Trabalho, sociabilidade e individuação

Fuente: Redalyc
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Autor principal: Sergio Lessa
Formato: Artículo científico
Lenguaje:pt
Publicado: Fundação Oswaldo Cruz 2006
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author Sergio Lessa
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contents Trabalho, sociabilidade e individuação Sergio Lessa Educación Marx Lukács Mészáros Ontologia O ensaio argumenta que o fato de vivermos em uma sociedade que se reproduz enquanto uma ‘imensa coleção de mercadorias’ faz com que a mercadoria seja a relação social predominante entre os indivíduos. Como, entre as características decisivas da mercadoria, está o desprezo da utilidade dos produtos do trabalho na mesma propoprção do predomínio do lucro (o predomínio do valor de troca sobre o valor de uso), uma sociedade mercantil é aquela na qual a produção tem por objetivo não as necessidades humanas, mas o lucro. Com a crise estrutural do capital que se instaura a partir dos anos 70 (Mészáros), a manutenção de uma sociedade que se reproduz pela mediação da reprodução da mercadoria impõe aos seres humanos uma vida crescentemente alienada. Alienada em dois sentidos: as necessidades humanas comparecem de modo cada vez mais débil na produção social e, por outro lado, a produção perdulária e destrutiva torna-se a expressão predominante da desumanidade do capital. É neste conjunto de fatores que se baseiam as determinações fundamentais que articulam, hoje, o trabalho, a totalidade social (a sociabilidade) e a reprodução dos indivíduos (a individuação). 2006 artículo científico 1678-1007 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=406757028002 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=4067 Trabalho, Educação e Saúde application/pdf Fundação Oswaldo Cruz Trabalho, Educação e Saúde (Brasil) Num.2 Vol.4
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Trabalho, sociabilidade e individuação Sergio Lessa Educación Marx Lukács Mészáros Ontologia O ensaio argumenta que o fato de vivermos em uma sociedade que se reproduz enquanto uma ‘imensa coleção de mercadorias’ faz com que a mercadoria seja a relação social predominante entre os indivíduos. Como, entre as características decisivas da mercadoria, está o desprezo da utilidade dos produtos do trabalho na mesma propoprção do predomínio do lucro (o predomínio do valor de troca sobre o valor de uso), uma sociedade mercantil é aquela na qual a produção tem por objetivo não as necessidades humanas, mas o lucro. Com a crise estrutural do capital que se instaura a partir dos anos 70 (Mészáros), a manutenção de uma sociedade que se reproduz pela mediação da reprodução da mercadoria impõe aos seres humanos uma vida crescentemente alienada. Alienada em dois sentidos: as necessidades humanas comparecem de modo cada vez mais débil na produção social e, por outro lado, a produção perdulária e destrutiva torna-se a expressão predominante da desumanidade do capital. É neste conjunto de fatores que se baseiam as determinações fundamentais que articulam, hoje, o trabalho, a totalidade social (a sociabilidade) e a reprodução dos indivíduos (a individuação). 2006 artículo científico 1678-1007 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=406757028002 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=4067 Trabalho, Educação e Saúde application/pdf Fundação Oswaldo Cruz Trabalho, Educação e Saúde (Brasil) Num.2 Vol.4
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