ATIVIDADE FÍSICA E ESTADO NUTRICIONAL: FATOR DE PROTEÇÃO PARA DOENÇAS CRÔNICAS NÃO TRANSMISSÍVEIS (DCNT) EM IDOSAS?

Fuente: Redalyc
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Auteur principal: Thais Reis Silva Paulo
Format: Artículo científico
Langue:pt
Publié: Universidade de Fortaleza 2014
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contents ATIVIDADE FÍSICA E ESTADO NUTRICIONAL: FATOR DE PROTEÇÃO PARA DOENÇAS CRÔNICAS NÃO TRANSMISSÍVEIS (DCNT) EM IDOSAS? Thais Reis Silva Paulo Igor Conterato Gomes Vanessa Ribeiro Santos Diego Giulliano Destro Christofaro Simone Maria Castellano Ismael Fortes Freitas Júnior Salud Idoso Doença Crônica Saúde da Mulher Atividade Física Objetivo: Analisar a relação da prática de atividade física e do estado nutricional com as doenças crônicas não transmissíveis (DCNT) em mulheres idosas. Métodos: Estudo observacional, analítico, transversal, amostra por conveniência, amostra de 367 mulheres idosas (60 anos ou mais) das cidades de Presidente Prudente-SP e Uberaba-MG, entre outubro/2010 e agosto/2012. Para identificação das DCNT, utilizou-se um questionário baseado no Standard Health Questionnaire (SHQ), o Questionário Internacional de Atividade Física (IPAQ), para avaliar o nível de atividade física e as variáveis antropométricas para o estado nutricional. Na análise estatística, utilizou-se o teste qui-quadrado para verificar a associação entre o nível de atividade física, segundo estado nutricional e presença de doenças cardiometabólicas, e regressão logística binária para testar a magnitude dessas associações. Resultados: Houve fator de proteção contra a hipertensão para as mulheres consideradas eutróficas ativas (p=0,024) e eutróficas sedentárias (p=0,032) quando comparadas ao grupo de risco (sedentárias e com sobrepeso/obesidade), porém o mesmo não foi observado nas com excesso de peso e consideradas ativas fisicamente (p=0,734). Houve associação positiva entre as idosas eutróficas sedentárias (p=0,047) em relação ao risco para colesterol. Quando observado, o diabetes não obteve associação em nenhum dos grupos. Conclusão: A atividade física não foi considerada como fator de proteção para hipercolesterolemia, diabetes e hipertensão, possivelmente por causa da causalidade reversa, pois, a partir do diagnóstico da doença, essas mulheres, antes sedentárias, iniciaram a prática de atividade física, contribuindo para esses resultados. 2014 artículo científico 1806-1222 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=40840410013 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=408 Revista Brasileira em Promoção da Saúde application/pdf Universidade de Fortaleza Revista Brasileira em Promoção da Saúde (Brasil) Num.4 Vol.27
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ATIVIDADE FÍSICA E ESTADO NUTRICIONAL: FATOR DE PROTEÇÃO PARA DOENÇAS CRÔNICAS NÃO TRANSMISSÍVEIS (DCNT) EM IDOSAS? Thais Reis Silva Paulo Igor Conterato Gomes Vanessa Ribeiro Santos Diego Giulliano Destro Christofaro Simone Maria Castellano Ismael Fortes Freitas Júnior Salud Idoso Doença Crônica Saúde da Mulher Atividade Física Objetivo: Analisar a relação da prática de atividade física e do estado nutricional com as doenças crônicas não transmissíveis (DCNT) em mulheres idosas. Métodos: Estudo observacional, analítico, transversal, amostra por conveniência, amostra de 367 mulheres idosas (60 anos ou mais) das cidades de Presidente Prudente-SP e Uberaba-MG, entre outubro/2010 e agosto/2012. Para identificação das DCNT, utilizou-se um questionário baseado no Standard Health Questionnaire (SHQ), o Questionário Internacional de Atividade Física (IPAQ), para avaliar o nível de atividade física e as variáveis antropométricas para o estado nutricional. Na análise estatística, utilizou-se o teste qui-quadrado para verificar a associação entre o nível de atividade física, segundo estado nutricional e presença de doenças cardiometabólicas, e regressão logística binária para testar a magnitude dessas associações. Resultados: Houve fator de proteção contra a hipertensão para as mulheres consideradas eutróficas ativas (p=0,024) e eutróficas sedentárias (p=0,032) quando comparadas ao grupo de risco (sedentárias e com sobrepeso/obesidade), porém o mesmo não foi observado nas com excesso de peso e consideradas ativas fisicamente (p=0,734). Houve associação positiva entre as idosas eutróficas sedentárias (p=0,047) em relação ao risco para colesterol. Quando observado, o diabetes não obteve associação em nenhum dos grupos. Conclusão: A atividade física não foi considerada como fator de proteção para hipercolesterolemia, diabetes e hipertensão, possivelmente por causa da causalidade reversa, pois, a partir do diagnóstico da doença, essas mulheres, antes sedentárias, iniciaram a prática de atividade física, contribuindo para esses resultados. 2014 artículo científico 1806-1222 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=40840410013 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=408 Revista Brasileira em Promoção da Saúde application/pdf Universidade de Fortaleza Revista Brasileira em Promoção da Saúde (Brasil) Num.4 Vol.27
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