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Autore principale: Rafael Mesquita
Natura: Artículo científico
Lingua:pt
Pubblicazione: Universidade de Fortaleza 2014
Soggetti:
Accesso online:https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=40833375014
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author Rafael Mesquita
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contents AVALIAÇÃO NEUROFUNCIONAL EM PACIENTES COM HANSENÍASE Rafael Mesquita Luana Torres Monteiro Melo Renata dos Santos Vasconcelos Débora Militão Soares George André Araújo Félix Liana Parente de Azevedo Férrer Ana Paula Vasconcellos Abdon Salud Hanseníase Reabilitação Perfil de Saúde Avaliação da Deficiência Objetivo: Investigar as alterações neurofuncionais apresentadas pelos pacientes com hanseníase, buscando também identificar seu perfil socioeconômico e clínico. Métodos: Estudo transversal com 51 pacientes adultos diagnosticados com hanseníase, independentemente do sexo, realizado em centro de referência, em 2010, no qual se aplicou a ficha de “avaliação neurológica simplificada” e um questionário (dados socioeconômicos e clínicos). Achados apresentados de forma descritiva. Resultados: Encontrou-se média de idade de 46,4 ± 14,9 anos, 32 (62,7%) pacientes do sexo masculino, 32 (62,7%) com ensino fundamental incompleto e 37 (72,5%) com renda familiar de 1 a 3 salários mínimos. O tempo médio em tratamento era de 14,4 ± 15,63 meses. Dominou a hanseníase do tipo multibacilar (n=18/35,3%) e a forma tuberculoide (n=11/21,6%). Articulações interfalangeanas em membros superiores e inferiores comprometidas em 5 (9,8%) e 6 (11,7%) pacientes, respectivamente. Nervos mais acometidos: tibial posterior em 19 (37,3%), ulnar em 17 (33,3%) e fibular comum em 13 (25,5%) pacientes. Músculos com déficits: extensor do hálux (n=8/15,7%), extensor dos artelhos (n=6/11,8%) e abdutor do 5º dedo (n=6;11,8%). Observou-se que 35 (68,6%) pacientes tinham alterações sensitivas em membros inferiores e 14 (27,5%) apresentavam incapacidade funcional grau 1. Conclusão: O estudo evidenciou o perfil socioeconômico dos pacientes com hanseníase como sendo homens, de baixa escolaridade e renda, com classificação operacional multibacilar apresentando a forma clínica tuberculoide. Na avaliação neurofuncional, houve maior ocorrência de alterações sensitivas sobre as motoras, como também discreta presença de deformidades e elevado grau de incapacidade funcional. 2014 artículo científico 1806-1222 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=40833375014 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=408 Revista Brasileira em Promoção da Saúde application/pdf Universidade de Fortaleza Revista Brasileira em Promoção da Saúde (Brasil) Num.2 Vol.27
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AVALIAÇÃO NEUROFUNCIONAL EM PACIENTES COM HANSENÍASE Rafael Mesquita Luana Torres Monteiro Melo Renata dos Santos Vasconcelos Débora Militão Soares George André Araújo Félix Liana Parente de Azevedo Férrer Ana Paula Vasconcellos Abdon Salud Hanseníase Reabilitação Perfil de Saúde Avaliação da Deficiência Objetivo: Investigar as alterações neurofuncionais apresentadas pelos pacientes com hanseníase, buscando também identificar seu perfil socioeconômico e clínico. Métodos: Estudo transversal com 51 pacientes adultos diagnosticados com hanseníase, independentemente do sexo, realizado em centro de referência, em 2010, no qual se aplicou a ficha de “avaliação neurológica simplificada” e um questionário (dados socioeconômicos e clínicos). Achados apresentados de forma descritiva. Resultados: Encontrou-se média de idade de 46,4 ± 14,9 anos, 32 (62,7%) pacientes do sexo masculino, 32 (62,7%) com ensino fundamental incompleto e 37 (72,5%) com renda familiar de 1 a 3 salários mínimos. O tempo médio em tratamento era de 14,4 ± 15,63 meses. Dominou a hanseníase do tipo multibacilar (n=18/35,3%) e a forma tuberculoide (n=11/21,6%). Articulações interfalangeanas em membros superiores e inferiores comprometidas em 5 (9,8%) e 6 (11,7%) pacientes, respectivamente. Nervos mais acometidos: tibial posterior em 19 (37,3%), ulnar em 17 (33,3%) e fibular comum em 13 (25,5%) pacientes. Músculos com déficits: extensor do hálux (n=8/15,7%), extensor dos artelhos (n=6/11,8%) e abdutor do 5º dedo (n=6;11,8%). Observou-se que 35 (68,6%) pacientes tinham alterações sensitivas em membros inferiores e 14 (27,5%) apresentavam incapacidade funcional grau 1. Conclusão: O estudo evidenciou o perfil socioeconômico dos pacientes com hanseníase como sendo homens, de baixa escolaridade e renda, com classificação operacional multibacilar apresentando a forma clínica tuberculoide. Na avaliação neurofuncional, houve maior ocorrência de alterações sensitivas sobre as motoras, como também discreta presença de deformidades e elevado grau de incapacidade funcional. 2014 artículo científico 1806-1222 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=40833375014 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=408 Revista Brasileira em Promoção da Saúde application/pdf Universidade de Fortaleza Revista Brasileira em Promoção da Saúde (Brasil) Num.2 Vol.27
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