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| Format: | Artículo científico |
| Langue: | pt |
| Publié: |
Fundação Oswaldo Cruz
2008
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| Accès en ligne: | https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=406757014012 |
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Table des matières:
- OS PROBLEMAS DE GESTÃO DO SUS DECORREM TAMBÉM DA CRISE CRÔNICA DE FINANCIAMENTO? Carlos Octávio Ocké-Reis Educación Saúde eficiência gastos do governo e saúde Como os formuladores de política podem lidar com a aspiração de produzir um sistema de saúde universal, em um contexto de restrição fiscal do Estado? Parece haver uma contradição entre o modelo redistributivo pressuposto na Constituição brasileira e o nível de gasto público em saúde. Neste quadro, o aumento de recursos financeiros é uma precondição para negarmos o SUS da ‘não-universalidade’ e da ‘não-descentralização’, para que ele não negue si mesmo enquanto direito social. Tal como o modelo de descentralização preconizado pelos ideólogos do SUS, que sofreu com a escassez de recursos, boa parte dos problemas de gestão decorre da crise crônica de financiamento, e a adoção de medidas de eficiência não pode servir de base para se cortar o nível de recursos financeiros ou organizacionais do SUS. Pelo contrário: a melhoria da eficiência pode, na realidade, significar e exigir o aumento dos gastos. 2008 artículo científico 1678-1007 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=406757014012 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=4067 Trabalho, Educação e Saúde application/pdf Fundação Oswaldo Cruz Trabalho, Educação e Saúde (Brasil) Num.3 Vol.6