AMAMENTAÇÃO EM PREMATUROS: CARACTERIZAÇÃO DO BINÔMIO MÃE-FILHO E AUTOEFICÁCIA MATERNA

Fuente: Redalyc
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Auteur principal: Antonia Mauryane Lopes
Format: Artículo científico
Langue:pt
Publié: Universidade de Fortaleza 2015
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author Antonia Mauryane Lopes
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contents AMAMENTAÇÃO EM PREMATUROS: CARACTERIZAÇÃO DO BINÔMIO MÃE-FILHO E AUTOEFICÁCIA MATERNA Antonia Mauryane Lopes Grazielle Roberta Freitas da Silva Silvana Santiago da Rocha Fernanda Valéria Silva Dantas Avelino Lorena Sousa Soares Salud Mães Mães Prematuro Prematuro Enfermagem Analisar a amamentação em prematuros relacionando as características do binômio mãe-filho e a autoeficácia materna. Métodos: Estudo do tipo transversal, descritivo, exploratório, com abordagem quantitativa, em uma maternidade pública do estado do Piauí, com 21 mães e seus filhos internados na Unidade de Cuidados Intermediários Neonatal. Aplicou-se um questionário sobre a caracterização materna, um check-list para avaliar a técnica da amamentação e a escala Breastfeeding Self-Efficacy Scale – Short Form. Resultados: 10 (47,6%) eram adolescentes, 11 (52,4%) solteiras, 10 (47,6%) com baixo nível de escolaridade, 10 (47,6%) com renda baixa, 12 (57%) não possuíam vínculo empregatício, 15 (71,4%) residiam no interior do estado, 13 (61,9%) apresentaram partos cesarianos, 11 (52,4%) eram multigestas, 12 eram (57,1%) multíparas, 11 (52,4%) tiveram experiência em amamentar, 12 (57,1%) planejaram a gravidez, 16 (72,5%) realizaram o pré- natal com menos de seis consultas e não foram diagnosticadas doenças durante o pré-natal e 13 (81,3%) não receberam orientações sobre o aleitamento materno. Quanto os recém- nascidos, 18 (85,7%) nasceram com peso inferior a 1500 kg, 10 (47,6%) alimentavam-se com aleitamento materno misto/parcial, 16 (76,2%) já haviam feito uso de sonda orogástrica para oferta do leite, 8 (66,7%) tinham dificuldade da pega, 7 (58,3%) sucção débil, 8 (66,7%) deglutição desorganizada, 10 (83,3%) vigília prejudicada, 9 (75,5%) tinham pouca duração da mamada, 8 (66,6%) com posicionamento desorganizado e 13 (61,9%) das mães possuíam alta eficácia em amamentar. Conclusão : As mães do estudo mostraram-se com alta eficácia em amamentar seus filhos prematuros. Entretanto, na observação da técnica da mamada, esta se apresentou ineficaz. 2015 artículo científico 1806-1222 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=40842428005 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=408 Revista Brasileira em Promoção da Saúde application/pdf Universidade de Fortaleza Revista Brasileira em Promoção da Saúde (Brasil) Num.1 Vol.28
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publishDate 2015
publisher Universidade de Fortaleza
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Mães
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AMAMENTAÇÃO EM PREMATUROS: CARACTERIZAÇÃO DO BINÔMIO MÃE-FILHO E AUTOEFICÁCIA MATERNA Antonia Mauryane Lopes Grazielle Roberta Freitas da Silva Silvana Santiago da Rocha Fernanda Valéria Silva Dantas Avelino Lorena Sousa Soares Salud Mães Mães Prematuro Prematuro Enfermagem Analisar a amamentação em prematuros relacionando as características do binômio mãe-filho e a autoeficácia materna. Métodos: Estudo do tipo transversal, descritivo, exploratório, com abordagem quantitativa, em uma maternidade pública do estado do Piauí, com 21 mães e seus filhos internados na Unidade de Cuidados Intermediários Neonatal. Aplicou-se um questionário sobre a caracterização materna, um check-list para avaliar a técnica da amamentação e a escala Breastfeeding Self-Efficacy Scale – Short Form. Resultados: 10 (47,6%) eram adolescentes, 11 (52,4%) solteiras, 10 (47,6%) com baixo nível de escolaridade, 10 (47,6%) com renda baixa, 12 (57%) não possuíam vínculo empregatício, 15 (71,4%) residiam no interior do estado, 13 (61,9%) apresentaram partos cesarianos, 11 (52,4%) eram multigestas, 12 eram (57,1%) multíparas, 11 (52,4%) tiveram experiência em amamentar, 12 (57,1%) planejaram a gravidez, 16 (72,5%) realizaram o pré- natal com menos de seis consultas e não foram diagnosticadas doenças durante o pré-natal e 13 (81,3%) não receberam orientações sobre o aleitamento materno. Quanto os recém- nascidos, 18 (85,7%) nasceram com peso inferior a 1500 kg, 10 (47,6%) alimentavam-se com aleitamento materno misto/parcial, 16 (76,2%) já haviam feito uso de sonda orogástrica para oferta do leite, 8 (66,7%) tinham dificuldade da pega, 7 (58,3%) sucção débil, 8 (66,7%) deglutição desorganizada, 10 (83,3%) vigília prejudicada, 9 (75,5%) tinham pouca duração da mamada, 8 (66,6%) com posicionamento desorganizado e 13 (61,9%) das mães possuíam alta eficácia em amamentar. Conclusão : As mães do estudo mostraram-se com alta eficácia em amamentar seus filhos prematuros. Entretanto, na observação da técnica da mamada, esta se apresentou ineficaz. 2015 artículo científico 1806-1222 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=40842428005 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=408 Revista Brasileira em Promoção da Saúde application/pdf Universidade de Fortaleza Revista Brasileira em Promoção da Saúde (Brasil) Num.1 Vol.28
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