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Auteur principal: Maria Vanuza Caetano
Format: Artículo científico
Langue:pt
Publié: Universidade de Fortaleza 2018
Sujets:
Accès en ligne:https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=40854841017
https://www.redalyc.org/journal/408/40854841017/
https://www.redalyc.org/journal/408/40854841017/html/
https://www.redalyc.org/journal/408/40854841017/40854841017.epub
https://www.redalyc.org/journal/408/40854841017/movil
https://doi.org/10.5020/18061230.2018.6714
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Table des matières:
  • Perfil nutricional de crianças portadoras do transtorno do espectro autista Maria Vanuza Caetano Daniel Cordeiro Gurgel Salud Consumo de Alimentos Transtorno Autístico Avaliação Nutricional Objetivo: Avaliar o estado nutricional e o consumo alimentar de crianças portadoras do transtorno do espectro autista (TEA). Métodos: O estudo teve abordagem de natureza quantitativa, descritiva, exploratória e transversal. Participaram 26 crianças, de 3 a 10 anos de idade, com diagnóstico do TEA, de ambos os sexos, atendidas no município de Limoeiro do Norte, Ceará. Os dados foram coletados através de entrevistas, ordenadas por um questionário sociodemográfico (idade, renda familiar, escolaridade dos participantes, tratamento psicofarmacológico, idade recebida do diagnóstico do TEA, classificação da CID-10 e histórico clínico); histórico nutricional; aplicação de 3 recordatórios de 24 horas; e medidas antropométricas (peso, altura, circunferência do braço e as dobras cutâneas tricipital e subescapular), com posterior cálculo do índice de massa corporal (IMC). Utilizou-se análise descritiva e as variáveis contínuas foram expressas em média ± desvio padrão e coeficiente de variação. Resultados: Das crianças avaliadas, 10 (38,5%) apresentaram sobrepeso (23,1%, n=6) e obesidade (15,38%, n=4) pelo IMC/I (Índice de Massa Corporal para Idade), bem como 10 crianças (38,5%) apresentaram risco de sobrepeso. O consumo de energia (EER) esteve acima do recomendado para 14 (53,85%) dos autistas. Identificou-se inadequação no consumo de vitamina A (77%, n=20), vitamina B6 (58%, n=15) e cálcio (50%, n=13). Conclusão: As crianças com o TEA demonstram elevados índices de sobrepeso, obesidade e elevada inadequação na ingestão de vitaminas e minerais. 2018 artículo científico 1806-1222 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=40854841017 https://www.redalyc.org/journal/408/40854841017/ https://www.redalyc.org/journal/408/40854841017/html/ https://www.redalyc.org/journal/408/40854841017/40854841017.epub https://www.redalyc.org/journal/408/40854841017/movil https://doi.org/10.5020/18061230.2018.6714 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=408 Revista Brasileira em Promoção da Saúde application/pdf Universidade de Fortaleza Revista Brasileira em Promoção da Saúde (Brasil) Num.1 Vol.31