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| Main Author: | |
|---|---|
| Format: | Artículo científico |
| Language: | pt |
| Published: |
Universidade do Estado do Rio de Janeiro
2020
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| Subjects: | |
| Online Access: | https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=41276094003 https://www.redalyc.org/journal/412/41276094003/ https://www.redalyc.org/journal/412/41276094003/html/ https://www.redalyc.org/journal/412/41276094003/41276094003.epub https://www.redalyc.org/journal/412/41276094003/movil https://doi.org/10.12957/irei.2020.56788 |
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Table of Contents:
- Construindo a paisagem: arquitetura, meio ambiente e poder em um Rio de Janeiro em expansão Rachel Paterman Multidisciplinarias (Ciencias Sociales) Paisagem Relações de poder Desenvolvimento urbano Este artigo problematiza o universo da construção urbana no Rio de Janeiro a partir de um enfoque sobre elaborações simbólicas e agenciamentos sociotécnicos em torno de projetos voltados à mitigação de impactos ambientais de empreendimentos arquitetônico-urbanísticos. Parte-se de um material de análise composto por registros discursivos de profissionais de arquitetura para reconstruir analiticamente redes de relações sociais – envolvendo construtoras, incorporadoras, agências estatais e instrumentos legais – e categorias de pensamento – destacando-se a noção de “paisagem” – que exibem centralidade no modo como vêm sendo construídos, destruídos e transformados os espaços que constituem o mais recente eixo de expansão da cidade, a Zona Oeste. O recorte temporal investigado abrange as décadas de 1980 a 2010, período caracterizado por um intenso e acelerado processo de urbanização a partir da Barra da Tijuca, e que se mostra especialmente pertinente a uma abordagem processual sobre espaços urbanizados ao reunir e colapsar perspectivas de diferentes atores e projetos de cidade. Esse contexto sociocultural é explorado a partir da trajetória do arquiteto paisagista carioca Fernando Chacel (1931-2011), que, através de projetos que realiza na área e período focalizados, se insere em uma posição mediadora entre distintas esferas de poder e lógicas de concepção e ordenação do espaço, reunindo condições para desempenhar um papel de “informante nativo” do universo em questão. Trata-se de uma abordagem que permite lançar luz sobre dinâmicas sociais que tendem a se ofuscar conforme assumem a forma material de edificações, ou natural de áreas de preservação ambiental, e que dizem respeito a um plano cotidiano de encontros e conflitos, consensos e dissensos entre trajetórias individuais e coletivas de pessoas, grupos e instituições. 2020 artículo científico 1517-6088 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=41276094003 https://www.redalyc.org/journal/412/41276094003/ https://www.redalyc.org/journal/412/41276094003/html/ https://www.redalyc.org/journal/412/41276094003/41276094003.epub https://www.redalyc.org/journal/412/41276094003/movil https://doi.org/10.12957/irei.2020.56788 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=412 Interseções application/pdf Universidade do Estado do Rio de Janeiro Interseções (Brasil) Num.3 Vol.22