Perfil funcional de pacientes com disfunção temporomandibular em tratamento fisioterápico

Fuente: Redalyc
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Auteur principal: Andrezza Pinheiro Bezerra de Menezes Kinote
Format: Artículo científico
Langue:pt
Publié: Universidade de Fortaleza 2011
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author Andrezza Pinheiro Bezerra de Menezes Kinote
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contents Perfil funcional de pacientes com disfunção temporomandibular em tratamento fisioterápico Andrezza Pinheiro Bezerra de Menezes Kinote Luana Torres Monteiro Ana Arcângela Coutinho Vieira Najla Maria Nogueira Ferreira Ana Paula de Vasconcellos Abdon Salud Avaliação em Saúde Fisioterapia (especialidade) Síndrome da Disfunção da Articulação Temporomandibular Objetivos: Analisar o perfil funcional dos pacientes com disfunção temporomandibular (DTM) em tratamento fisioterápico. Métodos: Estudo transversal conduzido com 21 pacientes em atendimento fisioterápico durante o ano de 2007, no Núcleo de Atenção Médica Integrada (NAMI), Fortaleza-CE, Brasil. Estes submeteram-se à anamnese (idade, presença de dor, locais acometidos e hábitos parafuncionais) e avaliação funcional (presença de pontos gatilhos, amplitude de movimento e avaliação postural). Resultados: A idade variou de 16 a 56 anos, com média de 31,3 ± 14,85 e maior acometimento do sexo feminino, com 17 (81,0%) pacientes. Dos avaliados, 13 (61,9%) apresentavam intensidade de dor moderada, com média de 5,4 ± 0,50. Os locais de dor mais referidos eram a articulação temporomandibular (ATM) por 15 (71,4%) e a região cervical por 13 (61,9%) pacientes. Constatou-se que 13 (61,9%) avaliados relataram o apertamento como hábito parafuncional. Encontrou-se limitação significativa na abertura de boca e dos movimentos da região cervical quando comparado com os valores normais (p < 0,05). Os músculos mais dolorosos à palpação foram trapézio superior (n=19), pterigóide medial (n=15) e masseter (n=15). ATM apresentou-se com dor forte (grau 3) na palpação em 3 (14,3%) pacientes. Na avaliação postural, 10 (47,6%) tinham hiperlordose cervical, 7 (33%) apresentavam cabeça anteriorizada e 7 (33%) com ombros elevados. Conclusão: Os pacientes com DTM em tratamento fisioterápico apresentaram limitação de movimento da ATM e cervical, dor, presença de pontos gatilhos e alterações posturais em estágio mais comprometido e sintomático dessa disfunção. Diante disso, tornase necessário prover avaliação e tratamento fisioterápicos precoces. 2011 artículo científico 1806-1222 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=40820855004 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=408 Revista Brasileira em Promoção da Saúde application/pdf Universidade de Fortaleza Revista Brasileira em Promoção da Saúde (Brasil) Num.4 Vol.24
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Avaliação em Saúde
Fisioterapia (especialidade)
Síndrome da Disfunção da Articulação Temporomandibular
Perfil funcional de pacientes com disfunção temporomandibular em tratamento fisioterápico Andrezza Pinheiro Bezerra de Menezes Kinote Luana Torres Monteiro Ana Arcângela Coutinho Vieira Najla Maria Nogueira Ferreira Ana Paula de Vasconcellos Abdon Salud Avaliação em Saúde Fisioterapia (especialidade) Síndrome da Disfunção da Articulação Temporomandibular Objetivos: Analisar o perfil funcional dos pacientes com disfunção temporomandibular (DTM) em tratamento fisioterápico. Métodos: Estudo transversal conduzido com 21 pacientes em atendimento fisioterápico durante o ano de 2007, no Núcleo de Atenção Médica Integrada (NAMI), Fortaleza-CE, Brasil. Estes submeteram-se à anamnese (idade, presença de dor, locais acometidos e hábitos parafuncionais) e avaliação funcional (presença de pontos gatilhos, amplitude de movimento e avaliação postural). Resultados: A idade variou de 16 a 56 anos, com média de 31,3 ± 14,85 e maior acometimento do sexo feminino, com 17 (81,0%) pacientes. Dos avaliados, 13 (61,9%) apresentavam intensidade de dor moderada, com média de 5,4 ± 0,50. Os locais de dor mais referidos eram a articulação temporomandibular (ATM) por 15 (71,4%) e a região cervical por 13 (61,9%) pacientes. Constatou-se que 13 (61,9%) avaliados relataram o apertamento como hábito parafuncional. Encontrou-se limitação significativa na abertura de boca e dos movimentos da região cervical quando comparado com os valores normais (p < 0,05). Os músculos mais dolorosos à palpação foram trapézio superior (n=19), pterigóide medial (n=15) e masseter (n=15). ATM apresentou-se com dor forte (grau 3) na palpação em 3 (14,3%) pacientes. Na avaliação postural, 10 (47,6%) tinham hiperlordose cervical, 7 (33%) apresentavam cabeça anteriorizada e 7 (33%) com ombros elevados. Conclusão: Os pacientes com DTM em tratamento fisioterápico apresentaram limitação de movimento da ATM e cervical, dor, presença de pontos gatilhos e alterações posturais em estágio mais comprometido e sintomático dessa disfunção. Diante disso, tornase necessário prover avaliação e tratamento fisioterápicos precoces. 2011 artículo científico 1806-1222 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=40820855004 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=408 Revista Brasileira em Promoção da Saúde application/pdf Universidade de Fortaleza Revista Brasileira em Promoção da Saúde (Brasil) Num.4 Vol.24
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