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| Autore principale: | |
|---|---|
| Natura: | Artículo científico |
| Lingua: | pt |
| Pubblicazione: |
Universidade de Fortaleza
2018
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| Soggetti: | |
| Accesso online: | https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=40854841007 https://www.redalyc.org/journal/408/40854841007/ https://www.redalyc.org/journal/408/40854841007/html/ https://www.redalyc.org/journal/408/40854841007/40854841007.epub https://www.redalyc.org/journal/408/40854841007/movil https://doi.org/10.5020/18061230.2018.6475 |
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| _version_ | 1866811673969426432 |
|---|---|
| author | Luciana Zaranza Monteiro |
| author_facet | Luciana Zaranza Monteiro |
| contents | Uso de tabaco e álcool entre acadêmicos da saúde Luciana Zaranza Monteiro Andrea Ramirez Varela Maria de Lourdes Alves Carneiro Leonardo Rodrigues Alves Rebeca Fabiana Gomes Góis Thais Bergamin Lima Salud Etanol Tabaco Estudantes Educação em Saúde Objetivo: Verificar a prevalência do consumo de álcool e tabaco entre acadêmicos. Métodos: Estudo de corte transversal, realizado com 286 acadêmicos do Distrito Federal, no período de agosto a outubro de 2016, no qual se aplicou questionário estruturado de autopreenchimento sobre idade, sexo, tipo de escola no ensino médio, nível socioeconômico, local de moradia, frequência de uso do álcool e tabaco, e autopercepção de saúde. Dados analisados através dos testes qui-quadrado e regressões logísticas, com nível de significância de 5%. Resultados: Dos 286 acadêmicos, 190 (66,4%) consomem álcool e 14 (5%) fumam em festas ou no fim de semana. Entre eles, 132 (94,3%) mulheres e 46 (92%) homens relataram que este hábito foi adquirido antes de ingressar na instituição de ensino. Os que moram com os pais ou parentes apresentaram maior prevalência de tabagismo 25,4% OR 1,27; IC95% 0,40-4,03. e os que moram sozinhos um maior consumo de álcool 70,3% OR 1,09;IC95% 0,30-3,91. Quanto menor a autopercepção de saúde, maior a probabilidade de consumo de álcool (83,3%) OR 2,25; IC95% 0,25-19,9. Conclusão: A prevalência do consumo de álcool entre os acadêmicos investigados é elevada, e a sua frequência é maior entre o sexo feminino. Quanto ao uso de tabaco, notou-se baixa prevalência entre todos os participantes. 2018 artículo científico 1806-1222 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=40854841007 https://www.redalyc.org/journal/408/40854841007/ https://www.redalyc.org/journal/408/40854841007/html/ https://www.redalyc.org/journal/408/40854841007/40854841007.epub https://www.redalyc.org/journal/408/40854841007/movil https://doi.org/10.5020/18061230.2018.6475 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=408 Revista Brasileira em Promoção da Saúde application/pdf Universidade de Fortaleza Revista Brasileira em Promoção da Saúde (Brasil) Num.1 Vol.31 |
| format | Artículo científico |
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| language | pt |
| publishDate | 2018 |
| publisher | Universidade de Fortaleza |
| spellingShingle | Uso de tabaco e álcool entre acadêmicos da saúde Luciana Zaranza Monteiro Salud Etanol Tabaco Estudantes Educação em Saúde Uso de tabaco e álcool entre acadêmicos da saúde Luciana Zaranza Monteiro Andrea Ramirez Varela Maria de Lourdes Alves Carneiro Leonardo Rodrigues Alves Rebeca Fabiana Gomes Góis Thais Bergamin Lima Salud Etanol Tabaco Estudantes Educação em Saúde Objetivo: Verificar a prevalência do consumo de álcool e tabaco entre acadêmicos. Métodos: Estudo de corte transversal, realizado com 286 acadêmicos do Distrito Federal, no período de agosto a outubro de 2016, no qual se aplicou questionário estruturado de autopreenchimento sobre idade, sexo, tipo de escola no ensino médio, nível socioeconômico, local de moradia, frequência de uso do álcool e tabaco, e autopercepção de saúde. Dados analisados através dos testes qui-quadrado e regressões logísticas, com nível de significância de 5%. Resultados: Dos 286 acadêmicos, 190 (66,4%) consomem álcool e 14 (5%) fumam em festas ou no fim de semana. Entre eles, 132 (94,3%) mulheres e 46 (92%) homens relataram que este hábito foi adquirido antes de ingressar na instituição de ensino. Os que moram com os pais ou parentes apresentaram maior prevalência de tabagismo 25,4% OR 1,27; IC95% 0,40-4,03. e os que moram sozinhos um maior consumo de álcool 70,3% OR 1,09;IC95% 0,30-3,91. Quanto menor a autopercepção de saúde, maior a probabilidade de consumo de álcool (83,3%) OR 2,25; IC95% 0,25-19,9. Conclusão: A prevalência do consumo de álcool entre os acadêmicos investigados é elevada, e a sua frequência é maior entre o sexo feminino. Quanto ao uso de tabaco, notou-se baixa prevalência entre todos os participantes. 2018 artículo científico 1806-1222 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=40854841007 https://www.redalyc.org/journal/408/40854841007/ https://www.redalyc.org/journal/408/40854841007/html/ https://www.redalyc.org/journal/408/40854841007/40854841007.epub https://www.redalyc.org/journal/408/40854841007/movil https://doi.org/10.5020/18061230.2018.6475 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=408 Revista Brasileira em Promoção da Saúde application/pdf Universidade de Fortaleza Revista Brasileira em Promoção da Saúde (Brasil) Num.1 Vol.31 |
| title | Uso de tabaco e álcool entre acadêmicos da saúde |
| topic | Salud Etanol Tabaco Estudantes Educação em Saúde |
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