submetidos à análise descritiva, análise bivariada e regressão de Poisson. Participaram 175 professores (80,0%), e 19,5% apresentaram transtornos mentais comuns. A prevalência desses transtornos foi maior entre professores com maior esforço no trabalho (RP= 1,8; IC95%= 1,01-3,46) e menor naqueles com maior qualidade de vida no domínio físico (RP= 0,95, IC95%= 0,93-0,97). Conclui- se que há uma prevalência considerável de transtornos mentais comuns entre professores universitários, sendo maior naqueles que se esforçam mais no trabalho e com pior qualidade de vida no domínio físico. 2015 artículo científico 1678-1007 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=406756986009 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=4067 Trabalho, Educação e Saúde application/pdf Fundação Oswaldo Cruz Trabalho, Educação e Saúde (Brasil) Num.1 Vol.13
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