Perfil epidemiológico de mulheres idosas com sintomas de ardência bucal

Fuente: Redalyc
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Auteur principal: Maria Vieira de Lima Saintrain
Format: Artículo científico
Langue:pt
Publié: Universidade de Fortaleza 2011
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author Maria Vieira de Lima Saintrain
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contents Perfil epidemiológico de mulheres idosas com sintomas de ardência bucal Maria Vieira de Lima Saintrain Janaina de Oliveira Braga Márlio Ximenes Carlos Maria Cristina Germano Maia Salud Idoso Saúde Bucal Síndrome da Ardência Bucal Objetivo: Determinar o perfil epidemiológico de mulheres idosas com sintomas de ardência bucal. Métodos: Estudo transversal, quantitativo, exploratório e descritivo, realizado em duas fases: a) determinação da prevalência de sintomas de ardência bucal dentre 263 mulheres idosas com idades entre 60 e 83 anos, frequentadoras de seis centros de convivência públicos municipais, de Fortaleza-CE, Brasil; b) definição do perfil epidemiológico das entrevistadas com sintomas de ardência bucal, através das variáveis: doenças autoreferidas, fluxo salivar, uso de medicamentos, prótese dentária e hábitos de higiene bucal. Os dados foram organizados pelo software Statistical Package for Social Science ¿ SPSS, versão 15. Resultados: A prevalência de sintomas de ardência bucal no grupo foi de 19% (n=50). Destas, 41 (82,0%) referiram a manifestação do sintoma como queimação. Quanto à ocorrência, os locais mais referidos foram: língua (48%; n=24) e gengivas (22%; n=11). Das idosas, 24 (48,0%) tinham sintomatologia diária. Sobre doenças e hábitos auto-referidos: 80,0% (n=40) citaram patologias cardiovasculares; 74,0% (n=37) músculo-esqueléticas; 62,0% (n=31) neurológicas, além de 56,0% (n=28) apresentarem redução do fluxo salivar; 70,0% (n=35) tomavam medicamento, 66,0% (n=33) eram usuárias de próteses dentárias; e 18,0% (n=9) não escovavam os dentes. Conclusão: A prevalência de sintoma de ardência bucal no grupo pesquisado foi de 19%; a sensação de queimação constituiu a principal forma de manifestação do sintoma e a língua apresentou-se como sítio de maior sintomatologia. O perfil epidemiológico das idosas sintomáticas destacou-se pelas doenças auto-referidas, tais como: cardiovasculares, músculo-esqueléticas e neurológicas, além de redução do fluxo salivar, bem como pelo uso de medicamento e prótese dentária. 2011 artículo científico 1806-1222 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=40820076008 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=408 Revista Brasileira em Promoção da Saúde application/pdf Universidade de Fortaleza Revista Brasileira em Promoção da Saúde (Brasil) Num.3 Vol.24
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Perfil epidemiológico de mulheres idosas com sintomas de ardência bucal Maria Vieira de Lima Saintrain Janaina de Oliveira Braga Márlio Ximenes Carlos Maria Cristina Germano Maia Salud Idoso Saúde Bucal Síndrome da Ardência Bucal Objetivo: Determinar o perfil epidemiológico de mulheres idosas com sintomas de ardência bucal. Métodos: Estudo transversal, quantitativo, exploratório e descritivo, realizado em duas fases: a) determinação da prevalência de sintomas de ardência bucal dentre 263 mulheres idosas com idades entre 60 e 83 anos, frequentadoras de seis centros de convivência públicos municipais, de Fortaleza-CE, Brasil; b) definição do perfil epidemiológico das entrevistadas com sintomas de ardência bucal, através das variáveis: doenças autoreferidas, fluxo salivar, uso de medicamentos, prótese dentária e hábitos de higiene bucal. Os dados foram organizados pelo software Statistical Package for Social Science ¿ SPSS, versão 15. Resultados: A prevalência de sintomas de ardência bucal no grupo foi de 19% (n=50). Destas, 41 (82,0%) referiram a manifestação do sintoma como queimação. Quanto à ocorrência, os locais mais referidos foram: língua (48%; n=24) e gengivas (22%; n=11). Das idosas, 24 (48,0%) tinham sintomatologia diária. Sobre doenças e hábitos auto-referidos: 80,0% (n=40) citaram patologias cardiovasculares; 74,0% (n=37) músculo-esqueléticas; 62,0% (n=31) neurológicas, além de 56,0% (n=28) apresentarem redução do fluxo salivar; 70,0% (n=35) tomavam medicamento, 66,0% (n=33) eram usuárias de próteses dentárias; e 18,0% (n=9) não escovavam os dentes. Conclusão: A prevalência de sintoma de ardência bucal no grupo pesquisado foi de 19%; a sensação de queimação constituiu a principal forma de manifestação do sintoma e a língua apresentou-se como sítio de maior sintomatologia. O perfil epidemiológico das idosas sintomáticas destacou-se pelas doenças auto-referidas, tais como: cardiovasculares, músculo-esqueléticas e neurológicas, além de redução do fluxo salivar, bem como pelo uso de medicamento e prótese dentária. 2011 artículo científico 1806-1222 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=40820076008 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=408 Revista Brasileira em Promoção da Saúde application/pdf Universidade de Fortaleza Revista Brasileira em Promoção da Saúde (Brasil) Num.3 Vol.24
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