Perfil epidemiológico dos portadores de necessidades especiais atendidos em uma clínica odontológica

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1. Verfasser: Branca Maria de Oliveira Santos
Format: Artículo científico
Sprache:pt
Veröffentlicht: Universidade de Fortaleza 2008
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author Branca Maria de Oliveira Santos
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contents Perfil epidemiológico dos portadores de necessidades especiais atendidos em uma clínica odontológica Branca Maria de Oliveira Santos Diolinda Julia Nascimento de Aquino Daniela Rodrigues Fernandes Salud Odontologia Epidemiologia Assistência Odontológica para Pessoas Portadoras de Deficiências Objetivo: Descrever o perfil epidemiológico dos 35 Portadores de Necessidades Especiais (PNE) atendidos em uma clínica odontológica. Métodos: Este é um estudo descritivo, qualitativo; documental e observacional, cujos dados foram coletados nos prontuários e complementados junto aos cuidadores que acompanhavam o PNE. As variáveis estudadas para delineamento do perfil epidemiológico foram: idade, sexo, estado civil, procedência, diagnóstico, realização de atividade não remunerada, assistência odontológica e caracterização dos cuidadores. Resultados: Dos 35 PNE, 19 (54,3%) eram do sexo feminino; as idades variaram entre um e 45 anos, concentrando-se nas faixas entre 1 a 15 anos (57,1%). A idade, em média fica em 16 anos, com desvio padrão de 10 anos. Todos eram solteiros, 24 (68,6%) eram procedentes de cidades ligadas à IX DIR (Direção Regional de Saúde) de Barretos e 11 (31,4%) de cidades não ligadas à DIR do município. Todos possuíam diagnóstico de deficiência mental, dos quais 31,4% de diagnóstico exclusivo dessa deficiência e os demais de deficiência mental associado a outro distúrbio. Nenhum desenvolvia qualquer tipo de atividade remunerada, demonstrando uma clientela dependente economicamente da família. No período da pesquisa, 15 (42,8%) portadores estavam recebendo assistência odontológica pela primeira vez. Os que já haviam recebido assistência anterior, esta havia sido oferecida pela Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais ou por clínicas ligadas a Faculdades de Odontologia. Os cuidadores eram exclusivamente do sexo feminino, com grau de parentesco próximo (mãe, irmã, tia). Conclusões: O estudo revela as características pessoais da clientela atendida, que enfrenta desafios de ordem econômica e social, e ressalta a contribuição que a instituição e os futuros profissionais podem oferecer aos PNE na promoção de sua da saúde bucal. 2008 artículo científico 1806-1222 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=40811362002 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=408 Revista Brasileira em Promoção da Saúde application/pdf Universidade de Fortaleza Revista Brasileira em Promoção da Saúde (Brasil) Num.2 Vol.21
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Perfil epidemiológico dos portadores de necessidades especiais atendidos em uma clínica odontológica Branca Maria de Oliveira Santos Diolinda Julia Nascimento de Aquino Daniela Rodrigues Fernandes Salud Odontologia Epidemiologia Assistência Odontológica para Pessoas Portadoras de Deficiências Objetivo: Descrever o perfil epidemiológico dos 35 Portadores de Necessidades Especiais (PNE) atendidos em uma clínica odontológica. Métodos: Este é um estudo descritivo, qualitativo; documental e observacional, cujos dados foram coletados nos prontuários e complementados junto aos cuidadores que acompanhavam o PNE. As variáveis estudadas para delineamento do perfil epidemiológico foram: idade, sexo, estado civil, procedência, diagnóstico, realização de atividade não remunerada, assistência odontológica e caracterização dos cuidadores. Resultados: Dos 35 PNE, 19 (54,3%) eram do sexo feminino; as idades variaram entre um e 45 anos, concentrando-se nas faixas entre 1 a 15 anos (57,1%). A idade, em média fica em 16 anos, com desvio padrão de 10 anos. Todos eram solteiros, 24 (68,6%) eram procedentes de cidades ligadas à IX DIR (Direção Regional de Saúde) de Barretos e 11 (31,4%) de cidades não ligadas à DIR do município. Todos possuíam diagnóstico de deficiência mental, dos quais 31,4% de diagnóstico exclusivo dessa deficiência e os demais de deficiência mental associado a outro distúrbio. Nenhum desenvolvia qualquer tipo de atividade remunerada, demonstrando uma clientela dependente economicamente da família. No período da pesquisa, 15 (42,8%) portadores estavam recebendo assistência odontológica pela primeira vez. Os que já haviam recebido assistência anterior, esta havia sido oferecida pela Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais ou por clínicas ligadas a Faculdades de Odontologia. Os cuidadores eram exclusivamente do sexo feminino, com grau de parentesco próximo (mãe, irmã, tia). Conclusões: O estudo revela as características pessoais da clientela atendida, que enfrenta desafios de ordem econômica e social, e ressalta a contribuição que a instituição e os futuros profissionais podem oferecer aos PNE na promoção de sua da saúde bucal. 2008 artículo científico 1806-1222 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=40811362002 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=408 Revista Brasileira em Promoção da Saúde application/pdf Universidade de Fortaleza Revista Brasileira em Promoção da Saúde (Brasil) Num.2 Vol.21
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